VII Assembleia do Sector Intelectual da OR de Lisboa

O Sector Intelectual realizou a sua VII Assembleia no passado sábado, 20 de Junho, durante todo o dia, na Sala do Arquivo, nos Paços do Concelho, em Lisboa, com a presença de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP. A VII AOSI, que teve como lema "Intelectuais no combate do povo - organizar, intervir, unir", elegeu a nova Direcção do Sector e aprovou a Resolução Política, onde apontou diversas linhas de trabalho para o reforço do Partido junto dos trabalhadores intelectuais, melhorando a sua organização para aumentar a intervenção e promover a unidade destes trabalhadores e a sua progressiva inserção na luta do povo. Analisou também a situação da cultura, da ciência, do ensino, da investigação, da comunicação social, da arquitectura e do direito, também alvos da violenta ofensiva em curso por parte do capital e dos partidos da política de direita, PSD, CDS e PS, bem como as propostas do PCP, nestas áreas, para a construção de uma política patriótica e de esquerda.

 

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Dias da Cultura em Luta

No passado dia 9 de Junho, cerca de um milhar de cidadãos, gente de todas as áreas da cultura e representantes das principais organizações subscritoras do comunicado conjunto Cultura em Luta, participaram na primeira acção de rua em defesa de outra política para a Cultura. Em comunicado o Grupo de Coordenação dos Dias da Cultura em Luta considera este acontecimento "um primeiro passo, mas de grande valor político para a luta em defesa da cultura, da liberdade e diversidade culturais e da democracia. Valoriza ainda a adesão ao comunicado conjunto, em menos de um mês, de mais de 60 organizações representativas de todas as àreas da actividade cultural, organizações sindicais, associações profissionais, estruturas de produção artística, organizações representativas do associativismo popular cultural e outras. Valoriza finalmente a ampla representatividade das organizações envolvidas, que marca a importância política, não apenas desta acção, mas de todo o programa dos Dias da Cultura em luta".

 

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Debate "Arte vs Capital - Conversa sobre o Mercado da Arte"


O sub-sector dos Artistas Plásticos, Designers e Fotógrafos (ARDEF) do Sector Intelectual da ORL do PCP realizou um debate subordinado ao tema Arte vs Capital - Conversa sobre o Mercado da Arte, na Biblioteca Camões, em Lisboa. Este debate, que contou como oradores artistas plásticos, críticos de arte, programadores culturais e economistas, abordou o papel da arte nas sociedades capitalistas e as suas condicionantes e limitações resultantes do domínio económico, ideológico e cultural do capital e dos seus instrumentos. A participação de cerca de seis dezenas de artistas plásticos, outros criadores e fruidores de arte, bem como o vivo debate que se estabeleceu, confirmam a importância da batalha no plano cultural e a centralidade que o Partido lhe dá no seu Programa.

Festa Cultura Sem Amos

No dia 29 de Maio realizou-se no terraço do Centro de Trabalho Vitória um convívio entre apoiantes e activistas da CDU, numa iniciativa organizada pelo Sub-Sector das Artes do Espectáculo do Sector Intelectual da Organização Regional de Lisboa do PCP. Sob a denominação "Festa Cultura Sem Amos", o encontro iniciou-se pelas 19h com um jantar que se foi prolongando pela noite dentro à medida que os muitos participantes íam acorrendo ao belo Terraço do Vitória para um final de tarde que reservava ainda diversos motivos de atracção.

 

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Vozes ao Alto: Boletim do Sub-sector das Artes do Espectáculo do Sector Intelectual da ORL

O "Vozes ao Alto" é o Boletim do Sub-sector das Artes do Espectáculo do Sector Intelectual da Organização Regional de Lisboa do PCP. É um boletim informativo que pretende levar aos trabalhadores a denúncia e a proposta do PCP para as várias áreas da artes das Artes do Espectáculo. Da Música à Dança, do Teatro ao Audiovisual, este boletim rompe com a propaganda dos jornais e expõe o mundo real por detrás do palco. Ler em PDF

Sobre o falecimento de Fernanda Montemor

Faleceu Fernanda Montemor, uma das mais marcantes actrizes do teatro português.

Interpretando um vastíssimo leque de personagens, dos textos clássicos aos de autores contemporâneos, a trajectória da sua carreira de mais de seis décadas acompanha muitos dos momentos e projectos mais significativos do teatro em Portugal do último meio século.

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Sobre o falecimento de Herberto Helder

Herberto Helder morreu. Morreu um dos grandes fundadores da língua portuguesa, tal como Luís de Camões ou João Guimarães Rosa, como Fernando Pessoa ou Maria Velho da Costa. Como estes outros, Herberto Helder mostra que o português não está feito e acabado, é ainda hoje uma tarefa inacabada. O Secretariado da Direcção do Sector Intelectual de Lisboa do Partido Comunista Português saúda a obra de Herberto Helder que é seguramente um dos mais intensos, fulgurantes e poderosos poetas contemporâneos e manifesta a sua solidariedade à família enlutada, partilhando os seus sentimentos de perda.

Secretariado da Direcção do Sector Intelectual da OR de Lisboa.

7 de Março: Contacto com os trabalhadores das Artes do Espectáculo

Em toda a região de Lisboa, os comunistas estão empenhados em mobilizar os trabalhadores e população para a manifestação da CGTP-IN do próximo sábado. Na imagem, acção promovida pelo sub-sector das Artes do Espectáculo do Sector Intelectual do PCP junto dos trabalhadores do Teatro Nacional de S. Carlos, com a distribuição de um documento que também apresenta as propostas do Partido para a construção da alternativa patriótica e de esquerda.

Manifesto aos Trabalhadores das Artes do Espectáculo

O Sub Sector das Artes do Espectáculo do Sector Intelectual de Lisboa lançou um Manifesto aos trabalhadores do Sector onde denuncia de forma clara a subserviência do governo aos interesses económicos das operadoras e estações televisivas. O manifesto apresenta um conjunto variado de propostas para garantir o "efectivo acesso das massas populares à criação e fruição da cultura", a "liberdade e apoio à produção cultural" porque é "tempo de juntarmos as mentes, os corpos e as vozes dos dos que reivindicam mais direitos e mais democracia cultural". Ler em PDF

Sector Intelectual da ORL lamenta profundamente a morte do actor António Montez

O Sector Intelectual da Organização Regional de Lisboa do PCP lamenta profundamente a morte do actor António Montez.

António Montez participou na luta pela liberdade e pela democracia ainda antes da Revolução de Abril, sendo um intelectual empenhado na construção de um país de progresso, soberano e desenvolvido. O seu percurso de décadas na promoção da cultura, quer na sua divulgação, quer no desempenho da sua profissão, no teatro, no cinema, na rádio ou na televisão, da revista ao drama, passando pela comédia, com uma polivalência e uma versatilidade notáveis, merece o reconhecimento de todos os democratas e de todos os portugueses.

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Homenagem nacional a Urbano Tavares Rodrigues

Organizado pelo Sector Intelectual da DORL do PCP, teve lugar no dia 6 de Dezembro, na Biblioteca Nacional, uma sessão de homenagem ao escritor, professor, homem de Cultura, destacado militante comunista Urbano Tavares Rodrigues. Pretendeu-se, nesta longa jornada de evocação da vida e obra deste vulto cimeiro da Cultura Portuguesa do Século XX e XXI, salientar os aspectos fundamentais da sua vasta e poliédrica obra literária, do pedagogo influente, do militante interventivo e corajoso, fazendo-o através de testemunhos pessoais, de comunicações críticas de outros trabalhadores da escrita, de professores, de camaradas.

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Um passo em frente, dez passos atrás: O governo PSD/CDS em guerra com a arquitectura

Os Arquitectos do Sector Intelectual da ORL do PCP apresentam a sua posição acerca das propostas de lei de Governo PSD/CDS-PP 226/XII e 227/XII que consideram um "retrocesso que visa sobretudo estabelecer uma competição artificial entre profissionais que, num quadro em que as suas competências e áreas específicas sejam respeitadas são não concorrentes mas, no fundamental, complementares", denunciando que as "organizações representativas das diferentes áreas profissionais deixaram-se envolver nessa manobra, assumindo uma estreita posição corporativa e manifestando completa incapacidade em entender o que está efectivamente em causa."

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