Provedor dá razão ao PCP: Construção de sub-estação da REN em Monsanto é ilegal

monsanto.jpgTal como o PCP tem vindo a sublinhar, a construção de uma subestação eléctrica da REN (Rede Eléctrica Nacional) em Monsanto está ferida de ilegalidade. Já em Junho de 2009 o PCP votou e a CML aprovou uma deliberação em que manifestou o seu protesto veemente pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 51/2009, decidindo a instauração duma providência cautelar para suspender esta Resolução, que à revelia da posição maioritária do executivo municipal determinou a suspensão do PDM de Lisboa para construção duma Subestação Eléctrica, numa área de 5305m2, no Parque Florestal do Monsanto. De notar que na altura votaram contra esta proposta os vereadores do PS e José Sá Fernandes.

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Governo admite encerrar mais três hospitais na Zona Ocidental!

mini-785.jpgOs jornais referem como certo «o encerramento das unidades de São Francisco Xavier e Egas Moniz, ambas no concelho de Lisboa, e de Santa Cruz, em Carnaxide, no concelho de Oeiras». Os lóbis da construção civil, da especulação imobiliária e da gestão privada dos serviços de Saúde em Portugal têm muita força, as zonas de implantação de unidades hospitalares constituem apetecíveis oportunidades de especulação imobiliária (seja pela dimensão, seja pela localização) e o Governo já deu provas de que é totalmente permeável às suas arremetidas. A confusão entre os dois campos, o público e o privado, e a subversão dos seus papéis com a concordância do Governo servem os interesses do grande capital, não os dos utentes e do Povo Português.

A CDU reafirma a sua firme oposição a esta política economicista e à abertura de condições para o agravamento da especulação imobiliária em Lisboa com reflexos igualmente negativos na assistência médica e na política de habitação da Cidade.

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Encerramento da Esquadra da Praça da Alegria Ieva mais insegurança ao bairro

esquadra_sem_porta_10996_24_07_n.jpgFoi encerrada pelo Governo a esquadra da Praça da Alegria. Uma esquadra inserida em bairro histórico, que dava às populações garantias de tranquilidade e um sentimento de segurança, é assim extinta e os seus agentes deslocados para fora da área - numa decisão tomada sem consulta aos órgãos competentes do poder local e sem atender às populações afectadas, antes provocando mais insegurança, com grave lesão dos princípios do policiamento de proximidade. Uma decisão contestada pelo PCP perante o Governo e a CM Lisboa.

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CDU: Oposição e trabalho ao serviço da população da Cidade de Lisboa

Devido à onda de especulação que parece estar a levantar-se em algumas Redacções, a CDU de Lisboa esclarece que não foi firmado nem está a ser preparado qualquer acordo global para a Cidade. E que a CDU na Cidade de Lisboa, no quadro da afirmação do seu projecto e dos seus compromisso, tomará a iniciativa e bater-se-á pelas propostas necessárias à defesa e valorização da Cidade de Lisboa e dos interesses da sua população e combaterá todas as medidas negativas da gestão PS.

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