Célula do PCP no Metro contra tentativa de imposição de "aumento" de 2,1%
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- Criado em 24-04-2008
A Célula do PCP no Metro denuncia a tentativa de imposição de um "aumento" de 2,1% por acto de gestão, pois significaria uma nova e injustificável redução real dos salários dos trabalhadores.
PCP com a luta dos trabalhadores da VIMECA
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- Criado em 24-04-2008
Os trabalhadores comunistas na VIMECA, perante a justa luta que se desenvolve na empresa, reafirmam a sua confiança que a luta e a unidade será um factor determinante para o alcançar das justas reivindicações dos trabalhadores, bem como sublinham a importância da participação no próximo dia 1 de Maio, como primeira grande jornada de luta contra o projecto de revisão para pior do código do trabalho apresentado pelo Governo.
PCP apela à luta na TAP
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- Criado em 12-04-2008
A Célula do PCP na TAP/SPDH editou este comunicado, onde denuncia as consequências desastrosas para a empresa, os seus trabalhadores e o pais da concretizção da privatização da empresa, e apela ao desenvolvimento da luta pela defesa da empresa e pelo aumento de salários (sublinhando que a empresa ainda não promoveu sequer qualquer actualização salarial, apesar dos lucros que anuncia!).
PCP denuncia ilegalidades no Metro de Lisboa
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- Criado em 01-04-2008
O Grupo Parlamentar do PCP apresentou três requerimentos ao Governo relativos a um conjunto de ilegalidades que estão a ser cometidas na Empresa e das quais o Governo - quer directamente quer porque nomeia os Conselhos de Administração - é responsável.
Perante as situações denunciadas - e que pode ler em detalhe em Ler Mais - fica a questão: será que para este Governo só os trabalhadores é que têm que cumprir as leis?
Comunistas na SPdH contra propostas da Administração de rever o AE
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- Criado em 25-02-2008
A Célula do PCp na TAP/SPdH tomou posição sobre as inaceitáveis propostas apresentadas pela Administração da SPdH/Groundforce de revisão do Acordo de Empresa, que acarretariam sérios prejuízos para os trabalhadores, e apelou a estes para se manterem unidos e mobilizados.
Nova Bilhética no Metro significa mais imposto e maiores dificuldades
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- Criado em 20-02-2008
A introdução de um novo sistema de bilhética no Metropolitano de Lisboa prejdica utentes e trabalhadores, coloca a Célula do PCP no Metro, que exige da Administração e do governo que seja eliminado o novo imposto de 50 cêntimos, bem como que sejam ouvidos os trabalhadores da Empresa.
Em Movimento: Sector Transportes edita Boletim
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- Criado em 13-02-2008
O Sector de Transportes da ORL lançou o seu Boletim de Fevereiro, onde aborda matérias como: O Tratado e os Trabalhadores dos Transportes; Novo Código do Trabalho cheira a bafio; Linha Azul do Metro, Administração desrespeita trabalhadores e utentes; Novo Aeroporto, ao serviço do país e não do capital; compra da PGA pela TAP defraudou espectativas; Rede 7 igual a pior serviço na carris; a crise é só para os trabalhadores; aumentos nos transportes; conferência nacional do PCP; marcha de 1 de Março.
Linha Azul do Metro: Administração desrespeita segurança e direitos!
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- Criado em 16-01-2008
O prolongamento da linha azul para o Terreiro do Paço e para Santa Apolónia está a ser concretizada à custa dos direitos e condições de trabalho dos maquinistas, e das condições de segurança para estes e utentes, como denuncia a Célula do PCP no Metro.
Por um Novo Aeroporto de Lisboa ao serviço do país e não do capital
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- Criado em 13-01-2008
Os trabalhadores comunistas do Aeroporto de Lisboa iniciaram a distribuição de um comunicado sobre o novo Aeroporto de Lisboa, onde destacam a necessidade de reforçar a luta para que este grande e necessário investimento público não seja expropriado pelo capital.
No mesmo comunicado, saudam os trabalhadores da SPdH que depois de perto de 20 dias de greve alcançaram o essencial dos seus objectivos.
Comunicado da Célula da SPdH - Groundfource
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- Criado em 21-12-2007
BASTA DE INJUSTIÇAS
A LUTA CONTINUA
Os trabalhadores da SPdH-Groundforce têm vindo a travar uma luta prolongada pela actualização salarial e contra a inércia da Administração da empresa. Desta não vieram propostas, apenas a recusa em negociar.
Porém, foi conhecida ontem uma proposta do mediador do Ministério do Trabalho aos Sindicatos e à SPdH que consiste na aplicação de 3% na tabela salarial a todos ostrabalhadores com efeitos a partir de Agosto.
Do que estava à espera a Administração? Se calhar, que os seus métodos ilegais de substituir os trabalhadores em greve e as pressões ou mesmo o cansaço desmobilizassem os trabalhadores. Mas a luta prosseguiu.
Quer os administradores, quer os directores há muito que têm os seus salários actualizados generosamente. Não se preocupam com as condições de vida dos trabalhadores. Preocupados estão unicamente com o aumento da exploração dos trabalhadores e com os lucros e os prémios correspondentes.
Como se chegou a isto? Tudo principia quando o handling foi retirado à TAP por um governo do PS. Este partido dito socialista agora está novamente no poder. O governo tem adoptado uma política anti-laboral e anti-social, com responsabilidades na deterioração dos salários dos trabalhadores, na redução das reformas, no acesso mais difícil ao subsídio de desemprego, com um código de custas judiciais que impede aos trabalhadores o acesso aos tribunais de trabalho, com encerramento a esmo de escolas, centros de saúde e maternidades. Em consonância com essa política, nada faz para resolver o conflito laboral na SPdH, na qual o Estado é detentor de 49,9% do capital.
A luta continuou porque as reivindicações dos trabalhadores são justas. Resistindo contra a injustiça e as ilegalidades, repudiando a discriminação salarial, exigindo a revisão salarial a que têm direito, os trabalhadores vêm confirmada a justeza da sua luta.
Parece, pois, existirem condições para se fazer justiça às reivindicações dos trabalhadores e para o prosseguimento das negociações nas restantes matérias que levaram à convocação da greve (desbloqueamento das evoluções, horários desumanos, precariedade, etc.).
Os comunistas da SPdH saúdam os trabalhadores que com a sua luta contribuíram para o desbloqueamento da situação e apelam à unidade para o necessário prosseguimento da luta.


