Multinacional MSC tenta passar por cima da legislação nacional!

20161212cpcargaA multinacional MSC está a exigir que os trabalhadores da ex-CP Carga que, à boleia de um Documento sobre Política Anti-Suborno, assinem uma declaração onde declaram aceitar essa «política», como se em Portugal não houvesse leis sobre suborno e corrupção, e como se não houvesse leis sobre os direitos e as obrigações dos trabalhadores. Um comportamento inaceitável, que desrespeita os trabalhadores e o país, e deve ser frontalmente repudiado. Uma hipocrisia vindo de quem acaba de receber de borla a CP Carga com todos os seus 200 milhões de euros de equipamentos. No comunicado, a célula do PCP alerta os ferroviários para as verdadeiras intenções da multinacional.

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Assinatura do CCT do Handling é um importante passo, mas quando é o regulador que quer desregular, a luta é o caminho!

20161206handling anac cctO Sector dos Transportes do PCP, no dia em que se assina o CCT para o sector da Assistência em Escala (vulgo handling) divulgou uma tomada de posição onde valoriza esse acontecimento e a luta que lhe deu origem, e reage à inaceitável tomada de posição da ANAC divulgada ontem, e onde este pseudo-regulador revela toda a parcialidade e falta de independência, revelando-se subserviente aos interesses da multinacional Vinci (para quem trabalhava o Presidente do ANAC antes de ocupar esse lugar). O PCP sublinha ainda a importância de conseguir a extensão deste CCT a todo o sector, como medida para o combate da precariedade, da exploração e da desregulamentação do trabalho.

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ANA/VINCI têm que garantir estacionamento aos trabalhadores do Aeroporto

20161206aeroportolisboaestacionamentoOs trabalhadores do Aeroporto de Lisboa, que são perto de 20 mil, estão a ficar sem quaisquer alternativas de estacionamento, na sequência das políticas da multinacional Vinci desde que se apossou da ANA, e da passividade da Câmara Municipal de Lisboa e do Governo com o comportamento da multinacional. ´Mesmo os trabalhadores com horarios incompatíveis com os transportes públicos que hoje existem (basicamente, qualquer que entre ou saia entre as 24h00 e as 6h00) não têm acesso ao estacionamento, com a  multinacional a limitar cada vez mais os espaços antes existentes para proceder à sua rentabilização agressiva. O PCP já colocou a questão ao Governo e o Vereador da CDU de Lisboa já anunciou visita ao local para aprofundar conhecimento do problema.

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Assinatura do Acordo de Empresa culmina seis anos de luta no Metropolitano de Lisboa

metro20161125A Célula do PCP no Metropolitano de Lisboa está a distribuir aos trabalhadores da empresa um comunicado a propósito da Assinatura do Acordo de Empresa no passado dia 16 de Novembro. Um comunicado onde se sublinha a luta de 6 anos e as importantes vitórias alcançadas, onde se aponta que a assinatura do AE (depois da derrota da privatização, do roubo dos complementos e do fim dos cortes) marca o final vitorioso de um ciclo,mas onde não se deixa de sublinhar a necessidade de prosseguir a luta.

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Contratação Colectiva no SEE: Duas vitórias na luta de continua!

cap oe2017 24112016A aprovação hoje, na Assembleia da República, de duas alterações ao Orçamento de Estado, representam duas importantes vitórias na longa luta dos trabalhadores do Sector Empresarial do Estado em defesa da contratação colectiva: foi revogada a imperatividade do Decreto-Lei 133/13 sobre a contratação colectiva; foi reposto o primado da contratação colectiva, com a aplicação de efeitos remuneratórios a ser realizada em Janeiro, Julho e Janeiro. Uma vitória que deve ser valorizada, mas não pode fazer esquecer o muito que falta avançar e as condições para que esses avanços se dêem: o reforço da luta e do PCP.

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Trabalhadores dos Transportes Marcham até ao Parlamento em defesa da Contratação Colectiva

20161123 123019Largas centenas de trabalhadores das empresas públicas de transportes, convocados por mais de trinta organizações representativas, marcharam hoje até à Assembleia da República em defesa da contratação colectiva, concretamente: exigindo que acabem os roubos por via do Orçamento de Estado e exigindo a revogação do decreto-lei 133/13. O deputado do PCP, Bruno Dias, deu nota dos avanços registados na luta institucional, e sublinhou a importância da luta de massas em cada um desses avanços. 

PCP: Pela Carris contra a Municipalização!

capacarrismunicO PCP editou um comunicado aos trabalhadores da Carris onde aprofunda a sua posição contra a municipalização da Carris, sublinhando o carácter metropolitano da rede de transportes de que a Carris é um elemento central e as dramáticas consequências da transferência de responsabilidades financeiras para as autarquias semos meios das suprir, e desmentindo ainda um conjunto de teses justificativas desta municipalização.

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Ferrovia: É preciso parar de alimentar gulosos!

O PCP avançou com três questões ao governo sobre situações de favorecimento a privados em prejuízo da ferrovia, dos ferroviários e da segurança operacional. A concessão de uma passagem de nível pela IP, o aluguer pela CP das locomotivas que ofereceu à MSC e o estudo do perdão de mais uma dívida da Fertagus/Barraqueiro.

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Ler Requerimento sobre o aluguer de locomotivas à MSC
Ler Requerimento sobre dívida da Fertagus/Barraqueiro

Contra a alienação das Lojas Francas de Portugal: PCP exige respostas do Governo!

600LFPFace ao anúncio da venda das Lojas Francas de Portugal à multinacional VINCI (via ANA), o PCP questiona esta decisão, que representa a alienação de uma empresa lucrativa da TAP para proceder à capitalização da companhia, assim confirmando que os accionistas privados vieram buscar e não trazer à TAP.  Esta alienação, que o Governo deveria ter impedido, representa ainda o continuar de uma política de entrega progressiva da economia nacional às multinacionais, além de comportar novos perigos para os seus trabalhadores.

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Por iniciativa do PCP. Câmara de Lisboa adopta moção em defesa do sector do táxi

Por iniciativa do PCP, a Câmara Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade uma Moção em defesa do sector do táxi, onde a Câmara decide: «Exigir ao Governo que não retire às Autarquias o direito que têm a determinar e licenciar os contingentes [para o transporte remunerado de passageiros em viatura ligeira]; Exigir que o Governo encontre o equilíbrio entre as formas tradicionais de transporte remunerado de passageiros e as novas realidades de transporte remunerado de passageiros.».

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