Derrotar a ofensiva das empresas de segurança privada contra os legítimos direitos e interesses dos vigilantes

Em comunicado, os trabalhadores comunistas no Sector da Vigilância afirmam que "2015 prossegue a ofensiva das empresas de segurança privada contra os legítimos direitos e interesses dos vigilantes. Já não são só as pequenas empresas de vão de escada que praticam patifarias contra quem trabalha. Prosegur, Securitas, Esegur, Prestibel, 2045, Strong, Sharon, entre outras, estão a transformar a vida de quem trabalha honradamente num autêntico inferno." Apelando à mobilização dos trabalhadores, afirma que "Ficarmos quietos, supondo erradamente que as patifarias dos nossos patrões não nos atingirão é a atitude mais errada. Todos seremos atingidos, é só uma questão de tempo. Primeiro empurram os que têm mais anos de empresa – com direito a indemnizações mais elevadas – depois os mais velhos e no fim os mais jovens. Uns perderão o seu emprego, outros os seus direitos, todos ficarão em situação mais precária." Ler em PDF