PCP aos Motoristas de Mercadorias: Unidade e Luta na defesa da Contratação Colectiva

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Integrada na Campanha Nacional do PCP em curso, está em distribuição aos Motoristas de Mercadorias o Boletim de Fevereiro / Março. Aí, se aborda a situação da contratação colectiva, com a patronal a tentar intensificar a exploração no sector, e com o apelo do PCP à unidade e luta da classe, como único caminho para defender e reforçar direitos. Na foto, distribuição em Aveiras de Cima hoje de manhã.

Ler Boletim "O Motorista" de Fevereiro/Março 2010 em PDF

PCP expõe a exploração nas Lojas Francas de Portugal e apela à luta!

lfp.jpgEm 2009 as Lojas Francas de Portugal recusaram qualquer aumento aos seus trabalhadores, "por causa da crise". Em carta aos trabalhadores em Janeiro de 2010 o patronato reconheceu os brutais lucros tidos em 2009 (9 milhões de Euros para um universo de 332 trabalhadores), e informa ter decidido "dar" 1,5 % de aumento em 2010. O PCP expõe toda a hipocrisia desta postura num comunicado aos trabalhadores das LFP, onde apela à luta por aumentos salariais dignos.

 

Ler Comunicado em PDF

Carris: PCP contra a demagogia do Governo, pelos direitos dos trabalhadores!

capa_carrisbustur.jpgA Célula do PCP na Carris prossegue a sua acção. Damos aqui nota do comunicado em distribuição aos trabalhadores da CarrisBus e CarrisTur, no quadro da campanha nacional do PCP, onde se apela à luta contra o bloqueio da contratação colectiva nestas empresas pelo Governo, e de um requerimento onde o Grupo Parlamentar do PCP desmascara a demagogia da resposta do Governo à questão que o PCP não se cansará de denunciar: como explica o Governo que haja numa empresa pública uma discriminação dos membros das ORT's como a que se pratica na Carris?

Ler Comunicado aos trabalhadores da CarrisBus e CarrisTur

Ler Requerimento nº2 sobre a Liberdade Sindical na Carris

Contratação Colectiva na CarrisBus e CarrisTur: bloqueio liminar expõe verdadeiras intenções do PS

As administrações da CarrisBus e da CarrisTur bloquearam toda a contratação colectiva na Empresa, ao recusarem as propostas apresentadas pela FECTRANS, e recusarem mesmo trabalhar um AE com base no da Carris de onde estas empresas resultam. Fica assim exposto novamente que a conversa do Governo PS sobre a aposta na contratação colectiva aquando da discussão do Código de Trabalho era só mesmo isso: conversa. Pois até nas empresas tuteladas directamente pelo Governo o Código está a ser usado para bloquear a contratação colectiva. O PCP apresentou na AR requerimentos ao Governp sobre esta questão, mas não tem ilusões que é na luta - e só na luta - que os trabalhadores destas empresas conquistarão o direito à contratação colectiva.

Ler Requerimentos ao MTSS e ao MOTCOP ,

PCP avança com Projecto-Lei para revogar as alterações aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa

Na sequência das alterações introduzidas em Junho de 2009 aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa, o PCP de imediato apresentou o pedido para a sua apreciação parlamentar, que no entanto não se verificou. Passados estes meses, com os escândalos e suspeitas crescentes sobre a Administração das Empresas Públicas, entende o PCP ser ocasião para recolocar a questão na Assembleia da República, desta vez com um decreto-lei que propõe a revogação das alterações introduzidas, que na opinião do PCP governamentalizam a fiscalização da empresa, e afastam trabalhadores e CM Lisboa da participação que detinham anteriormente.

Ver Projecto-Lei em PDF

PCP questiona Governo sobre as Condições de Trabalho na Linha do Oeste

O PCP questionou o Governo sobre as condições de trabalho na linha do Oeste, na sequência de um levantamento realizado nas Estações de Mafra, Pero Negro, Dois Portos, Sabugo e Outeiro da Cabeça, pelo SNTSF, e onde foram detectadas situações como: esquentadores colocados sem saída de gases, degradação extrema do mobiliário, instalações sanitárias e do pessoal à chuva, acesso às agulhas pelo lamaçal, inexistência de água canalizada, estuque a cair. (em Ler Mais, algumas fotos ilustrativas).

 

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Tribuna Pública da Carris denuncia condições de trabalho na Empresa

mini-tpublica.jpgOs dirigentes e delegados do STRUP, os membros da CT e alguns trabalhadores disponíveis participaram nesta Tribuna Pública de denúncia da degradação das condições de trabalho, materializada pela intenção da CML de remoção do quiosque da Estrela, uma instalação de grande utilidade para os trabalhadores se resguardarem das intempéries, disporem da instalação sanitária ali existente, e para tomarem pequenas refeições enquanto aguardam pelas rendições das carreiras 28 e 25 de eléctricos que ali ocorrem. Exigiram da CML e do Conselho de Administração da Carris a preservação desta instalação assim como a criação de condições nos inúmeros locais de rendição, que o C.A. fez proliferar, sem instalações sanitárias e sem condições para aguardar pelas rendições.

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PCP exige que Governo respeite a contratação colectiva na EMEF e as decisões da ACT

A ACT (Autoridade para as condições do trabalho) do Barreiro condenou a EMEF a respeitar a contratação colectiva da empresa, nomeadamente o direito à hora para ir receber, prevista no AE, e que unilateralmente e ilegalmente a empresa deixou de cumprir há alguns anos. O PCP, saúda a luta que os trabalhadores vêm desenvolvendo desde então, sublinha que esta tem que prosseguir agora reforçada com esta decisão, e apresentou na Assembleia da República um requerimento ao Governo perguntando SE É DESTA QUE O GOVERNO VAI CUMPRIR A LEI NA EMEF!

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17 Dezembro - Ferroviários dinamizam acção de luta Europeia contra a liberalização do Sector

17dez09.jpgEsta jornada constou de uma Manifestação em Bruxelas, onde o Sindicato dos Ferroviários se fez representar por uma delegação de 3 dirigentes e, na mesma hora, por acções em diversos países. Em Portugal, o SNTSF em conjunto com a Comissão de Trabalhadores da CP realizou uma concentração simbólica, com dirigentes e delegados sindicais e membros da CT, em frente à representação da União Europeia em Portugal, onde foi entregue o documento publicado em Ler Mais.

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PCP pela liberdade sindical e de organização na Carris

O PCP denunciou na Assembleia da República a ilegalidade cometida pela Admnistração da Carris, que socorrendo-se de uma "habilidade", promove a penalização pecuniária da acção sindical e das comissões de trabalhadores, comportamente ilegal e anticonstitucional que é agravado pelo facto de se tratar de uma empresa tutelada pelo Governo.

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