Comunicado do PCP aos trabalhadores da PT Contact

O sector das telecomunicações é dos que mais lucro gera no nosso pais (8,4 mil milhões de euros em 2007) e um dos maiores em número de postos de trabalho permanentes. Logo deveria ser um sector com trabalhadores efectivos e bem remunerados. Mas a realidade é bem diferente, a começar pela empresa incumbente a PT, cuja política nos últimos anos tem sido mandar para casa trabalhadores efectivos, substituindo-os por trabalhadores de empresas de aluguer de mão-de-obra com vinculo precário a estas, com salários baixos e sem direitos.

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Na PT, são milhares de milhões para os accionistas e 1,5% de "aumento" para os trabalhadores!

Na PT, são distribuídos milhares de milhões aos acionistas, milhões aos administradores, e aos trabalhadores querem impôr um "aumento" de 1,5%, ou seja, uma redução do poder de compra. A Célula do PCP na Empresa apela à unidade e luta, única forma de derrotar os exploradores! E apela à participação na Manifestação de 5 de Junho.

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Boletim Célula da PT sobre a situação na Empresa


A Administração da PT desde que assumiu compromissos asfixiantes de remuneração accionista até 2009, garantiu o seu futuro em termos financeiros mas está na iminência de causar danos irreparáveis ao Grupo PT se rapidamente não houver um plano de investimento no negócio e não for introduzida uma nova estratégia para o futuro.

Ler Boletim Célula da PT em PDF 

 

Célula do PCP nos CTT realiza Assembleia de Organização

Realizou-se este sábado a Assembleia de Organização da Célula dos CTT da DORL do PCP, onde se elegeu o novo Secretariado da Célula e se discutiu a ofensiva do Governo contra a empresa e contra o Acordo de Empresa.

A política do Roubo na PT!

Em tempos idos, à intimação “a bolsa ou a vida!”, entregava-se a bolsa mas a vida, ainda que difícil (sempre difícil...), lá continuava. Entretanto o mundo mudou, tudo evoluiu, estamos na era da globalização, etc e tal... e agora já não se ficam pela bolsa: sugam-nos a vida, tentam destruir-nos os sonhos e roubar-nos a esperança! Mas a verdade é esta: nunca entregaremos o “ouro aos bandidos”! A actual situação no Grupo PT é um exemplo vivo da política do roubo.

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Na PT, um novo ano, mas uma velha política!

Iniciamos o novo ano com a ressonância das declarações de Henrique Granadeiro, Presidente da PT, que afirmou que se fosse necessário faria um despedimento colectivo em 2008 de mais de 700 trabalhadores, atribuindo, desde já, as culpas à ANACOM tentando esconder as erradas políticas de gestão da Administração. Ao falar em despedimento colectivo – o que só por si já é muito grave - como forma inovadora de continuar a reduzir trabalhadores na PT – são já mais de 15.000 desde o início da privatização – o Presidente da PT sabe bem que não pode ir por esse caminho. A Célula do PCP na PT reafirma que só com a mobilização e a luta, os trabalhadores conseguem barrar o caminho aos ataques que se avizinham para 2008!

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Sector da Energia apela à luta para 18

O Sector de Energia do PCP apela a todos os trabalhadores para participarem na grande jornada de luta da CGTP-IN marcada para 18 de Outubro. Destacando as formas concretas como o Governo anda a tramar os trabalhadores no sector e em geral, sublinha que esta política não é inocente: serve os interesses dos grandes grupos e famílias, cuja fortuna e poder não pára de aumentar.

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EPAL - Governo divorciou-se dos trabalhadores e casou com os patrões

A Célula do PCP na EPAL está  a distribuir aos trabalhadores da empresa um Boletim onde, sublinhando as consequências para os trabalhadores da política de direita do actual Governo apela, por um lado, à forte participação na luta de 18 de Outubro convocada pela CGTP-IN, e por outro, à adesão ao PCP, o Partido que é diferente dos que são todos iguais, diferente porque sempre ao lado dos trabalhadores.

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PCP nas Telecomunicações Apela à Greve Geral

30 de Maio - Dia de luta

MUDAR DE POLÍTICA PARA UMA VIDA MELHOR


Em todo o país como no sector das Telecomunicações, há razões de sobra para que os trabalhadores independentemente da idade ou do vínculo laboral adiram à GREVE GERAL, convocada pela CGTP-IN, para o dia 30 de Maio.

GREVE GERAL

A ofensiva do patronato e do governo é contra os direitos dos trabalhadores e outras conquistas sociais e laborais, está orientada para a liquidação dos serviços públicos e para a alienação das responsabilidades do Estado em áreas sociais essenciais, com repercussões nas condições de vida dos trabalhadores, das populações e do próprio regime democrático.

GREVE GERAL

A legislação agora aprovada pelo governo PS/Sócrates sobre o trabalho temporário – que promove o trabalho precário – e a anunciada aplicação  no nosso país do conceito de «flexigurança» entendida como um conjunto de normas destinadas a ampliar as possibilidades de o patronato despedir com inteira impunidade, de impor arbitrariamente alterações nos horários de trabalho, remunerações, vínculos e carreiras – são parte integrante da assumida intenção do governo de desregulamentação da legislação laboral e de um processo destinado a favorecer a intensificação da exploração dos trabalhadores e ampliar ainda mais o volume de lucros que os grandes grupos económicos e financeiros apresentam.

GREVE GERAL

Os resultados agora conhecidos por alguns dos mais importantes grupos (os cinco principais bancos nacionais, juntamente com a EDP, PT, Galp e Sonae) com lucros superiores a 5,3 mil milhões de euros em 2006, mais 14,4% do que em 2005 – chocam com o aumento da pobreza, as crescentes dificuldades e desigualdades e com as gritantes injustiças sociais existentes.

GREVE GERAL

No sector das TELECOMUNICAÇÕES nomeadamente nas empresas do Grupo PT, Vodafone, Óptimos, Novis, Anacom e nos Call Center, existem muitas razões para os trabalhadores aderirem à GREVE GERAL e reclamarem os seus direitos adquiridos que permanentemente estão a ser retirados, em particular às novas gerações, com destaque para;

    - a limitação à liberdade da actividade sindical pela via da precariedade laboral e trabalho sem direitos;
    -  a imposição de baixos salários com importantes parcelas destes pagos contra factura e senhas de compras em estabelecimentos de interesse da empresa;
    - a intensificação dos ritmos de trabalho e escutas para avaliação do desempenho do trabalhador;
    - a falta de condições, de higiene e segurança, assim como a inexistência de espaços de convívio.

Se a estes aspectos acrescentarmos a diminuição dos salários reais, as alterações introduzidas no plano de carreiras, a formação de uma bolsa de trabalhadores “excedentários” na PTC, a discriminação salarial, concluímos que são muitas e justificadas as razões para os trabalhadores do sector aderirem em força à GREVE GERAL.

O Partido Comunista Português exorta os trabalhadores a participarem de forma activa e combativa de modo a que a GREVE GERAL constitua um grande êxito na luta por uma nova política que dê resposta aos problemas, direitos e aspirações dos trabalhadores e do Povo Português.

Para mudar de rumo e exigir uma nova política vamos todos fazer
GREVE GERAL contra:

A precariedade
A flexigurança
O desemprego
Por mais justiça social, melhores salários e uma vida digna para quem trabalha.

Dia 30 de Maio
DOS À GREVE GERAL

Maio.2007                                       
                                                                A Coordenadora Regional do PCP para o sector   
                                                                                   Das telecomunicações