Trabalhadores da RTP em vigília pelo serviço público de rádio e televisão

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Os trabalhadores da RTP realizaram ontem uma vigília em defesa do serviço público de rádio e televisão, frente à residência oficial do primeiro-ministro. A vigília, convocada pelos sindicatos representativos dos trabalhadores ao serviço da RTP (Sindicato dos Jornalistas, STT, SINTTAV, SMAV, FE, SITIC, STE), integra-se num rol de iniciativas com vista à salvaguarda do futuro da empresa, dos seus postos de trabalho e do serviço público prestado ao povo e ao País. Bruno Dias, deputado do PCP, deslocou-se ao protesto para reafirmar a solidariedade com os trabalhadores e o empenho dos comunistas na luta pela defesa do serviço público de rádio e televisão.

PCP solidariza-se com a luta e resistência dos trabalhadores da RTP

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Os comunistas rejeitam qualquer proposta que conduza à privatização do serviço público de rádio e televisão. A concretizar-se esta opção pelo executivo de Passos Coelho, culmina um longo processo de ataques por parte dos sucessivos governos de direita contra a rádio e televisão pública, que só não avançaram mais porque embateram na oposição dos trabalhadores e da população. A luta e resistência pela defesa do serviço público de rádio e televisão e pela defesa dos postos de trabalho e direitos dos trabalhadores contaram e contarão sempre com o apoio e a participação do PCP.

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Ruptura e Saída da Crise: Portugal a produzir

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Face à tremenda ofensiva das políticas de sucessivos governos de direita, alternadamente pelo PS e PSD, com ou sem o CDS-PP, e face às imposições da Troika, o Partido Comunista Português tem-se destacado como a força política que consistentemente tem combatido a política de direita e defendido a soberania nacional, e que tem mobilizado os trabalhadores e povo português em campanhas de resistência contra estas políticas e o Pacto de Agressão. Mas o PCP não é apenas uma força de resistência.

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Contra o despedimento colectivo no Grupo Impala

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Face ao despedimento colectivo no Grupo Impala, o PCP: manifesta a sua solidariedade e apela aos jornalistas e a todos os trabalhadores atingidos por esta medida do grupo Impala para que se mobilizem e lutem em defesa dos seus postos de trabalho; reclama do Governo PSD/CDS medidas que impeçam o livre arbítrio do patronato neste sector, a adopção de políticas que valorizem o serviço público e combatam a concentração da propriedade dos órgãos de comunicação social ; e assume o compromisso de levar por diante as iniciativas que considere necessárias para denunciar e impedir a sua concretização, tendo já apresentado um requerimento ao Governo na Assembleia da República acerca desta matéria e solicitado a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho.

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PCP realiza Audição sobre a Revisão da Estrutura Curricular

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Realizou-se, no salão do Centro de Trabalho Vitória, uma audição parlamentar sobre a revisão da estrutura curricular apresentada pelo MEC. No final da sessão o deputado Miguel Tiago fez uma síntese dos contributos recolhidos e reafirmou o empenho do PCP, através do seu grupo parlamentar, em combater a política de destruição da escola pública. No entanto não deixou de recordar a todos os presentes que o trabalho institucional do grupo parlamentar é apenas uma parte do combate que tem que ser travado por todos os democratas contra a política de direita, contra o memorando da troika internacional e contra o pacto de agressão que a troika nacional aceita sem contestação e que leva Portugal e os portugueses no caminho da destruição.

Posição da Direcção do Sector Intelectual de Lisboa do PCP sobre as recentes medidas para a cultura

O governo do PSD/CDS anunciou o que designa como medidas de reestruturação da Administração Central. Tal como o governo PS fez com o PRACE, agora com o pomposo nome de PREMAC - Programa de Redução e Melhoramento da Administração Central - o que o governo procura é um novo salto qualitativo na demissão do papel do Estado no cumprimento das suas funções constitucionais na prestação de serviços públicos, ao mesmo tempo que ataca brutalmente os direitos e os salários dos trabalhadores da Administração Pública.

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Faleceu José Manuel Osório

jose_m_osorio.jpgCom o falecimento de José Manuel Osório, o PCP, o Portugal de Abril, a democracia portuguesa e o povo de Lisboa e, sobretudo, o Fado, perderam um artista empenhado, um estudioso apaixonado, um militante determinado.

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Apelo dos Intelectuais Comunistas da Área do Património

eleies_legislativas_2011_-_patrimnio-1.jpgO objectivo das troikas é "construir um Estado que sirva apenas para favorecer os negócios de milhões dos grandes grupos económicos e financeiros, destruindo o princípio de um país para todos os portugueses" denuciam os Intelectuais Comunistas da Área do Património num apelo recentemente publicado. "A finalidade dos grandes grupos capitalistas é criar a aberração de um Estado garantidor dos seus lucros. Para estes que se privatize tudo: da água ao património, dos sectores financeiros aos sectores chave dos transportes e da indústria. Os lucros serão para os capitalistas, os prejuízos serão pagos por quem vive da sua força de trabalho" acrescentam.

No que respeita à Cultura estes intelectuais dizem: "Estas políticas de ataque ao emprego público subscritas pelo PS, PSD e CDS, em nome da solução da crise, não farão mais que agravar as deficiências do funcionamento da administração estatal e da situação económica e social do país. Assim como têm tido e terão consequências catastróficas para a cultura em geral e para o património histórico em particular".

Ainda no mesmo comunicado podemos ler: Por uma política patriótica de esquerda que defenda o desenvolvimento nacional, o valor do trabalho e o património cultural que é de todos os portugueses, os intelectuais comunistas apelam ao voto na CDU no próximo dia 5 de Junho".

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Psicólogos Apoiam a CDU!

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"A situação económica e social em que nos encontramos é o resultado de 35 anos de governos do PS, PSD e CDS, os mesmos partidos que assinaram o acordo com a Troika F.M.I./ F.E.F./ U.E. que pretende impôr a continuação das mesmas políticas." afirmam os psicólogos que apoiam a CDU num documento que se encontra agora .em distribuição.

Para além desta clara identficação dos responsáveis  pela dramática situação em que o país se encontra, estes profissionais rejeitam um amplo conjunto de medidas do governo que descriminam no mesmo documento e contrapõem com as alternativas propostas pela CDU.

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São já 131 os professores do Distrito de Lisboa que assinaram o apelo ao voto na CDU!

O Manifesto de Professores em Apoio à CDU lançado a semana, passada conta já com o apoio de 131 professores (lista completa de nomes em "Ler Mais"). Um Manifesto onde se sublinha que "Em 5 de Junho, os portugueses vão eleger deputados à Assembleia da República e está nas suas mãos escolher uma verdadeira alternativa, baseada numa política patriótica e de esquerda que rompendo com a política de direita, aposte no desenvolvimento económico, na melhoria das condições de vida dos trabalhadores e do povo, na defesa do interesse público e dos direitos dos cidadãos e recupere e afirme a soberania nacional."

Enviar o apoio à CDU aqui

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