PCP dirige carta aos utentes dos CTT: Tudo pior com a privatização, menos os lucros dos capitalistas!

20170125cartautentescttO PCP está a dirigir aos utentes uma carta onde, partindo da brutal degradação do serviço público de correios que a privatização implicou, aponta a causa dessa degradação - a própria privatização e a necessidade de lucros dos accionistas - e um caminho de resistência e luta que deve ser trilhado para recuperar a soberania nacional sobre esta empresa e sobre este serviço público. Na mesma carta, o PCP dá nota das iniciativas que tem promovido na Assembleia da República para denunciar a situação dos CCT e dos Correios.

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Trabalhadores dos CTT ouvidos na Assembleia da República denunciam consequências da privatização

audicao cttPor iniciativa do PCP, a Comissão de Economia da Assembleia da República ouviu um conjunto de ORT's dos CTT. Uma Audição onde foi possível perceber as dramáticas consequências, para utentes e trabalhadores, da privatização desta empresa estratégica. Na próxima sexta-feira será a ANACOM a ser ouvida sobre a degradação do serviço postal.

Aos trabalhadores do Call Center da MEO - Afonso Costa - ETTs e prestadoras de serviço, a quem prestam?

Afonso Costa - finaaal-page-001 A Célula das Telecomunicações da ORL está a distribuir aos trabalhadores do Call Center da MEO - Afonso Costa - o comunicado anexo, onde se denuncia o recurso a trabalho precário para satisfazer necessidades permanentes e a degradação das condições de higiene e limpeza no edifício. O PCP apela à organização e luta destes trabalhadores.

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Célula da EPAL distribui comunicado aos trabalhadores

18012017epalA Célula da EPAL está a distribuir aos trabalhadores da empresa um comunicado sobre a contratação colectiva da empresa, onde valoriza o facto de o AE ter sido prorrogado por mais 3 anos, e onde alerta para as possibilidades abertas pelo Orçamento de Estado para repor direitos e rendimentos, e apela aos trabalhadores para dinamizar a luta pela plena aplicação do AE da empresa a todos os trabalhadores da empresa.

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Aos trabalhadores do Call-Center da NOS: Que futuro queremos construir?

nos webA Célula das Telecomunicações da DORL está a distribuir aos trabalhadores do Call Center da NOS o comunicado anexo, onde se denuncia o recurso a trabalho precário para satisfazer necessidades permanentes e a degradação das condições de higiene e limpeza da empresa. O PCP apela à organização e luta destes trabalhadores.

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PCP questiona governo sobre externalização de serviços na EPAL

epal externalizarserviO Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre a externalização de serviços na EPAL, quer no que respeita à que está em preparação, nos serviços de atendimento ao público, quer no que respeita a uma política antiga, promotora da precariedade e dos baixos salários, e que urge inverter.

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EDP: Basta de tostões para os trabalhadores e milhões para os accionistas!?

imagesEnquanto o Presidente e os accionistas da EDP andam a ganhar milhões, querem negociar aumentos salariais de tostões com os trabalhadores. Nos últimos cinco anos, os resultados líquidos ultrapassaram os mil milhões de euros por ano, obtidos à custa dos trabalhadores, cujo número é cada vez mais reduzido,

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O teu trabalho a encher o bolso...deles!

direitosfuturo 032016Façamos, então, algumas contas (de cabeça não, que são muitos «zeros» e os nossos bolsos não estão habituados): Considerando o salário mínimo nacional de 530 euros, salário base de grande parte dos trabalhadores dos centros de contacto da EDP… 875 euros são:
- 36 dias do teu trabalho. Portanto, o Srº Mexia e amigos ganham em uma hora o que
tu ganhas em 36 dias!
- 292 horas, é o tempo que tens que trabalhar para ganhar o mesmo que o Sr Mexia
ganha em uma única hora de trabalho.
- tu tens que trabalhar quase 5 horas, para receberes o mesmo que o Sr Mexia em um
minuto!

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Aos trabalhadores da MEO: Aumento dos salários, já!

meo m4oComo se previa, a PT tem vindo a ser destruída com o objectivo de obtenção do máximo lucro, para distribuir ao capital. Quanto aos trabalhadores, há já vários anos que não têm aumentos salariais, ou se os têm, são meras "migalhas", principalmente quando comparados com o aumento do custo de vida.

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PT, CTT, EPAL, GALP e EDP nas mãos dos trabalhadores e do povo. Todos à Marcha!

 

 

Os trabalhadores do Sector das Comunicações, Água e Energia preparam a sua participação na Marcha Nacional.

Aos trabalhadores dos Centros de Contacto

Em comunicado aos trabalhadores dos Centros de Contacto, o Sector das Comunicações, Água e Energia, SCAE, denuncia que "Quase todos os dias ouvimos da parte do Governo e seus amigos proclamações acerca do desenvolvimento do nosso país, de como estamos muito melhor, etc... O país, realmente, deve estar muito melhor, mas só para alguns, pois para a generalidade da população o dia-a-dia continua a passar por contar os dias para chegar ao final do mês. À medida que o Governo PSD/CDS nos diz que o país está a melhorar, as condições de trabalho e os direitos de quem trabalha deteoram-se a olhos vistos. Vejamos a situação dos jovens trabalhadores, como exemplo." Ler documento em PDF

 

PCP exige respostas ao Governo sobre despedimento colectivo no Contact Center da PT no Areeiro

O PCP tomou conhecimento de um despedimento coletivo em curso de 170 trabalhadores que exercem funções permanentes no Contact Center da PT no Areeiro, em Lisboa. A operadora de telecomunicações “Oi” pretenderá reduzir a sua atividade em Portugal em dois terços. O PCP há muitos anos que vem acompanhando com enorme preocupação a situação dos trabalhadores subcontratados por empresas de trabalho temporário que respondem a necessidades permanentes de grandes empresas nacionais e multinacionais na área das telecomunicações, particularmente no que toca a situações de reiterada violação dos seus direitos laborais.

 

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Despedimentos na PT: Não!

Em comunicado aos trabalhadores da PT, o PCP lembra que "desde há vários anos que vem acompanhando com profunda preocupação a situação dos trabalhadores subcontratados por empresas de trabalho temporário que respondem a necessidades de grandes empresas das telecomunicações, designadamente no que toca a situações de desrespeito e violação dos seus direitos laborais. O PCP desde há vários anos que vem acompanhando com profunda preocupação a situação dos trabalhadores subcontratados por empresas de trabalho temporário que respondem a necessidades de grandes empresas das telecomunicações, designadamente no que toca a situações de desrespeito e violação dos seus direitos laborais." Ler documento em PDF

Trabalhadores subcontratados dos Call Center's da EDP exigem passagem aos quadros da empresa

Os trabalhadores dos Call Center 's da EDP estiveram em luta hoje exigindo a sua passagem aos quadros da empresa, uma vez que são subcontratados por uma empresa de trabalho temporário, a Temp-Team/RANDSTAD. Paralisaram entre as 9h00 e as 13h00 demonstrando a sua unidade na luta contra a precariedade, exigindo os seus mais elementares direitos. O pré-aviso de greve emitido pelo SIESI contempla também o mesmo período durante o dia de amanhã. Os trabalhadores concentraram-se à porta do Meo Arena onde decorria um encontro do grupo, provando que "nem todos são EDP".

XI Assembleia da Organização do SCAE: “Avante por Abril! Lutar pelas empresas sob o controlo do Estado!”

Realizada no dia 22 de Novembro, com a participação do camarada Francisco Lopes, da Comissão Política e Secretariado do Comité Central, a XI Assembleia da Organização do Sector das Águas, Comunicações e Energia (SCAE) da ORL do PCP permitiu ao colectivo do Sector ficar a "conhecer melhor a realidade complexa e exigente que vive o sector e o país, nomeadamente com os avanços na privatização de empresas como a EDP, a Galp, os CTT e a destruição e total entrega ao capital estrangeiro de outras, como acontece recentemente com a PT, bem como as tentativas registadas para a privatização da água, com as alterações que o governo quer implementar nas Águas de Portugal e na EPAL. Política, para além de entregar estas empresas e os seus lucros ao grande capital, tem vindo a destruir os direitos que os trabalhadores conquistaram, estando cada vez mais vulgarizadas no sector a subcontratação, os baixos salários e a precaridade."

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