SPDH/Groundforce em greve a 24 e 31 de Dezembro

spdhlutEm Plenário realizado no Aeroporto de Lisboa este dia 16 de Dezembro os trabalhadores da SPDH / Groundforce decidiram avançar para a greve nos dias 24 e 31 de Dezembro. Uma luta destinada a resolver o problema da organização do tempo de trabalho, cuja extrema penosidade de horários o patronato já reconheceu mas se recusa a alterar. O PCP expressa a sua total solidariedade com a justa luta dos trabalhadores da SPDH e apela à administração desta empresa privada para que se deixe de adiamentos e satisfaça essas justas reivindicações. (foto arquivo)

Na SPDH/Groundforce, comunistas saudam a luta dos trabalhadores e as suas conquistas

spdh2013agosto1Na sequência de um conjunto de compromissos assumidos pela Administração da SPDH/Groundforce, os trabalhadores decidiram pela não realização da greve que estava marcada para 30 e 31 de Agosto e 1 de Setembro. Em comunicado, a Célula do PCP saúda a unidade e luta dos trabalhadores e alerta para a necessidade de continuarem crescentemente vigilantes e unidos, quer para impôr a concretização dos compromissos agora assumidos, quer para defenderem a Empresa e os direitos da ofensiva reaccionária das troikas.

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Luta na SPdH/Groundforce com grande adesão apesar das ilegalidades cometidas pelo patronato

grevespdh piqA greve de 24 horas da SPDH/Groundforce decorre com uma adesão esmagadora dos trabalhadores efectivos, uma greve que apesar de todas as ilegalidades cometidas pelo patronato está a implicar atrasos em praticamente todos os voos da TAP e restantes companhias assistidas. O PCP expressa a sua activa solidariedade com a justa luta dos trabalhadores por uma regulamentação dos horários de trabalho mais digna e humana e lamenta o comportamento irresponsável e ilegal do patronato, que não só tem fechado a porta à negociação séria com o Sindicato como face à luta está a pugnar pelo caminho da ilegalidade, nomeadamente através de sucessivas tentativas de intimidação e com a convocação de trabalhadores das ETT's para substituir os trabalhadores em luta (ver documento em anexo). O PCP exige a pronta intervenção da ACT, quer no sentido da defesa do direito à greve, quer no sentido de comprovar que a Groundforce continua a recorrer ao falso trabalho de prestação de serviços e exigindo a integração nos quadros da empresa de todos os trabalhadores precários colocados nesta situação.

(Exemplo de circular interna a convocar trabalhadores da ASA e ADECCO para substituir trabalhadores em luta)

Contra a exploração crescente, a luta dos trabalhadores da SPDH é o caminho!

ggspdh2012Face à crescente exploração de que são vítimas, a célula do PCP aponta o caminho da luta aos trabalhadores da SPDH como única alternativa para inverter o processo em curso. Depois de anos de congelamento salarial, depois de uma revisão do seu AE com perdas significativas de direitos e remuneração, agora preparam-se novos cortes com a aprovação do novo Código de Trabalho. Uma grande adesão à greve geral é a resposta que se impõe para travar a crescente exploração dos trabalhadores da SpDH.

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Trabalhadores da SPDH/Groundforce rejeitaram revisão do Acordo de Empresa

Hoje, a forte mobilização dos trabalhadores da SPDH/Groundforce, deu a machadada final no processo em curso que visava passar para os trabalhadores a responsabilidade das graves cedências que os Sindicatos acordaram com a TAP.

A Célula do PCP na SPDH, apela a que os trabalhadores se mantenham mobilizados, e dispostos a agir em defesa da empresa, dos seus direitos e da economia nacional. Tendo deixado de existir qualquer legitimidade (excepto a formal) para que prossiga o processo em curso de liquidação do Acordo de Empresa da SPDH/Groundforce, a Célula do PCP na SPDH apela a que, rapidamente, se construa uma frente de resistência à ofensiva em curso contra a empresa e os seus trabalhadores, que isole os elementos oportunistas, e construa a necessária unidade e luta.

Contra a Chantagem, defender a SPDH!

spdh netdezNum momento em que uma gigantesca operação de chantagem se abate sobre os trabalhadores da SPDH/ Groundforce, a Célula do PCP na empresa apela à luta e à resistência, em defesa do acordo de empresa, em defesa dos salários, em defesa da empresa.

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PCP leva defesa da SPDH e do Sector Aéreo Nacional ao Parlamento Europeu

spdh_jferreira.jpgNa sequência da reunião de trabalho com a Comissão de Trabalhadores da SPDH, João Ferreira, deputado do PCP no Parlamento Europeu, avançou com um conjunto de iniciativas questionando as políticas que estão a ser impostas em Portugal para o Sector Aéreo e para o Handling.

- Em PDF, Liberalização dos serviços de assistência em escala nos aeroportos (handling)
- Em Pdf, Situação da empresa Serviços Portugueses de Handling S.A. (Groundforce Portugal)
- Em PDF, Privatização da TAP e concentração no sector do transporte aéreo na UE

Na SPDH, é preciso combater a chantagem do Governo e da Multinacional!

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O Governo, a Administração da TAP e a Multinacional Aviapartners estão a desenvolver uma vergonhosa operação de chantagem contra os trabalhadores da SPDH: ou aceitam a privatização, e o fim do AE, e a redução de salários, e cerca de 400 despedimentos, ou encerram a empresa. A Célula do PCP na Empresa apelou à luta contra estas medidas como única alternativa que se coloca aos trabalhadores.

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Em defesa da soberania nacional e dos direitos dos trabalhadores: a luta é o caminho na SPDH!

spdh_2dez_2010.jpgA Célula do PCP na TAP/SPDH está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre a situação do despedimento colectivo da escala de Faro da SPDH, e onde sublinha as justas razões dos trabalhadores numa luta que não se limita a defender os postos de trabalho, mas faz parte de um processo mais vasto de resistência à política de destruição do sector a+ereo nacional e dos direitos dos trabalhadores. Um comunicado onde se sublinha a importância da unidade e luta dos trabalhadores para o futuro de Portuga

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PCP: Solidariedade activa com os trabalhadores da SPDH/Grounforce

spdhnovfao.jpgPerante a tentativa do Governo de realizar um despedimento colectivo na SPDH/Groundforce, a Célula do PCP na empresa está a distribuir aos trabalhadores um comunicado onde sublinha a importância da luta e da unidade dos trabalhadores para enfrentar e derrotar esta tentativa de liquidar 336 postos de trabalho. Na Assembleia da República, o PCP questionou a Ministra do Trabalho sobre a forma bandidesca como este processo está a ser tratado pelo Governo e sua Administrações, num total desrespeito pelos trabalhadores e pela lei, e questionou o Ministro dos Transportes sobre as opções políticas para o sector que estão a traduzir-se na sua progressiva destruição. O PCP exige ainda a imediata encerramento do processo de despedimento colectivo na empresa.

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