Comunicado da Célula da Carris: Unidade e Luta é a resposta necessária!

20170817carrisFace ao veto do PR à proibição de privatizar a Carris e suas participadas; face ao grave decreto-lei sobre os complementos de reforma, face ao arrastar da contratação colectiva, a resposta é sempre a mesma: Unidade e Luta dos trabalhadores. A Célula do PCP na Carris reafirma que o PCP continuará a intervir na Assembleia da República para dar força às justas reivindicações dos trabalhadores da Carris, mas só o reforço da sua luta levará o Governo e a CML a atenderem às suas justas reivindicações!

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O controlo de 50% do capital pelo Estado não é suficiente para defender a TAP!

20170727 tapgrupoA Célula da TAP está a distribuir aos trabalhadores um comunicado onde sublinha a posição do PCP sobre a medida do Governo de retomar o controlo de 50% do capital, e onde alerta para os perigos que se avizinham com a gestão privada e a implementação do plano estratégico. Um comunicado onde o PCP sublinha o papel fundamental que a organização, unidade e luta dos trabalhadores da TAP continuará a ter para a defesa da TAP, dos seus trabalhadores e dos interesses nacionais.

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Metro de Lisboa: Governo continua a travar admissões que a própria Administração reconhece serem indispensáveis

rectangulometrofinO PCP e os trabalhadores do Metro reclamam há anos da necessidade da entrada de trabalhadores para a empresa: faltam maquinistas, faltam trabalhadores para as estações, faltam trabalhadores na manutenção e reparação do material circulante e da infraestrutura. E esta é a causa principal para a brutal degradação da oferta que tanto penaliza os utentes. Pois o Governo, ao mesmo tempo que vai prometendo expansões para amanhã continua a proibir a entrada dos trabalhadores necessários, numa medida irracional, que causa os prejuízos que causa no presente, mas que vai custar dezenas de milhões de euros no futuro devido ao desgaste acrescido que os materiais sofrem.

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Táxi: Há que acabar com a ilegalidade e a subserviência às multinacionais

rectanguloplataformasilegaisA lei 35/2016 manda punir, expressamente, as plataformas de angariação de clientes para viaturas sem licença. Mas a realidade no terreno é que duas multinacionais continuam a actual impunemente, colocam anúncios, fazem protocolos até com entidades públicas, e o governo e as instituições que tutela continuam sem nada fazer. Da lei, limitam-se a fazer aplicar algumas multas a operadores ilegais, mas sempre sem afectar directa ou indirectamente as multinacionais. O PCP exige do Governo que faça aplicar a lei a todos, acabando com o estado de excepção das multinacionais.

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Luta na EMEF pela reintegração dos trabalhadores despedidos

emef200717Um colectivo de membros das ORT da EMEF estiveram hoje concentrados à porta do Conselho de Ministros, exigindo a integração imediata dos 10 trabalhadores despedidos das oficinas de Santa Apolónia. Trabalhadores que estavam inscritos no PREVPAP e que fazem falta à operação ferroviária, onde se acumulam os atrasos no serviço provocados pela falta de trabalhadores, como o PCPjá denunciou em requerimentos (aqui e aqui) colocados na AR.

EMEF: Comboios parados, trabalhadores despedidos, utentes à espera!

staapoliniaoficinaOs comboios amontoam-se nas oficinas de Santa Apolónia na sequência da decisão do Governo de despedir 10 trabalhadores precários na passada semana. Uma situação escandalosa, pois estes trabalhadores estavam inscritos no Programa de regularização das situações precárias, e fazem tanta falta que a própria empresa pediu ao Governo para os contratar. Mas o Governo continua cego à realidade operacional das empresas e exclusivamente preocupado em submeter-se aos critérios economicistas, custe o que custar ao país essa cegueira. Hoje, 30% da frota está parada e a degradar-se, mas o governo poupa uns tostões para amanhã gastar uns milhões. O PCP confrontou o Governo na Assembleia da República.

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PCP confronta Governo e apela à luta dos trabalhadores

emefprecarios10julNo dia 10 de Julho foi consumado o despedimento de 10 trabalhadores precários da EMEF de Santa Apolónia. Dez trabalhadores que fazem falta, dez trabalhadores que estão inscritos no programa de regularização da precariedade, dez trabalhadores que já deviam estar efectivos há anos. O PCP, no requerimento na Assembleia da República que se anexa, confrontou o Governo com esta decisão da Administração que acabou de nomear para a CP e para a EMEF e exigiu a imediata contratação destes trabalhadores. E apela à luta dos trabalhadores da empresa.

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Carris: Apreciação Parlamentar requerida pelo PCP introduz proibição de privatização/concessão da Carris e suas participadas

20170709carrisA Célula do PCP na Carris está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre o resultado da Apreciação Parlamentar colocada pelo PCP ao Decreto-Lei de Municipalização da Carris. Onde se valoriza as alterações introduzidas, se aponta as limitações do que foi possível fazer aprovar, se sublinham os perigos que persistem,  e se aponta a visão alternativa que o PCP tem para os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa.

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PCP solidário com a luta dos Assistentes de Portos e Aeroportos

25062017greveapaO PCP esteve, este Domingo, na concentração realizada no Aeroporto de Lisboa no quadro da justa luta dos trabalhadores Assistentes de Portos e Aeroportos (foto). Na ocasião, o deputado Bruno Dias reiterou a critica aos serviços m+inimos ilegais uma vez mais colocados pelo Governo e sublinhou a justeza de uma luta que se dirige a melhorar as condições de trabalho destes trabalhadores, essenciais ao funcionamento dos Portos e Aeroportos, mas vítimas de uma sobre-exploração por parte das multinacionais a quem o Estado Português subcontratou estes servços. O PCPcomprometeu-se a, mais uma vez, levar esta justa luta à Assembleia da República,

PCP confronta Governo com gravíssimo teor de Comunicação da Comissão Europeia

navgreveceuunicoNa sequência de uma reunião realizada com as ORT da NAV, o Grupo Parlamentar do PCP confrontou o Governo com o gravíssimo conteúdo da Comunicação da Comissão Europeia sobre «Práticas favorecendo a continuidade do funcionamento dos serviços de tráfego aéreo», que mais não é que um ataque ilegal contra o direito à greve, a reboque das reivindicações das patronais do sector, e uma nova tentativa de retirar aos Estados-Membro a soberania sobre o controlo do seu espaço aéreo. O PCP exigiu do governo uma reação imediata e clara.

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