Face à ameaça da malária, a necessidade de minorar os riscos para os trabalhadores da TAP

rect malariaPorque é importante não esquecer que há pouco mais de um ano morreu um trabalhador da TAP, vítima de contágio pela malária quando se deslocou em trabalho a uma zona de risco. Porque é importante questionar sobre os resultados das comissões de inquéerito entreanto criadas. Porque  é importante prevenir. O PCP questionou o Governo sobre o resultados desses grupos de trabalho e sobre as medidas já tomadas.

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Contra a privatização da EMEF, pela produção nacional, PCP confronta governo

Face ao anúncio da Administração da CP que estava a ponderar avançar para a privatização parcial da EMEF, o PCP confrontou o Governo sobre este projecto, realizado sobre falsas permissas, e exigindo a imediata integração da EMEF na CP. No requerimento, o PCP aproveitou igualmente para exigir que a aquisição de material circulante respeite as prioridades nacionais e garanta a máxima incorporação nacional.

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Governo proibe contratações mas permite falsas prestadoras de serviços no Metro! Basta!

Os contratos de prestação de serviços assinados pelo Metropolitano de Lisboa espelham a completa ilegalidade da operação, como denuncia o PCP. É que se trata de contratos de aluguer de trabalhadores temporários, disfarçados de falsa prestação de serviços. É um escândalo que isto aconteça quando o Governo continua a proibir a contratação dos trabalhadores necessários à empresa. Ao mesmo tempo que exige explicações na Assembleia da República, o PCP, através da sua célula, apela ao desenvolvimento da luta contra este tipo de medidas promotoras da exploração e da precariedade.

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Um Boletim do Aeroporto com o ponto de vista de quem nele trabalha

Bol201801aeroporto-page1Está em distribuição no Aeroporto de Lisboa um boletim das células do PCP naquele local de trabalho. Um Boletim onde se fala da denúncia do AE na TAP, da situação no handling, da luta dos APA, do problema do estacionamento, dos cartões de acesso, do refeitório, da Ryanair, etc. Sempre olhando para o Aeroporto sob o ponto de vista daqueles que lá trabalham, dos seus direitos, interesses e aspirações.

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CP Cascais: Decisões que adiam as decisões necessárias!

O Governo lançou uma empreitada para recauchutar a Linha Ferroviária de Cascais. É uma obra que não faz qualquer sentido nas véspera da prometida modernização da infraestrutura, pelo que só pode ser lida como um novo adiamento da solução do principal estrangulamento na oferta de transportes públicos na AML Norte. O PCP confrontou o Governo na AR com o significado desta sua decisão, exigindo que seja concretizada desde já a prometida e indiispensável modernização da infraestrutura e do material circulante.

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Por iniciativa do PCP, CML exige do Governo esclarecimentos sobre Santa Apolónia

Por iniciativa do PCP, a CMLisboa aprovou a 20 de Dezembro uma moção onde decidiu «Exigir ao Governo informação sobre esta iniciativa da IP/Infraesturas de Portugal e sobre a sua posição acerca do que foi anunciado por esse organismo público;» e «Tomar junto do Governo uma posição de defesa de mais este importante património da cidade de Lisboa, com todas as suas valências de transporte que actualmente tem capacidade para oferecer e que expresse claramente essa sua vontade e determinação;»  A luta das populações será decisiva para travar os interesses especulativos que pretendem retirar Santa Apolónia do serviço público para alimentar a especulação.

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Não tomam as medidas para o Metro funcionar regularmente, mas continuam a prometer coisas extraordinárias!

req metro anonovoO Governo continua a proibir a Administração do Metropolitano de contratar os trabalhadores em falta: faltam maquinistas para repor a oferta; faltam operários para dar resposta à manutenção de equipamento e infraestrutura; faltam trabalhadores para as estações. E o Metro continua sem dar resposta ao seu serviço regular porque faltam trabalhadores. Ora se o Metro não tem trabalhadores para a sua operação regular, muito menos os tem para operações extraordinárias, mesmo que organizadas às três pancadas, sem respeitar os utentes e tentando intimidar os trabalhadores. O PCP volta a questionar o Governo exigindo a entrada dos trabalhadores em falta.

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A Ryanair tem que respeitar os direitos dos seus trabalhadores

req ryanair handlingO PCP confrontou o Governo com a passividade das autoridades portuguesas perante a sistemática e grosseira violação da lei pela Ryanair. Neste caso, são os trabalhadores do handling que justamente reclamam que a empresa lhes aplique a contratação colectiva a que têm direito. O PCP sublinha que perante o incumprimento da multinacional, nem ACT, nem ANAC, nem Governo interveem, deixando assim a multinacional impune.

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PCP exige respostas para as necessidades operacionais da EMEF

req emef declaraO PCP confrontou hoje o Governo, novamente, com a ausência de medidas para repor a resposta operacional na EMEF, onde é já o Presidente do Seu Conselho de Administração que reconhece que vão começar a parar (mais!) comboios se o Governo continua a proibir a entrada de trabalhadores. O mesmo governo que depois autoriza a entrada prestadores de serviços e de precários. São critérios inaceitáveis, que degradam a imagem das empresas públicas, prejudicam utentes e trabalhadores, e com os quais é preciso romper.

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Governo promete perdão de multas às multinacionais afrontando a lei em vigor

req multas uberSão graves as declarações do Secretário de Estado dos Transportes, prometendo às multinacionais UBER e CABIFY um perdão das multas que lhe estão a ser aplicadas devido à lei. Graves porque um membro do Governo atreve-se a assumir publicamente que as leis só são para cumprir por alguns, e que é o Governo quem pode decidir quem tem que obedecer à lei e quem de tal está dispensado. Graves porque confirmam as responsabilidades do governo no continuado funcionamento ilegal e impune de multinacionais em concorrência desleal com o sector do táxi. Face à gravidade destas declarações, o PCP optou por chamar o seu autor a prestar esclarecimentos na Assembleia da República.

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