A Carris deve continuar no Sector Empresarial do Estado! PCP entrega pedido de Apreciação Parlamentar

carrismunic apO Grupo Parlamentar do PCP entregou o pedido de Apreciação Parlamentar à Municipalização da Carris, que fundamenta a oposição do PCP a este processo. Uma oposição assente em razões de fundo, reflexo de uma visão de serviço público e metropolitana das soluções para os transportes públicos. Mas uma oposição reforçada pelas ilegalidades e más opções tomadas no actual processo, de que a tentativa de fuga ao visto prévio do Tribunal de Contas, aos parecer da AMT e as regalias asseguradas aos administradores são alguns exemplos.

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Transportes Públicos: Contra os aumentos, afirmar a política alternativa ao serviço dos utentes e do país!

passevsaumentos2O PCP lançou hoje uma nova fase da sua campanha pelo alargamento do passe social intermodal, num comunicado onde dá conta do chumbo da proposta de lei na Assembleia da República com os votos contra de PS/PSD/CDS e a abstenção do BE, e sublinha a contradição dessa votação com a aprovação de moções em todos os 18 municípios e na esmagadora maioria das freguesias da região. No mesmo comunicado, o PCP condena os aumentos impostos pelo Governo PS, no fundo a continuação da política de mercantilização dos transportes.

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PCP exige anulação de aumento de preços ilegal nos transportes e critica opções do Governo

dorlaumentoprecosEm Nota de Imprensa, o PCP critica os aumentos de preço nos transportes públicos, considerando-os errados, injustos e ilegais, e face a essa notória ilegalidade, o PCP exige a anulação dos aumentos praticados. No mesmo comunicado, o PCP sublinha que estes aumentos são a continuação de um caminho errado para os transportes públicos, e anunciou uma nova fase da sua campanha «Pelo Alargamento do Passe Social Intermodal a toda a área metropolitana, todos os operadores e todas as carreiras», peça central de uma visão radicalmente diferente das políticas de transporte, colocadas ao serviço dos utentes e não dos grupos monopolistas.

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PCP contra a opção do Governo de se submeter aos especuladores no caso Santander

swaps santaderO PCP colocou um requerimento ao Governo sobre os desenvolvimentos do processo das swaps do Santander. O PCP critica a opção do Governo de continuar o caminho errado de aceitar que um Tribunal da City decida sobre a «legalidade» de algo que é completamente ilegal em Portugal: gestores públicos e governantes jogarem com o dinheiro dos contribuintes. O Governo, mais uma vez, escolheu seguir os passos do anterior governo, adiando o pagamento (cerca de 2 mil milhões de euros de perdas especulativas) em vez de reunir forças para enfrentar os banqueiros e os especuladores.

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Transportes Públicos: Deixem-se de promessas, deixem-se de hipocrisias, resolvam os problemas! !

O PCP interveio hoje no debate sobre transportes públicos recordando que o essencial dos problemas já foi por diversas vezes colocado ao Governo, e este tem até agora prometido muito e cumprido pouco, e desmascarando a hipocrisia de PSD/CDS, que depois de terem arrasado com as empresas durante o seu mandato no governo, vem agora dar razão aos utentes que tanto ugnoraram e prejudicaram enquanto foram governo.

PCP confronta Governo pela satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores da CarrisTur

carristur leidagreveNa CarrisTur, os trabalhadores lutam há um ano contra o roubo perpetuado nos seus salários pelo Governo e pela Administração, quando lhes reduziram os salários de 630 para 560 por não ser «legal» aplicar aos trabalhadores o aumento negociado no quadro do CCTV. Mas os mesmos legalistas (que até inventam leis para melhorar roubar quem trabalha) já não sentem a mesma veia legalista quando os trabalhadores vão à luta, e vale tudo para retirar efeitos a essa luta. O PCP, face à luta e às violações comprovadas da lei, questionou o Governo exigindo a satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores.

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PCP leva à Assembleia da República problemas dos trabalhadores da CarrisBus

carrisbus dpdavisitaNa sequência da visita realizada à empresa, o PCP levou um conjunto de problemas dos trabalhadores da CarrisBus à Assembleia da República, e questionou o governo sobre a situação dos trabalhadores precários que deveriam estar todos como efectivos, sobre a ausência de contratação colectiva e sobre a não tomada de medidas de prevenção de acidentes de trabalho (que já custaram uma vida).

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Contra a liberalização do táxi, a luta continua!

taxi10012017A Célula do PCP no Sector do Táxi está a distribuir aos restantes profissionais um comunicado onde se faz o ponto da situação da resistência ao processo de liberalização do sector. Um comunicado onde o PCP alerta que essa luta tem que correr a par da luta contra a crescente exploração e precariedade dos trabalhadores do sector. Um comunicado onde se sublinha que apesar das intenções do Ministro do Ambiente e das multinacionais, o que hoje está em vigor (e se deve exigir ser aplicado) é a Lei 35/2016, e que hoje, «viaturas sem alvará não podem transportar
passageiros a pagar, e é ilegal a angariação de clientes para essas viaturas sem alvará.» 

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Contra a impunidade das multinacionais, contra a exploração do trabalho, PCP com o sector do táxi!

contrailegaisO PCP aproveitou o debate na Assembleia da República sobre o sector do táxi para confrontar o governo com o facto de não estar a ser cumprida a lei aprovada na Assembleia da República em 2015 que pune a actividade ilegal e as plataformas que angariam passageiros para o transporte ilegal. É uma situação inaceitável e que causa a revolta no sector. O PCP sublinhou ainda que estará contra qualquer tentativa de fazer legislação à medida das multinacionais, e que a proposta de lei que o Governo enviou para a Assembleia (e a comunicação social fez crer já estar em vigor) terá que ser alterada para garantir a defesa do sector do táxi.

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Ler Intervenção do PCP no debate

Carris: Em 2017, só a luta vai permitir avançar!

04012017carrisA Célula do PCP na Carris está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre a as implicações do Orçamento de Estado para 2017 para os trabalhadores da empresa e suas participadas. Um comunicado onde se sublinha os avanços conquistados em 2016 (fruto da luta travada desde 2009) mas onde igualmente se constata os limites desses avanços. A Célula alerta ainda para o facto de o Orçamento de Estado para 2017 abrir a possibilidade de recuperar rendimentos roubados pelas políticas impostas desde 2009, mas sublinha que só uma acção firme e determinada conseguirá impor a Governo e Administração a sua efectivação.

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