PCP confronta Governo com falta de respostas à luta contra a precariedade e a exploração no Handling

cartaz handlingQuando os trabalhadores do sector preparam uma jornada de luta para os próximos dias 28, 29 e 30 de Dezembro, o PCP confronta o Governo na Assembleia da República com os atrasos na concretização de decisões da Assembleia da República e de compromissos públicos do próprio Governo que tornam o Governo directamente responsável por esta greve. É que não basta o Governo declarar-se preocupado com a situação, ele tem que agir na regulamentação e combate à precariedade e insegurança.

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Mais um sector estratégico em risco na Ferrovia: a Unidade de Inovação e Desenvolvimento da EMEF

quadradoemefuidQuando em 2012 o Governo alienou a Unidade de Investigação e Desenvolvimento da EMEF, vendendo-a em 65% à multinacional NOMAD Digital, o PCP alertou para os perigos que essa venda comportava para a CP, para a EMEF e para a soberania nacional. Face às notícias da venda da própria NOMAD Digital, e dos perigos de encerramento dos projectos em desenvolvimento em Portugal, o PCP questionou o Governo sobre as medidas que pretende tomar para defender a soberania e o aparelho produtivo nacional.

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Editadas as intervenções sobre o Sector dos Transportes proferidas no Congresso do PCP

capaXXcongressoO Sector dos Transportes da ORL está a distribuir um Boletim reunindo as intervenções sobre o sector realizadas no XX Congresso do PCP: Quer as realizadas por delegados das células do sector (Ferroviários, Metropolitano de Lisboa, Carris, Sector Aéreo e Sector do Táxi) quer as realizadas por outras organizações mas directamente sobre os transportes (Ferroviários de Setúbal, Luta dos Utentes e Luta pelo Passe Social).

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Consequências da privatização da ANA: trabalhadores sem estacionamento no local de trabalho (mas os parques existem!)

IMG 1315Os Vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa (João Ferreira e Carlos Moura) visitaram hoje o aeroporto de Lisboa acompanhados de estruturas representativas dos trabalhadores do Aeroporto (SITAVA, CT SPDH, USL, SCIF-SEF, ASPP-PSP e APIT) para aprofundar o dramático problema da falta de estacionamento para os trabalhadores provocada pela política da multinacional Vinci, e cujos efeitos se fazem sentir nos bairros vizinhos ao Aeroporto. Uma situação que afecta particularmente os trabalhadores mais precarizados (dos prestadores de serviços e das ETT), mas está a agravar-se para os trabalhadores efectivos das empresas estruturantes da actividade aeroportuária e para os profissionais das forças de segurança destacados para o aeroporto. Apesar da abundante chuva, foi possível constatar o trajecto imposto aos APAS, por exemplo, cujos horários não permitem a utilização de transportes públicos, e que têm que percorrer quase um quilómetro à chuva e fardados porque tão pouco a ANA lhes disponibiliza uma sala para mudar de roupa. O PCP comprometeu-se a levar estas reivindicações à Câmara Municipal e ao Governo, apontando para a questão de fundo, a necessidade de retomar a gestão pública da ANA.

CarrisBus: PCP alerta trabalhadores em visita às oficinas da Musgueira e Cabo Ruivo

IMG 1488O PCP visitou as oficinas da Musgueira e de Cabo Ruivo da CarrisBus (empresa que garante a manutenção e reparação da frota da Carris), levando um alerta para as consequências agravadas da não existência de contratação colectiva face ao OE 2017, informando das iniciativas já tomadas pelo PCP e expressando a convicção que a luta pela Contratação Colectiva será vencida pelos trabalhadores da CarrisBus.

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Multinacional MSC tenta passar por cima da legislação nacional!

20161212cpcargaA multinacional MSC está a exigir que os trabalhadores da ex-CP Carga que, à boleia de um Documento sobre Política Anti-Suborno, assinem uma declaração onde declaram aceitar essa «política», como se em Portugal não houvesse leis sobre suborno e corrupção, e como se não houvesse leis sobre os direitos e as obrigações dos trabalhadores. Um comportamento inaceitável, que desrespeita os trabalhadores e o país, e deve ser frontalmente repudiado. Uma hipocrisia vindo de quem acaba de receber de borla a CP Carga com todos os seus 200 milhões de euros de equipamentos. No comunicado, a célula do PCP alerta os ferroviários para as verdadeiras intenções da multinacional.

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Assinatura do CCT do Handling é um importante passo, mas quando é o regulador que quer desregular, a luta é o caminho!

20161206handling anac cctO Sector dos Transportes do PCP, no dia em que se assina o CCT para o sector da Assistência em Escala (vulgo handling) divulgou uma tomada de posição onde valoriza esse acontecimento e a luta que lhe deu origem, e reage à inaceitável tomada de posição da ANAC divulgada ontem, e onde este pseudo-regulador revela toda a parcialidade e falta de independência, revelando-se subserviente aos interesses da multinacional Vinci (para quem trabalhava o Presidente do ANAC antes de ocupar esse lugar). O PCP sublinha ainda a importância de conseguir a extensão deste CCT a todo o sector, como medida para o combate da precariedade, da exploração e da desregulamentação do trabalho.

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ANA/VINCI têm que garantir estacionamento aos trabalhadores do Aeroporto

20161206aeroportolisboaestacionamentoOs trabalhadores do Aeroporto de Lisboa, que são perto de 20 mil, estão a ficar sem quaisquer alternativas de estacionamento, na sequência das políticas da multinacional Vinci desde que se apossou da ANA, e da passividade da Câmara Municipal de Lisboa e do Governo com o comportamento da multinacional. ´Mesmo os trabalhadores com horarios incompatíveis com os transportes públicos que hoje existem (basicamente, qualquer que entre ou saia entre as 24h00 e as 6h00) não têm acesso ao estacionamento, com a  multinacional a limitar cada vez mais os espaços antes existentes para proceder à sua rentabilização agressiva. O PCP já colocou a questão ao Governo e o Vereador da CDU de Lisboa já anunciou visita ao local para aprofundar conhecimento do problema.

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Assinatura do Acordo de Empresa culmina seis anos de luta no Metropolitano de Lisboa

metro20161125A Célula do PCP no Metropolitano de Lisboa está a distribuir aos trabalhadores da empresa um comunicado a propósito da Assinatura do Acordo de Empresa no passado dia 16 de Novembro. Um comunicado onde se sublinha a luta de 6 anos e as importantes vitórias alcançadas, onde se aponta que a assinatura do AE (depois da derrota da privatização, do roubo dos complementos e do fim dos cortes) marca o final vitorioso de um ciclo,mas onde não se deixa de sublinhar a necessidade de prosseguir a luta.

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Contratação Colectiva no SEE: Duas vitórias na luta de continua!

cap oe2017 24112016A aprovação hoje, na Assembleia da República, de duas alterações ao Orçamento de Estado, representam duas importantes vitórias na longa luta dos trabalhadores do Sector Empresarial do Estado em defesa da contratação colectiva: foi revogada a imperatividade do Decreto-Lei 133/13 sobre a contratação colectiva; foi reposto o primado da contratação colectiva, com a aplicação de efeitos remuneratórios a ser realizada em Janeiro, Julho e Janeiro. Uma vitória que deve ser valorizada, mas não pode fazer esquecer o muito que falta avançar e as condições para que esses avanços se dêem: o reforço da luta e do PCP.

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