PCP leva à Assembleia da República problemas dos trabalhadores da CarrisBus

carrisbus dpdavisitaNa sequência da visita realizada à empresa, o PCP levou um conjunto de problemas dos trabalhadores da CarrisBus à Assembleia da República, e questionou o governo sobre a situação dos trabalhadores precários que deveriam estar todos como efectivos, sobre a ausência de contratação colectiva e sobre a não tomada de medidas de prevenção de acidentes de trabalho (que já custaram uma vida).

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Contra a liberalização do táxi, a luta continua!

taxi10012017A Célula do PCP no Sector do Táxi está a distribuir aos restantes profissionais um comunicado onde se faz o ponto da situação da resistência ao processo de liberalização do sector. Um comunicado onde o PCP alerta que essa luta tem que correr a par da luta contra a crescente exploração e precariedade dos trabalhadores do sector. Um comunicado onde se sublinha que apesar das intenções do Ministro do Ambiente e das multinacionais, o que hoje está em vigor (e se deve exigir ser aplicado) é a Lei 35/2016, e que hoje, «viaturas sem alvará não podem transportar
passageiros a pagar, e é ilegal a angariação de clientes para essas viaturas sem alvará.» 

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Contra a impunidade das multinacionais, contra a exploração do trabalho, PCP com o sector do táxi!

contrailegaisO PCP aproveitou o debate na Assembleia da República sobre o sector do táxi para confrontar o governo com o facto de não estar a ser cumprida a lei aprovada na Assembleia da República em 2015 que pune a actividade ilegal e as plataformas que angariam passageiros para o transporte ilegal. É uma situação inaceitável e que causa a revolta no sector. O PCP sublinhou ainda que estará contra qualquer tentativa de fazer legislação à medida das multinacionais, e que a proposta de lei que o Governo enviou para a Assembleia (e a comunicação social fez crer já estar em vigor) terá que ser alterada para garantir a defesa do sector do táxi.

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Carris: Em 2017, só a luta vai permitir avançar!

04012017carrisA Célula do PCP na Carris está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre a as implicações do Orçamento de Estado para 2017 para os trabalhadores da empresa e suas participadas. Um comunicado onde se sublinha os avanços conquistados em 2016 (fruto da luta travada desde 2009) mas onde igualmente se constata os limites desses avanços. A Célula alerta ainda para o facto de o Orçamento de Estado para 2017 abrir a possibilidade de recuperar rendimentos roubados pelas políticas impostas desde 2009, mas sublinha que só uma acção firme e determinada conseguirá impor a Governo e Administração a sua efectivação.

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Vitória da Luta: No refeitório do Metro já se cumpre o AE!

referitoriometro20170102O dia começou mal. Os preços praticados no Refeitório do Metro violavam o Acordo de Empresa e ainda faziam aplicar uma norma que vigorou nos OE de 2011 a 2016, mas foi retirada do OE2017. Face à recusa dos trabalhadores em pagar o preço que lhes estava a ser ilegalmente cobrado, e com a activa participação de dirigentes do STRUP/FECTRANS e da CT, a Administração acabou por reconhecer a razão dos trabalhadores e fazer aplicar o preço acordado. Eis um exemplo (aliás apontado no comunicado de hoje da célula do PCP) de como será a unidade e luta dos trabalhadores o factor decisivo para materializar os avanços possíveis de serem alcançados.

Depois de importantes vitórias em 2016, a luta continua em 2017!

02012017metrolisboaValorizando os avanços conseguidos em 2016 pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, a Célula do PCP sublinha a necessidade de continuar a luta em 2017, sublinhando duas vertentes dessa luta: a luta em defesa do serviço público prestado, que atinge níveis brutais de degradação da fiabilidade e qualidade; a luta pela plena concretização do Orçamento de Estado de 2017 e pela acesso pleno à contratação colectiva de todos os trabalhadores do Metropolitano. Um comunicado onde a Célula convida todos os trabalhadores a reforçarem o PCP.

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PCP contra aumento de preços nos transportes e nas portagens

precostransportesportagO PCP apresentou hoje um requerimento ao Governo sobre os aumentos de preços decretados para os transportes e para as portagens, criticando quer esses aumentos, quer o facto de o governo optar por consolidar os brutais aumentos nos transportes impostos pelo anterior governo, quer o facto do governo ter optado por publicar o despacho dos aumentos para os transportes demasiado tarde, face aos prazos de divulgação prévia aos utentes e aos prazos para articular com outras entidades, públicas e privadas, a politica tarifária. 

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Serviços Mínimos Ilegais serão derrotados: Governo alia-se às multinacionais para tentar reprimir luta dos APA

cartaz apaz dez2016mO PCP confrontou hoje o Governo com o despacho ilegal que o mesmo realizou contra a luta dos APA's. À semelhança do acontecido em Agosto, o Governo tenta dar carta branca à patronal para requisitar todos os trabalhadores para serviços máximos, violando ainda a lei ao não identificar os voos que constituem serviços mínimos e os trabalhadores necessários. O conceito que o Governo tenta impor - a de que os trabalhadores têm que garantir toda a operação - é ilegal e insconstitucional. O PCP apela aos trabalhadores para defender na prática o seu direito a lutar pelo trabalho com direitos.

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Greve na Carristur com elevada participação, PCP exige respostas do Governo!

ilustrarlutacarristurOs trabalhadores da CarrisTur realizam hoje o primeiro de uma série de dias de greve na sua justa luta contra o roubo dos salários (desde Fevereiro que o governo se recusa a pagar-lhes os 630 € que manda o contrato colectiva da CarrisTur e lhes paga apenas 560 €). A greve está a registar elevados níveis de adesão. O PCP confrontou o Governo com esta questão, exigindo respostas urgentes que respeitem os direitos dos trabalhadores da CarrisTur.

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PCP requere presença da ANAC no Parlamento face à sua flagrante subordinação à ANA/VINCI

anac desreguladorO PCP entregou um requerimento na Assembleia da República um requerimento para que seja chamado o Presidente da ANAC. No texto,o PCP expõe múltiplos exemplos do comportamento parcial e submisso aos interesses da multinacional Vinci que a ANAC tem adoptado, confirmando que estes reguladores são apenas ditos independentes, e no caso em apreço confirmando todos os receios já expressos pela própria Assembleia quando da nomeação do actual presidente da ANAC.

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