Célula do PCP na TAP denuncia chantagem aos trabalhadores

comunicado março 2021 3Está em distribuição na TAP um comunicado da célula do PCP que denuncia a chantagem feita aos trabalhadores por parte da Administração e do Governo. Não podemos dissociar a discussão dos acordos de emergência na TAP da brutal pressão que foi e está a ser exercida pelo Governo e Administração sobre os trabalhadores da companhia aérea nacional, no sentido da retirada de direitos. Como já afirmámos, para o PCP, a solução para a TAP e para a sua salvaguarda deveria ser outra - um plano de contingência e uma mobilização de recursos que salvaguarde uma empresa que é estratégica para o país e os direitos dos seus trabalhadores.

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PCP solidário com a luta dos trabalhadores da SPdH/Groundforce

luta Groundforce2O PCP está solidário com a luta dos trabalhadores da SPdH/Groundforce, que estão desde sexta-feira sem receber os seus salários, e que decidiram manifestar-se junto à sede da empresa. Esteve presente uma delegação do PCP que incluía o deputado Bruno Dias. O PCP já tinha questionado o Governo sobre a situação da empresa e dos seus trabalhadores, reafirmando que a SPDH só poderia sobreviver com um conjunto de medidas que salvaguardassem a sua solvência durante o período de restrição da circulação aérea, e tal deveria ser considerada no quadro dos planos de contingência públicos para o sector. Não podem ser os trabalhadores a pagar a factura, sendo-lhes negado o salário.

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TAP: pressão e chantagem sobre os trabalhadores

TAPfotoOs designados “acordos de emergência” discutidos nos últimos dias são indissociáveis da brutal pressão sobre os trabalhadores que foi sendo protagonizada desde o início do processo pela Administração da TAP e o Governo. A chantagem continua, e o PCP teve conhecimento da recente carta enviada pela Administração aos trabalhadores. Nessa carta, perante a atual fase do processo (estando a ser convocados os associados para Assembleias Gerais), a TAP afirma que “No caso de esses acordos não merecerem a aprovação dos seus associados, a TAP não terá outra alternativa que não a de implementar unilateralmente o Regime Sucedâneo a esse conjunto de trabalhadores.” E ainda que “caso os acordos que necessitam de ser ratificados em Assembleia Geral sejam rejeitados, não haverá lugar a quaisquer negociações suplementares entre a TAP e as estruturas representativas dos trabalhadores”. Ou seja, podem discutir com os associados, mas a decisão já está arrumada. Para o PCP, é indispensável superar as limitações colocadas e agir para que os trabalhadores da TAP e os seus direitos sejam garantidos. Impõem-se defender a dinamização da TAP como empresa essencial ao país, ao invés de a reduzir a uma miniatura ou uma peça da engrenagem de uma multinacional da aviação civil, como pretende a União Europeia. E para tal é necessária a mobilização de recursos, a valorização dos trabalhadores e a defesa dos postos de trabalho. Neste sentido, o PCP mais uma vez confrontou o Governo com várias questões.

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Sector do táxi com João Ferreira

Presidenciais taxi Joao Ferreira 2021Apoiantes da candidatura do João Ferreira do sector do táxi têm em divulgação um documento de campanha que explica as razões que os profissionais do sector têm para votar nesta candidatura no próximo domingo. Porque esteve e está ao lado da luta do sector contra a concorrência desleal. Porque está ao lado dos micro empresários e trabalhadores que lutam por uma regulamentação justa do sector. Porque está contra o impacto da desregulação que favorece as multinacionais. São muitos os homens e mulheres deste sector que já demonstraram o seu apoio à candidatura, não esquecendo quem sempre esteve ao lado dos seus interesses e aspirações.

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Campanha junto dos trabalhadores do sector ferroviário

documento ferroviarios presidenciaisA campanha da candidatura de João Ferreira à Presidência da República continua junto dos trabalhadores do sector ferroviário, agora com um documento específico que afirma os princípios da candidatura e a importância que dá à valorização do trabalho e dos trabalhadores. Uma candidatura que coloca ainda na linha da frente a defesa de sectores estratégicos, como o sector ferroviário, e os valores de Abril, plasmados na Constituição da República Portuguesa. O documento divulga ainda vários apoiantes trabalhadores do sector e das suas organizações representativas.

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Candidatura de João Ferreira em defesa do sector aéreo

presidenciais sector aéreo doc final 1Está em distribuição um documento da candidatura de João Ferreira que reflecte a sua perspectiva sobre o sector aéreo e divulga vários apoiantes trabalhadores deste sector e das suas organizações representativas. Destaca-se a defesa da valorização dos trabalhadores, dos seus salários e direitos, assim como a defesa da TAP como empresa estratégica e a necessidade de retomar o controlo público da gestão aeroportuária. A afirmação desta candidatura torna-se ainda mais importante num contexto em que os trabalhadores do sector aéreo estão a braços com um forte ataque, fruto dos desmandos dos privados e da conivência e acção do Governo, agravado com o contexto pandémico.

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Ferroviários apoiam candidatura de João Ferreira!

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PCP apresenta Projecto de Resolução para defesa da TAP e dos seus trabalhadores

TAPfotoPerante a situação em que está colocada a TAP e as empresas do Grupo TAP, o PCP, para além da posição que já tomou, apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução que será discutido no dia 20 de Janeiro, onde exige que seja tomado um outro caminho para a defesa das empresas do Grupo TAP, sem pôr em causa os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores. A célula da TAP está a difundir um comunicado aos trabalhadores da TAP e das empresas do grupo, onde afirma o essencial do conteúdo deste Projecto de Resolução.

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Governo formaliza ataque aos direitos dos trabalhadores do Grupo TAP!

doc tap2dezembroO Conselho de Ministros do dia 22 de Dezembro aprovou a resolução que declara a TAP, a Portugália e a Cateringpor em situação económica difícil. Está assim aberta a porta para a alteração de condições de trabalho e a não aplicação ou a suspensão, total ou parcial, da contratação colectiva dos trabalhadores, com a consequente perda de direitos. Isto a par da perspectiva de despedimentos e cortes nos salários. A situação conjuntural de crise pandémica não pode ser pretexto para destruir direitos e reduzir a TAP. Exige sim que sejam mobilizados recursos para assegurar a empresa neste momento difícil e que se prepare a TAP para o futuro. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado onde apela aos trabalhadores do Grupo TAP que se unam e lutem contra este ataque.

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