Taxi: A luta contra a liberalização continua!

capataxijul18O PCP está a distribuir ao sector do táxi um comunicado onde se faz um resumo do processo que o sector está a atravessar, e onde se apresenta a visão do PCP - patriótica e de esquerda - para a modernização deste sector. Uma modernização que não usa as novas tecnologias para disfarçar a velha exploração e precariedade, e antes faz do trabalho com direitos o pilar onde deve assentar a modernidade.

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Táxi: Contra a liberalização, pela defesa e modernização do sector do táxi

IMG 20180616 153830 resized 20180616 035656551Realizou-se no CT Vitória uma reunião sobre «A Modernização do Sector do Táxi» que reuniu profissionais do sector, autarcas e dirigentes do PCP. Fez-se um ponto da situação da ofensiva liberalizadora contra o sector (que pretende entregá-lo ao controlo das multinacionais), e da luta por conseguir uma verdadeira modernização, que garanta condições de trabalho e de vida dignas aos profissionais e permita ao sector dar o contributo devido à mobilidade em Portugal e à economia nacional. 

Implicações do veto do Presidente da República à lei da UBER

capa taxiabrilUm Comunicado aos profissionais do sector do táxi sobre o veto do Presidente da República à lei de legalização da UBER (e outras multinacionais), com uma avaliação das implicações desta decisão e onde se aponta para a necessidade de derrotar uma lei injusta, aprovada por PS/PSD/CDS com a oposição do PCP.

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PCP: Contra a liberalização do sector do táxi, a luta continua!

taxi moderNa sexta-feira passada, o PCP apresentou um projecto de resolução na Assembleia da República sobre «A Modernização do Sector do Táxi» onde avança com um conjunto de propostas que o sector há muito vem avançando perante a indiferença dos sucessivos governos, que têm preferido intervir no sector do táxi a reboque dos interesses e das ordens das multinacionais. A proposta do PCP será discutida na Assembleia da República já na sexta-feira. Entretanto o Presidente da República vetou a Lei da Uber (contra a qual o PCP votara contra) argumentando com os riscos para o táxi da entrada em vigor de um regime paralelo, uma decisão que mereceu já do PCP a edição de uma Nota de Imprensa.

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Ler Nota de Imprensa sobre veto à Lei da Uber

Táxi: PS/PSD/CDS continuam submissos às multinacionais!

capataxi 201803PS, PSD e CDS coordenaram-se na Comissão de Transportes para concertar uma proposta de lei de legalização das multinacionais como a Uber. A lei assim concertada irá a votos no próximo dia 23 de Março, e o PCP irá votar contra. O PCP denunciou a cumplicidade antiga de PS/PSD com as multinacionais e apelou aos profissionais do sector para lutarem contra esta lei e contra aqueles que se preparam para a aprovar.

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Governo promete perdão de multas às multinacionais afrontando a lei em vigor

req multas uberSão graves as declarações do Secretário de Estado dos Transportes, prometendo às multinacionais UBER e CABIFY um perdão das multas que lhe estão a ser aplicadas devido à lei. Graves porque um membro do Governo atreve-se a assumir publicamente que as leis só são para cumprir por alguns, e que é o Governo quem pode decidir quem tem que obedecer à lei e quem de tal está dispensado. Graves porque confirmam as responsabilidades do governo no continuado funcionamento ilegal e impune de multinacionais em concorrência desleal com o sector do táxi. Face à gravidade destas declarações, o PCP optou por chamar o seu autor a prestar esclarecimentos na Assembleia da República.

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Comunicado ao Sector do Táxi apela ao voto na CDU

taxi2017Está a ser distribuído aos profissionais do sector do táxi um comunicado de apelo ao voto na CDU, e onde se dá conta dos compromissos da CDU para com o sector e das razões acrescidas deste para votar CDU. O voto na CDU é não só o que contribui para reforçar o reconhecido projecto autárquico da CDU e para eleger candidatos trabalhadores, honestos e competentes, como é o voto que dá força às justas reivindicações dos profissionais do táxi, como a vida tem demonstrado.

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Profissionais do Táxi com a CDU

20170908 taxi1 600Na passada sexta-feira realizou-se um Jantar de profissionais do sector do táxi de apoio à CDU. Uma iniciativa onde ficou patente o compromisso dos candidatos da CDU com este sector e onde se ouviram as razões de apoio à CDU de um conjunto de profissionais do sector (intervieram Carlos Ramos, Eduardo Cacais e Rodolfo Melo). Pela CDU interveio Bernardino Soares, Presidente da CM Loures e candidato a um novo mandato, e estiveram presentes: Amável Alves, candidato a presidente da CM Amadora; Clemente Alves, candidato a Presidente da CM Cascais; Heloísa Apolónia, candidata a presidente da CM Oeiras; Pedro Ventura, candidato a presidente da CM Sintra; Regina Janeiro, candidato a presidente da CM Vila Franca de Xira; e Carlos Moura, Vereador da CDU na CM Lisboa e candidato a novo mandato.

Táxi: Há que acabar com a ilegalidade e a subserviência às multinacionais

rectanguloplataformasilegaisA lei 35/2016 manda punir, expressamente, as plataformas de angariação de clientes para viaturas sem licença. Mas a realidade no terreno é que duas multinacionais continuam a actual impunemente, colocam anúncios, fazem protocolos até com entidades públicas, e o governo e as instituições que tutela continuam sem nada fazer. Da lei, limitam-se a fazer aplicar algumas multas a operadores ilegais, mas sempre sem afectar directa ou indirectamente as multinacionais. O PCP exige do Governo que faça aplicar a lei a todos, acabando com o estado de excepção das multinacionais.

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Contra a liberalização do Sector do Táxi: a luta continua!

comunicadotaxi20170403A Célula do PCP no Sector do Táxi está a distribuir um comunicado aos profissionais do Sector onde faz um ponto da situação da luta contra a liberalização. Um comunicado onde se abordam as propostas de lei do Governo e do BE (que criariam um novo regime) e as propostas de alteração que o PCP apresentou que desarticulariam os aspectos gravosos contidos na proposta de Governo. Um comunicado onde se aborda ainda a luta pela aplicação da lei com as autoridades a serem progressivamente obrigadas a actuar contra as ilegalidades.

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