Greve Suspensa na SPdH: VALE A PENA LUTAR!
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- Criado em 19-12-2007
Os Sindicatos suspenderam a Greve que decorria na SPdH desde o passado dia 1 de Dezembro, na sequência da proposta apresentada na Mediação de um aumento de 3% para todos os trabalhadores. Só a luta e unidade dos trabalhadores permitiu este resultado, numa luta que continua.PCP na AR questiona Governo sobre a Violação do direito à greve na Groundforce/SPdH
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- Criado em 10-12-2007
O PCP na Assembleia da República, através do seu deputado Bruno Dias, entregou um requerimento ao Governo onde o questiona sobre as Violações do direito à greve na Groundforce/SPdH que pode constatar na visita a esta Empresa que se encontra presentemente em luta. Comunistas no aeroporto de Lisboa editam jornal
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- Criado em 08-12-2007
Os trabalhadores comunistas no Aeroporto de Lisboa começaram a editar um Jornal sobre o Aeroporto. Neste primeiro número, abordam em particular as situações de precariedade aí vividas, bem como a luta actualmente em curso na empresa SPdH.
PCP e trabalhadores resistem ao processo de desmantelamento e privatização da CP
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- Criado em 06-12-2007
O Processo de separação da CP Carga da CP que o Governo tenta implementar é negativo para o país e para os trabalhadores da Empresa. A não ser travado, vai significar a redução de postos de trabalho, a privatização desta actividade e mais um atraso para o desenvolvimento económico do país. A Coordenadora Nacional do PCP para o Sector Ferroviário fez sair um comunicado aos trabalhadores sobre esta matéria que podes encontrar aqui . Basta de Injustiças na SPdH - Unidos os trabalhadores vencerão!
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- Criado em 01-12-2007
Inicia-se hoje a Greve dos trabalhadores da SPdH, que decorrerá durante 1 mês, duas horas por turno. A juntar-se às pressões da administração no sentido de desmobilizar os trabalhadores, o Governo decretou agora serviços mínimos ilegais cujo único propósito é retirar o direito à greve a estes trabalhadores. A Célula do PCP tomou de imediato posição, reafirmando que a resposta a mais esta acção do patronato só pode ser o reforço da unidade e determinação dos trabalhadores. Transtejo - Lutar pela reposição da legalidade
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- Criado em 24-08-2007
O "Avante!" de hoje informa que a administração da Transtejo accionou 58 notas de culpa contra trabalhadores que não cumpriram os «serviços mínimos» impostos pela administração na greve geral. Mas informa também que, porque em causa está o direito à greve, no plenário de dia 17, os trabalhadores decidiram prosseguir com a greve às horas suplementares até que seja reposta a legalidade. E que perante as tentativas de impor a substituição de trabalhadores em greve, os trabalhadores da Soflusa avançaram com um pré-aviso de greve à prestação de serviços na Transtejo.PCP sobre a Situação na TAP e na SPdH
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- Criado em 17-08-2007
A célula do PCP na TAP e na SPdH fez hoje sair um comunicado sobre a situação social na empresa que se degrada. No comunicado pode ler-se: "O PCP tinha razão! A SPdH é hoje mais um claro e demonstrativo exemplo de quão desastrosas e nefastas são para o país as privatizações, e que os trabalhadores seriam os primeiros a sentirem as negativas consequências do processo privatizador, como a realidade social da empresa o confirma. "PCP sobre o encerramento parcial da linha amarela
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- Criado em 30-07-2007
O PCP tomou posição pública contra os serviços alternativos disponibilizados pelo Metro para compensar o encerramento parcial da linha Amarela. Nessa nota destaca a diminuição do acesso ao transporte público por 6 meses para milhares de utentes e a situação particularmente grave para os utentes da Cidade Universitária.
O PCP sublinha ainda o contraste entre os "serviços mínimos" impostos aos trabalhadores em greve (por exemplo ainda na última greve geral) e os "serviços mínimos" para uma situação como as obras agora a realizar na linha amarela. Um contraste que não deixa dúvidas sobre o carácter ilegal e atentatório do direito à greve dos chamados "serviços mínimos".
Comunicado aos Trabalhadores do Metro
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- Criado em 26-05-2007
COMUNICADO
Célula do Partido Comunista Português no Metropolitano de Lisboa – Maio/ 2007
30 de Maio – Todos juntos na Greve Geral
Trabalhadores do Metropolitano
CG e o Governo PS pretende pôr em causa o nosso AE, em sua defesa realizámos dez greves com elevados índices de adesão, mostrando bem a nossa força e razão. Recentemente veio o CG, a mando do Governo, impor, por acto de gestão, o aumento de 1,5% para os nossos salários. Enquanto isso, para os principais bancos e empresas (EDP, PT, Galp e Sonae) os lucros são escandalosos: mais de 5,3 mil milhões de euros!
A política de direita do Governo PS, em concluiu com o PSD e CDS-PP e o apoio do PR, contra os direitos dos trabalhadores, a contratação colectiva, o sistema de Saúde, de Educação e Segurança Social, aumenta dia-a-dia o custo de vida, agravando as dificuldades para quem trabalha, ou vive das baixas pensões, aumentando ainda mais os níveis de pobreza e exclusão social, agravando sem limites as condições de vida dos trabalhadores e do povo. Em defesa dos postos de trabalho, dos direitos conquistados por nós e consagrados no AE, por uma nova política, outro rumo para o País, os comunistas do Metro dizem: temos razões bastantes para aderir em massa à GREVE GERAL DE 30 DE MAIO e, com a sua realização, estaremos em melhores condições para derrotar a política direita que, no Metro como em muitas outras empresas e sectores e no País em geral, é responsável pela degradação dos salários e das nossas condições de trabalho e de vida.
CONTRA ISTO VAMOS LUTAR,
VAMOS ADERIR
À GREVE GERAL!
O Governo ainda não está satisfeito com as alterações feitas à legislação laboral, pretende por isso vir a introduzir a chamada “flexisegurança”, que mais não é do que:
- Liberalizar os despedimentos sem justa causa, aumentando ainda mais a precariedade e o desemprego;
- Alterar as regras da organização do tempo de trabalho, ficando o trabalhador ao dispor do patronato e gestores; sem qualquer possibilidade de recusa, aumentando a seu belo prazer a jornada de trabalho e com isto o não pagamento de trabalho extraordinário;
- Aumentar a polivalência funcional, ou seja concentrar mais funções num trabalhador e consequentemente poder reduzir postos de trabalho e despedir os trabalhadores e aumentar as cargas e ritmos de trabalho.
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa lutam por trabalho certo e com direitos, pela passagem a efectivos dos contratados, por melhores salários, por melhores condições de trabalho e de vida, contra a entrega de serviços da empresa a privados, por um transporte público de qualidade ao serviço dos utentes e da população.
POR UMA NOVA POLÍTICA!
Comunicado aos Aos Pequenos e Médios Industriais de Táxis
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- Criado em 26-05-2007
Participemos na GREVE GERAL
de 30 de Maio!
Os industriais de táxis comunistas do distrito de Lisboa apelam à solidariedade dos pequenos e médios industriais de táxis com os trabalhadores de todos os sectores de actividade que vão aderir à GREVE GERAL decretada pela CGTP/IN para o dia 30 de Maio e à sua participação na mesma.
Os pequenos e médios empresários do Sector do Táxi, que vivem e trabalham com as camadas mais carenciadas do população e com menos recursos económicos, sentem que este protesto é justo e necessário, dada a constante degradação do poder de compra daqueles que normalmente utilizam o táxi.
Por isso, todos os altos e baixos na vida de quem trabalha e vive apenas do seu salário, tem reflexos profundos na economia destes profissionais de táxi, cada vez mais carregados com impostos e com taxas de toda a espécie…
Os pequenos e médios empresários do Sector do Táxi, que vivem essencialmente da actividade do táxi, reclamam há muito tempo outra política para o sector, nomeadamente a redução do preço do gasóleo, a abolição do PEC (Pagamento Especial por Conta) e melhores condições de segurança.
Como se tudo isto não bastasse, tal como os restantes portugueses, sofrem um ataque feroz do Governo aos serviços públicos, de que são exemplos gritantes os encerramentos de inúmeras unidades de saúde (urgências, pediatria, centros de saúde, etc.) e a redução do acesso da população aos cuidados de saúde.
Por isso, exigem que é a altura do Governo mudar de política e fazer uma inflexão profunda nas suas opções económicas e sociais que só penalizam quem trabalha e vive da sua modesta actividade, no caso concreto, os pequenos e médios empresários de táxi.
- POR UMA NOVA POLÍTICA!
- POR MAIS JUSTIÇA SOCIAL!
PARTICIPEMOS NA GREVE GERAL DE 30 DE MAIO!
Lisboa 21 de Maio de 2007
A Célula do PCP dos Pequenos e Médios Industriais de Táxis de Lisboa

