Ferroviários apoiam candidatura de João Ferreira!

ferroviarios presidenciais

 

 

PCP apresenta Projecto de Resolução para defesa da TAP e dos seus trabalhadores

TAPfotoPerante a situação em que está colocada a TAP e as empresas do Grupo TAP, o PCP, para além da posição que já tomou, apresentou na Assembleia da República um Projecto de Resolução que será discutido no dia 20 de Janeiro, onde exige que seja tomado um outro caminho para a defesa das empresas do Grupo TAP, sem pôr em causa os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores. A célula da TAP está a difundir um comunicado aos trabalhadores da TAP e das empresas do grupo, onde afirma o essencial do conteúdo deste Projecto de Resolução.

Ler comunicado completo

Ler Projecto de Resolução

Governo formaliza ataque aos direitos dos trabalhadores do Grupo TAP!

doc tap2dezembroO Conselho de Ministros do dia 22 de Dezembro aprovou a resolução que declara a TAP, a Portugália e a Cateringpor em situação económica difícil. Está assim aberta a porta para a alteração de condições de trabalho e a não aplicação ou a suspensão, total ou parcial, da contratação colectiva dos trabalhadores, com a consequente perda de direitos. Isto a par da perspectiva de despedimentos e cortes nos salários. A situação conjuntural de crise pandémica não pode ser pretexto para destruir direitos e reduzir a TAP. Exige sim que sejam mobilizados recursos para assegurar a empresa neste momento difícil e que se prepare a TAP para o futuro. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado onde apela aos trabalhadores do Grupo TAP que se unam e lutem contra este ataque.

Ler o comunicado

 
 

PCP solidário com trabalhadores que são alvo de despedimentos colectivos

imagem duarte2O PCP esteve presente, com o deputado Duarte Alves, numa acção de protesto contra os despedimentos colectivos dos assistentes aeroportuários da Securitas e dos trabalhadores da ISS que procedem à limpeza de aviões da TAP. O PCP demonstrou a sua solidariedade nesta acção dinamizada pelo STAD e reafirma que não podem ser os trabalhadores a pagar para que as empresas salvaguardem os seus lucros! Toda a solidariedade do PCP com a luta pelos postos de trabalho!

Célula do PCP na TAP volta a tomar posição em defesa dos trabalhadores

comunicado TAP Dezembro20A célula do PCP na TAP voltou a editar um comunicado aos trabalhadores, demonstrando o repúdio pelo caminho que, ao que tudo indica, estará a tomar o plano de reestruturação: despedimento de milhares de trabalhadores, diminuição da massa salarial e ataques aos acordos de empresa, para além da possibilidade de diminuição da TAP em várias áreas e serviços. A célula reafirma que os postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores têm que ser respeitados, assim como aponta a necessidade de salvaguarda da TAP como empresa estratégica para o País, para o seu desenvolvimento económico e social. As medidas a ser tomadas têm inevitavelmente de ter em conta a retoma e o contexto pós -pandemia e o Governo, sendo o Estado o accionista maioritário da empresa, tem que ser responsabilizado pelo futuro da TAP e dos seus trabalhadores.

Ler aqui o comunicado

PCP confronta o Governo: não é este o caminho de defesa da TAP e dos seus trabalhadores

tapDepois das promessas do Governo no sentido de manter a TAP como empresa estratégica e com a sua dimensão, vem a público um plano de reestruturação que conta com medidas como: mais redução de trabalhadores, na ordem dos milhares (para além de todos os que nos últimos meses saíram por não renovação de contratos), reduções salariais, ataque à contratação colectiva. Sublinhamos que é preciso tomar medidas para enfrentar a situação actual e enfrentar o futuro. O País não pode ter apenas uma visão de conjuntura para a companhia aérea de bandeira, pelo que é indispensável planear e assegurar capacidades para além das restrições do momento. O PCP considera o caminho anunciado vergonhoso e que o Governo tem que responder pela solução encontrada para a TAP, sendo o principal responsável se este plano de destruição avançar. Neste sentido, o PCP questiona o Governo.

Ler aqui a pergunta

Não podem ser os trabalhadores da TAP a pagar a crise!

comunicado TAP novembro 2020No processo de reestruturação  da TAP não podem ser os trabalhadores a pagar o preço! Cortar nos custos com o pessoal tem sido o caminho tomado com muitos trabalhadores nos últimos tempos, nomeadamente pela não renovação de contratos, situação contra qual o PCP se insurgiu! À penalização do corte nos seus salários durante meses, acresce a redução de trabalhadores e a perspectiva de se poder ainda reduzir mais ou atacar os seus direitos. Não se pode permitir este ataque aos trabalhadores!O PCP exige que o Governo, sendo o Estado o accionista maioritário, se responsabilize por este processo e não permita que se tome um caminho de redução da TAP ou de ataque aos seus trabalhadores. A célula do PCP na TAP tem em distribuição um comunicado.

Ler comunicado completo

PCP repudia despedimento colectivo da Securitas no Aeroporto de Lisboa

comunicado 31 Outubro APA 1Os trabalhadores assistentes aeroportuários (APA) do Aeroporto de Lisboa da empresa de segurança privada Securitas estão neste momento perante um despedimento colectivo, com o seu futuro colocado em causa.

É inadmissível que sejam os trabalhadores a pagar a factura do contexto actual para que as empresas salvaguardem os seus lucros. Depois de tentar impor que trabalhadores passassem a part time, a Securitas  cumpriu a ameaça para quem não aceitou, e hoje, vários trabalhadores já estão a receber a carta de despedimento. Ao mesmo tempo, parte dos trabalhadores da outra empresa de segurança privada que opera no Aeroporto de Lisboa, a ICTS, continuam em lay off, e por isso há meses com cortes nos seus salários, A ANA/ Vinci, que subcontrata a estas empresas este serviço, pressiona também para a diminuição destes trabalhadores a operar no Aeroporto. O PCP, solidário com estes trabalhadores, tudo fará para denunciar e combater esta situação e apela à sua união e luta em defesa dos seus postos de trabalho.

Ler aqui comunicado completo

O acidente no Metropolitano de Lisboa e opções de investimento

foto audição ORT Metro

Esta segunda-feira o PCP promoveu na Assembleia da República a Audição Parlamentar sobre a situação actual e o futuro do Metropolitano de Lisboa, com organizações representativas dos trabalhadores da empresa. Foram vários os alertas dados sobre a degradação da capacidade técnica da estrutura do Metropolitano, com a saída de inúmeros técnicos especializados (em particular durante a governação PSD/CDS) que nunca foram substituídos, e as crescentes dificuldades da empresa no acompanhamento a obras que dizem diretamente respeito às suas infraestruturas e funcionamento. No dia seguinte ocorre o acidente na Linha Azul, com o desabamento do tecto de parte de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a Praça de Espanha. A CML afirmou que o acidente se deveu a “um erro técnico”, acrescentando que “não é uma questão de problemas de manutenção” do Metropolitano. Sabemos, no entanto, que a intervenção em causa inclui trabalhos que implicam a entrada no perímetro de segurança do túnel do Metro e, como tal, exigem não só o parecer técnico vinculativo como o acompanhamento desses trabalhos por parte da empresa. O PCP questionou o Governo. Ler aqui a pergunta