PCP denuncia ataques aos trabalhadores das rodoviárias privadas

No distrito de Lisboa, à semelhança do panorama nacional, a generalidade das rodoviárias privadas de passageiros avançam com a aplicação de layoff, como é já o caso das pertencentes ao grupo Barraqueiro Transportes, da Scotturb ou da Rodoviária de Lisboa. O Sector dos Transportes editou um comunicado onde repudia a penalização de centenas de trabalhadores, que irão sofrer um corte significativo nos seus salários, depois de em muitos casos terem sido forçados a férias nesta altura. Medidas como o layoff não servem para proteger o emprego, como refere o Governo e outros partidos, mas sim para salvaguardar os lucros de grandes grupos económicos como a Barraqueiro. É urgente resistir e lutar!

Ler aqui o comunicado

Vinci com Milhões e trabalhadores da Portway com cortes salariais!

Comunicado AHD PortwayMais de 1700 trabalhadores da Portway foram as mais recentes vítimas. A administração da Portway, detida pela multinacional Vinci, anunciou que do total dos seus 1744 trabalhadores, 1204 entram imediatamente em lay-off. Há ainda 511 trabalhadores que continuam a trabalhar, mas com um corte salarial de 20% no vencimento. Em comunicado, a célula da Portway no Aeroporto de Lisboa afirma: impõem-se a intervenção imediata do Governo para pôr fim a este ataque aos trabalhadores!

Ler aqui o comunicado 

PCP exige medidas para o sector do Táxi

foto taxi

Com a falta de trabalho neste contexto, os profissionais de táxi vivem na incerteza. Há relatos de quem tenha parado o seu táxi e aguarda em casa por melhores notícias ou de quem admite mudar de vida com tanta dúvida no dia de amanhã e receio que o tempo desta emergência se dilate até um ponto sem retorno.
É toda uma estrutura nacional de produção de transporte público, a maioria micro empresas familiares, que está em risco. O PCP questionou o Governo sobre a aplicabilidade da PORTARIA 71-A/2020 15 Março, às condições específicas das empresas do sector do Táxi na perspectiva da sua sustentabilidade e da manutenção dos postos de trabalho, salários e direitos, assim como sobre a possibilidade de activar um mecanismo de apoio específico para as condições particulares do sector do Táxi.

Ler aqui a pergunta

PCP repudia despedimento de mais de 200 trabalhadores nas Lojas Francas

Nas Lojas Francas de Portugal, mais 201 trabalhadores  são lançados para o desemprego pela não renovação dos seus contratos de trabalho a termo incerto. A célula do PCP das Lojas Francas de Portugal no Aeroporto Humberto Delgado, rejeita e condena estes despedimentos selvagens.

Exige a imediata intervenção do Governo para proteger e defender o emprego e os salários, em particular dos trabalhadores com vínculos precários.

Ler aqui o comunicado

PCP exige intervenção do Governo no Porto de Lisboa

O PCP lançou um comunicado onde continua a denunciar a situação do Porto de Lisboa e dos seus trabalhadores. O Governo continua sem intervir no processo fraudulento de insolvência da Associação- Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa, em que o patronato da estiva procura praticar um despedimento colectivo de cerca de 140 trabalhadores, ao mesmo tempo que vários outros recebem processos disciplinares com vista a despedimento sem justificação plausível. Enquanto isso, o Porto de Lisboa continua a ter o seu funcionamento posto em causa, com um número escasso de estivadores a laborar. O PCP exige que o Governo intervenha, nomedamente com o controlo público imediato da A-ETPL.

Ler aqui o comunicado

PCP solidário com todos os trabalhadores do sector aéreo

IMG 00001Desde a primeira hora que o PCP manifestou o seu alerta e sua preocupação face aos impactos da pandemia da Covid 19 nas múltiplas actividades do sector aéreo civil nacional, em particular, na sua companhia de bandeira, a TAP, instrumento de soberania e desenvolvimento do país.

Estivemos contra a privatização da TAP, defendemos desde sempre que o controlo e a gestão pública deveriam tutelar a TAP e todo o sector aéreo civil. Isto é, um sector estratégico nacional não pode ser comandado por interesses privados, nacionais ou estrangeiros, como é a actual situação do sector. Só colocando o interesse público no primeiro plano da gestão, podem ser assegurados os interesses nacionais e dos trabalhadores.

Ler comunicado completo

PCP questiona: vai o Governo travar o lay-off na TAP?

É necessário um plano para evitar a destruição e garantir o futuro da TAP. Um plano que passa no imediato pelo respeito integral dos direitos dos trabalhadores, assegurando os seus salários, sem despedimentos, preparando o caminho para que, assim que o transporte aéreo regresse à normalidade, a TAP possa dar resposta às necessidades do País.

 

A TAP precisa de meios para conseguir suportar vários meses sem as receitas decorrentes da sua operação e cumprindo o essencial dos compromissos a que está obrigada. Meios que poderão representar largas centenas de milhões de euros, mas que serão sempre inferiores aos custos da sua destruição. O Estado português deve assumir a responsabilidade no imediato pela gestão pública da empresa. Exigindo da União Europeia que cheguem à TAP os apoios já anunciados para o sector da aviação civil. Travando a entrega da empresa ao grande capital estrangeiro e transformando os recursos públicos – nacionais ou de fundos comunitários – que sejam necessários mobilizar para salvar a companhia, em capital social da empresa.

Por tudo isto, o PCP questionou, entre outras coisas, como vai o Governo travar o recurso ao anunciado lay-off na TAP.

Ler aqui a pergunta

COM A LUTA DOS TRABALHADORES E A INTERVENÇÃO IMEDIATA DO GOVERNO, É URGENTE TRAVAR E REVERTER OS DESPEDIMENTOS EM CURSO!

aeroporto-de-lisboa-820x430O actual surto epidémico, com brutal impacto no sector aéreo, tem de continuar a ser enfrentado, prevenido e combatido com determinação, mobilizando os meios e os recursos indispensáveis à defesa da saúde e da vida.

Como o PCP tem assumido, sendo necessário combater e liquidar o vírus, é inaceitável e condenável que se aproveite o surto epidémico para liquidar direitos laborais e reduzir salários. Assim, o que se constata até esta data no sector aéreo,  com forte incidência no Aeroporto Humberto Delgado(AHD), é que, o que tem faltado no combate ao surto não está a  faltar na aplicação de medidas contra os trabalhadores, tornando ainda mais evidente os impactos das privatizações realizadas no sector aéreo.

Ler aqui comunicado completo!

PCP exige protecção dos maquinistas do Metropolitano

O PCP denunciou que, no que diz respeito aos maquinistas do Metropolitano de Lisboa que sofrem de patologias crónicas, considerados de risco no contexto da pandemia do COVID 19, não estão a ser tomadas as medidas de protecção possíveis e necessárias, nomeadamente a sua dispensa com manutenção de todos os direitos (como aliás acontece nas outras áreas). Há um dever de cuidado com os trabalhadores, em que as empresas públicas têm que dar o exemplo, nomeadamente dos que integram os referidos grupos de risco, cabendo ao Metropolitano de Lisboa encontrar forma de os proteger, evitando que prestem a sua actividade profissional que os expõe ao contacto, como propõe o sindicato.

Ler aqui a pergunta

 

PCP propõe o imediato controlo público da Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa

estivadores2fotoDeu hoje entrada na Assembleia da República um Projecto de Lei do PCP que define um novo regime jurídico do Trabalho Portuário, apontando para a total inversão do rumo liberalizante que tem sido seguido nos últimos anos nos portos.

Para além de ser um Projecto de Lei mitigador de situações escandalosas como a insolvência fraudulenta da A-ETPL e a tentativa de despedimento dos seus trabalhadores, este insta o Governo para que no imediato, num contexto em que estão em causa necessidades impreteríveis, declare o controlo público da A-ETPL, potenciando os seus trabalhadores, indispensáveis à operação do Porto de Lisboa.

 

Ler aqui Projecto de Lei