Projecto-lei para a recuperação do controlo público da TAP e da SPdH/Groundforce

 

O PCP apresentou um projecto-lei para a recuperação do controlo público do Grupo TAP e da empresa de assistência em escala SPdH/Groundforce. É hoje claro que o capital privado não irá salvar a TAP, e que esta será destruída se nada for feito pelo Estado. Sendo indispensável o controlo efectivo destas empresas pelo Estado, na defesa do interesse nacional e dos direitos dos trabalhadores destas empresas, a proposta do PCP preconiza a adopção de uma posição maioritária pelo Estado no seu capital, e a recuperação integral de todos os direitos sobre a gestão que essa maioria deve implicar, independentemente das formas jurídicas que venham a ser assumidas.

Ler aqui o Projecto-Lei

Acto Público de Solidariedade com os trabalhadores do Sector aéreo

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O PCP irá realizar um acto público de Solidariedade com os trabalhadores do sector aéreo. Dia 23 de Abril, 5ª Feira entre as 11.30h e as 13h frente ao terminal de chegadas do terminal 1. Juntam-se neste acto solidário o deputado Bruno Dias e Armindo Miranda da Comissão Política do PCP.

Ler AQUI comunicado dirigido aos trabalhadores do Aeroporto Humberto Delgado. 

PCP questiona: vai o Governo travar o lay-off na TAP?

É necessário um plano para evitar a destruição e garantir o futuro da TAP. Um plano que passa no imediato pelo respeito integral dos direitos dos trabalhadores, assegurando os seus salários, sem despedimentos, preparando o caminho para que, assim que o transporte aéreo regresse à normalidade, a TAP possa dar resposta às necessidades do País.

 

A TAP precisa de meios para conseguir suportar vários meses sem as receitas decorrentes da sua operação e cumprindo o essencial dos compromissos a que está obrigada. Meios que poderão representar largas centenas de milhões de euros, mas que serão sempre inferiores aos custos da sua destruição. O Estado português deve assumir a responsabilidade no imediato pela gestão pública da empresa. Exigindo da União Europeia que cheguem à TAP os apoios já anunciados para o sector da aviação civil. Travando a entrega da empresa ao grande capital estrangeiro e transformando os recursos públicos – nacionais ou de fundos comunitários – que sejam necessários mobilizar para salvar a companhia, em capital social da empresa.

Por tudo isto, o PCP questionou, entre outras coisas, como vai o Governo travar o recurso ao anunciado lay-off na TAP.

Ler aqui a pergunta

Defender a TAP e os seus trabalhadores!

TAPfotoO PCP realizou hoje uma declaração pública onde defendeu que o Estado português deve assumir a responsabilidade no imediato pela gestão pública da empresa. Exigindo da União Europeia que cheguem à TAP os apoios já anunciados para o sector da aviação civil. Travando a entrega da empresa ao grande capital estrangeiro e transformando os recursos públicos – nacionais ou de fundos comunitários – que sejam necessários mobilizar para salvar a companhia, em capital social da empresa. Repudiou ainda todos os ataques feitos aos trabalhadores da TAP e de várias empresas da Aviação Civil.

 

Ver aqui a declaração

Defender a TAP pública é defender o povo e o país

tap2019novNa sequência de uma reunião com a Comissão de Trabalhadores da TAP, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo sobrea situação da companhia, particularmente sobre o processo de «joint-venture» com a Azul, que pode ser de catastróficas consequências para a TAP. Disso dá nota a Célula em comunicado.

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TAP precisa de voltar ao controlo público

20190607 tapgrupoA célula do PCP na TAP editou um comunicado aos trabalhadores sobre o mais recente desmando da gestão privada da TAP, desta vez o pagamento de prémios discricionários a alguns trabalhadores. No comunicado o PCP recorda não ser esta a primeira - nem a mais grave - opção errada da gestão privada, recorda igualmente quem entregou a empresa à gestão privada (PSD/CDS) e quem decidiu manter a gestão nos privados (PS), mas principalmente faz questão de sublinhar a imensa riqueza para o país que a TAP continua a representar, e que contnua a exigir o regresso da mesma ao controlo público.

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PCP questiona governo sobre tentativa de aumentar a exploração na TAP

tapterraO PCP questionou o Governo, que tutela 50% do capital da TAP, sobre a mais recente tentativa de aumentar a exploração dos trabalhadores da TAP, com a tentativa de redução direitos e alargar custos aos trabalhadores quer no seguro de saúde quer no trabalho deslocado.

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O Valor da TAP é o dos seus trabalhadores!

tap out18A Célula da TAP distribuiu os trabalhadores um comunicado sobre a situação na empresa, onde se critica o Governo pela passividade face ao minoritário capital privado, e onde se sublinha que o maior valor da empresa são os seus trabalhadores, ao contrário daquilo que a prática patronal quer dar a entender. Um comunicado onde se apela igualmente à participação na Manifestação Nacional de 15 de Novembro.

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TAP: Governo tem que travar despedimentos e repressão

2req TAPNos últimos meses assistiram-se a diversas situações no Grupo TAP, onde só a pronta intervenção organizada dos trabalhadores impediu um ainda maior agravamento da situação laboral. Com a passividade do governo, a Administração pode ameaçar trabalhadores e censurar comunicações da CT, e ainda tentou desenvolver um despedimento colectivo encapotado. O PCP exigiu que o Governo adoptasse uma atitude mais respeitadora da lei e do facto de deter 50% do capital.

Ler Requerimento sobre assédio e Requerimento sobre o despedimento

PCP distribui Boletim da Célula da TAP no Aeroporto de Lisboa

boltap maio18A Célula da TAP está a distribuir aos trabalhadores da empresa o seu Boletim de Maio, muito centrado na análise às contas de 2017, e onde se faz o desmistificar do auto-elogia da Administração da TAP, antes alertando que a TAP continua a mostrar a sua viabilidade APESAR da gestão privada, e não graças a ela.

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