PCP repudia despedimentos em grandes grupos de Comunicação Social

A Cofina e a Impresa anunciaram uma centena de despedimentos de trabalhadores por terem diminuído os seus lucros, apesar de eles continuarem nos vários milhões de euros. Em comunicado aos trabalhadores, o Sector Intelectual denuncia que "Os jornalistas e outros trabalhadores da comunicação social são considerados descartáveis pelas empresas, que os substituem por estagiários ditos curriculares, sem pagamento, por trabalhadores com vínculos precários ou sobrecarregando os que ficam com o trabalho dos que saem, e são pressionados e ameaçados para se submeterem às chamadas “rescisões por mútuo acordo”.

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Acção de esclarecimento e informação aos trabalhadores das produtoras de audiovisuais Plural e a SP Televisão


O Sector Intelectual realizou uma acção de esclarecimento e informação aos trabalhadores das produtoras de audiovisuais concretamente a Plural e a SP Televisão, divulgando uma recente proposta apresentada na Assembleia da República pelo Grupo Parlamentar do PCP que confere poderes executivos à ACT quando esta verificar a existência de falsos recibos verdes. A ser aprovada esta proposta os trabalhadores com falsos recibos verdes passariam de imediato a ter um contrato sem termo, cabendo à entidade patronal a comprovação da legitimidade do recurso a este expediente laboral. Recorde-se que recentemente a ACT assinalou a existência, nestas duas empresas, de muitas dezenas de situações ilegais.

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Saíu o número de Março do Esteiro

esteiro ano  vii no13 20170301 0831-01Editorial
O PCP realizou, na Assembleia da República, no passado dia 17 de Fevereiro, uma audição pública dedicada ao livro e à leitura, actual situação e perspectivas, com o objectivo de abordar diversas temáticas de interesse para esta área, designadamente o Plano Nacional de Leitura, as bibliotecas escolares e públicas, a leitura e o ensino de literatura, bem como debater os meios e as condições para a criação e a difusão literária. A riqueza do debate, as questões suscitadas e o alargado e diversificado leque de presentes permitiram aprofundar a nossa reflexão nalgumas das várias componentes que contribuem ara nriquecimento (ou empobrecimento) da cultura literária do povo português, desde os elementos necessários à criação aos que potenciam a sua fruição. 

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Sobre o Fim do Teatro da Cornucópia e os apoios públicos às artes

o vazio  by searchmenotO anúncio do encerramento do Teatro da Cornucópia trouxe a lume, novamente, a problemática do crónico subfinanciamento dos apoios públicos às Artes. Efetivamente, o caso da Cornucópia não é único e, todos os anos, são várias as estruturas e projetos que vão ficando pelo caminho e encerrando portas ou que, vendo a sua liberdade de criação verdadeiramente cerceada por falta de financiamento digno e regular, se vão descaracterizando profundamente. 

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Saíu o Esteiro

esteiro ano vi no12 capaO Esteiro, boletim do sub-sector da Cultura Literária do Sector Intelectual da ORL, tem mais um número. A edição de Setembro, com imagem renovada, está disponível no CT Vitória.

Universidade Nova de Lisboa: Fundação não é solução!

unnamedO Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), continua a esclarecer  e a dinamizar a discussão junto dos  trabalhadores e toda a comunidade universitária para os perigos que representa, a concretizar-se, a passagem da Universidade Nova de Lisboa ao regime fundacional.

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Cultura em Portugal e as Propostas do PCP

Intervenção de Ana Mesquita, deputada do PCP na Assembleia da República,  na Reunião Nacional "Cultura em Portugal e as Propostas do PCP" realizada no passado dia 2 de Julho, na Casa do Alentejo em Lisboa.

O PCP não deixará de estar na linha da frente em defesa da Cultura como factor de emancipação individual, social e nacional!

20160702 reuniao nacional pcp estado cultura propostas pcp casa alentejo lisboa«Sinal inequívoco da falta de vontade política que marca a atitude de sucessivos governos em relação ao princípio constitucional da democratização da cultura, é o continuado incumprimento de uma recomendação da UNESCO que coloca como princípio orientador para países, com o tipo de desenvolvimento do nosso, que as verbas a gastar com a cultura deveriam representar 1% do PIB.

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Não há jornalismo de qualidade com precariedade e baixos salários

logo campanha2016“Estágios, curriculares ou profissionais, recibos verdes ou contratos temporários, são a regra e uma forma cada vez mais utilizada para baixar salários, garantir a redução de postos de trabalho, o condicionamento do que se escreve e uma mais fácil imposição da desregulação horária e do trabalho extraordinário não pago.”Ler em PDF

O combate à precariedade no Ensino Superior Público é urgente!

8281823 p9dAFA precariedade laboral no ensino superior público – das Universidades e Politécnicos – é actualmente uma realidade em ascensão que afecta milhares de docentes e degrada as condições de ensino e de investigação científica em Portugal.

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