PCP com os trabalhadores do Call Center da EDP

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O PCP realizou uma acção de contacto com os trabalhadores do Contact Center da EDP no Oriente com o objectivo de denunciar, mais uma vez, a situação de precariedade e baixos salários em que vivem estes trabalhadores. Contratados através da Randstad para prestar serviço à EDP, empresa com mais de 1000 milhões de euros de lucros, há trabalhadores que ali estão há 15 ou 20 anos, recebendo 680 euros. Recorde-se que António Mexia, administrador da EDP, recebeu o ano passado 262 vezes mais que um trabalhador do CC da EDP, tendo que "trabalhar" apenas 1 dia para receber quase o mesmo que estes trabalhadores num ano inteiro. É inadmissível que estes trabalhadores não sejam da EDP e que esta não assuma qualquer responsabilidade sobre eles, sendo-lhes negados os direitos que constam do acordo de empresa. São mais de 1400 postos de trabalho são permanentes. necessários todos os dias, têm de ter um contrato de trabalho efectivo com a EDP.

PCP assume compromissos em Audição Parlamentar aos Técnicos de Instalação e Manutenção de Telecomunicações

Realizou-se na Assembleia da República uma audição sob o tema "Técnicos de Telecomunicações - Instalação e Manutenção. Trabalhadores do século XXI altamente qualificados e ao serviço do desenvolvimento tecnológico, com direitos e condições de trabalho do século XIX. Esta audição reuniu profissionais do sector e dirigentes do PCP, contando também com a participação do deputado do PCP à Assembleia da República Bruno Dias. Decidimos realizar esta audição após nos terem chegado diversas informações sobre as condições em que estes profissionais (trabalhadores ou pequenos empresários sub-empreiteiros) prestam serviço às grandes empresas de telecomunicações e como as dificuldades que passam são cada vez maiores.

 

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PCP promove Audição dos Técnicos de Telecomunicações - Instalação e Manutenção

audicaoPCP18JunhotecntelecomunicO PCP promove no próximo dia 18 de Junho, na Assembleia da República, uma Audição aos Técnicos de Telecomunicações, tendo como mote «Trabalhadores do Século XXI altamente qualificados e ao serviço do desenvolvimento tecnológico, com direitos e condições de trabalho do século XIX». Um sector que gera enormes lucros mas assenta em trabalhadores precarizados e obrigados a falsas prestações de serviço. Uma Audição que se promove para aprofundar o conhecimento do sector, mas igualmente para encontrar caminhos de luta, proposta e reivindicação, também no quadro parlamentar.

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Trabalhadores da REDITUS em greve pelo pagamento de salários

20180530 reditusOs trabalhadores da REDITUS estiveram em greve, face à continuação dos salários em atraso nesta empresa prestadora de serviços. A luta, convocada por SINTTAV, CESP e SINTAF, decorreu com grande adesão. Durante a manhã, realizou-se uma concentração de trabalhadores (na foto),onde a deputada Rita Rato expressou a solidariedade activa do PCP com esta justa luta, e informou das iniciativas já tomadas pelo PCP na Assembleia da República exigindo ao governo uma intervenção concreta em defesa dos direitos dos trabalhadores.

XII Assembleia de Organização da Célula dos Correios – Lisboa

CTTassembleia fotoRealizou-se no dia 19 de Maio  a  XII Assembleia de Organização da Célula do PCP nos Correios. O Centro de Trabalho Vitória foi  o local desta reunião de trabalho, que teve o propósito  de eleger um novo Secretáriado de Célula , discutir e analisar a situação política actual, contextualizando a mesma com a atividade desenvolvida pelos militantes nas diversas frentes de luta que a Célula enfrenta, na defesa dos direitos dos trabalhadores do sector e da necessária e urgente renacionalização dos CTT. A partir da análise colectiva  do  actual contexto político social, imposto pelos interesses do grande capital, pelo governo PS e União Europeia, e tendo particular atenção as linhas de trabalho definidas pela resolução do Comité Central de 22 de Janeiro, após  debate e discussão das propostas,decidiram os militantes da Célula aprovar uma resolução política onde se caracteriza a actividade da Célula e se definem as prioridades de intervenção e as possibilidades de desenvolver, elevar a luta,e efectivar o reforço da organização e do Partido como objectivos essenciais no caminho da alternativa politica patriotica e de esquerda que o PCP propõe aos trabalhadores e ao país.

Em busca de ainda mais lucros, Galp ataca direitos do fundo de pensões

fundos pensoesO Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobre as alterações ao contrato constitutivo do Fundo de Pensões da Petrogal em 1 de fevereiro de 2018, realizados com argumentos baseados em premissas erradas, já anteriormente recusada pela Autoridade Supervisora dos Fundos de Pensões (ASF), e num momento em que a Galp multiplica lucros.

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EDP: Ouvir os trabalhadores antes de publicar os cadernos de encargos

electricidade btNum momento em que se preparam os concursos para a concessão da distribuição de electricidade em Baixa Tensão, o PCP exige do Governo que tenha em conta nos Cadernos de Encargos as obrigações previstas (por proposta do PCP) na Lei. E aponta a necessidade de ouvir as Organizações Representativas dos Trabalhadores antes de publicar as portarias a regulamentar o processo.

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Exploração e Precariedade na CGD: o Governo tem que intervir!

precariedade cgdCom este Governo a Caixa Geral de Depósitos continua a ser um banco público gerido como se de um privado se tratasse, e cometendo as mesmas ilegalidades contra os trabalhadores que a banca privada. O PCP denunciou a situação de um vasto conjunto de trabalhadores que trabalham na CGD subcontratados sob a capa de (falsas) prestações de serviço, mas que na realidade ocupam postos de trabalho permanentes na CGD mas recebendo muito menos que o que exige o Acordo Colectivo da empresa. Estes trabalhadores já deveriam há muito ter sido integrados no quadro de efectivos da CGD.

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Há Mais Exploração na NOS!

bolnoscc mar2018Um boletim onde se destaca o tratamento aos resultos de 2017 da NOS, e onde se sublinha que se cada trabalhador dos Call Center da NOS passasse a receber um ordenado mensal de 1000 euros, que os lucros baixariam apenas de 124 milhões para 118,4 milhões. Ou seja, onde se demonstra que os salários não aumentam porque o patronato não quer, preferindo acumular lucros gigantescos. Uma realidade que só a unidade, a organização e a luta dos trabalhadores poderá mudar.

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Em distribuição o Boletim do PCP aos trabalhadores das Telecomunicações

bol comunicacoes201805Está a ser distribuído no Sector da Telecomunicações uma nova edição do boletim do PCP para o sector (boletim@telecom), onde se fala da situação na PT, dos salários em atraso na Reditus, dos lucros das principais empresas e dos baixos salários que se praticam. Um Boletim onde ainda se fez o importante apelo à participação nas Manifestações do 1º de Maio e do 25 de abril.

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