Forte demonstração de unidade dos ferroviários ergue uma grande greve

Os trabalhadores das empresas do sector ferroviário demonstraram, na greve de hoje, o seu grande descontentamento face à tentativa de imposição do congelamento dos salários e do bloqueio da negociação colectiva e disseram NÃO à intenção do Governo em privatizar as empresas do sector e, demonstraram, igualmente a sua grande capacidade de unidade na acção com uma fortíssima adesão á greve, que nas empresas do sector se situou entre os 90 e 95% de adesão, com muitos locais de trabalho com adesões de 100%, e que afectou seriamente a circulação ferroviária, apesar das costumeiras tentativas (muitas concretizadas!) das empresas de violar a lei da greve.

 

Ler Comunicado do SNTSF

Deputado do PCP com os trabalhadores ferroviários vítimas das ilegalidades patronais

mini-cco20100427.jpgReflexo do firme compromisso de solidariedade do PCP com os trabalhadores em luta neste 27 de Abril, o deputado do PCP Bruno Dias deslocou-se ao CCO de Braço de Prata, chamado pelo piquete de greve, onde pôde constatar das graves violações à lei da greve e à segurança ferroviária cometidos neste dia pelo Governo e pela sua Administração da Refer, nomeadamente a ilegal substituição de trabalhadores em greve, a realização de pressões e intimidações aos trabalhadores e a excesso de carga horária superando os máximos impostos por questões de segurança. No quadro desta visita, Bruno Dias pode conversar ainda com a inspecção da Autoridade para as Condições no Trabalho, aí presente perante a denúncia do piquete.

Greve na Carris: Forte adesão responde à chantagem e repressão patronal

mini-carris20100427.jpgOs trabalhadores da Carris cumprem hoje um dia de greve, contra o congelamento salarial e em defesa do direito à contratação colectiva. Enfrentando um vasto conjunto de ilegalidades por parte do Governo e da sua Administração (desde a retirada de prémios aos adererentes à greve até à substituição de trabalhadores em greve), a greve registou uma significativa adesão, superior à da luta de 19 de Março, numa acção que prosseguirá com determinação.

Plenário dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa expressa solidariedade com a luta geral

mini-metrocapa20100427.jpgNo PMO3 realizou-se um plenário de trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, numa acção convergente com a luta dos restantes trabalhadores dos transportes. Numa acção que mobilizou cerca de 150 trabalhadores, ficou expressa a convergência com os objectivos da acção de luta convergente dos transportes, e a determinação de participar em próximas acções que se venham a revelar necessárias.

 

Greve dos Transportes iniciou-se com elevados níveis de adesão

imagem0100.jpgIniciou-se a greve do sector dos transportes, com adesões nuito fortes. No sector ferroviário, a adesão, superior a 90%, levou à supressão da generalidade das circulações a partir da meia-noite. A greve estende-se a partir da manhã à Carris, TST, Transtejo e Soflusa.

Trabalhadores dos TST concentrados frente ao Ministério dos Transportes

mini-capatst.jpg

Os trabalhadores da empresa de transporte público de passageiros – Transportes Sul do Tejo, concentraram-se ontem em frente ao Ministério dos Transportes, no quadro da realização de uma greve de 24 horas que registou uma adesão superior a 80%. Contestaram o congelamento salarial numa empresa que tem acumulado lucros à custa das indemnizações compensatórias pagas pelo Estado e da progressiva redução dos salários reais dos seus trabalhadores. No dia 27, a luta prossegue em conjunto com diversas empresas do Sector de Transportes e Comunicações.

Continuar...

Contas da TAP de 2009: Argumentos acrescidos contra a Privatização!

Sobre a apresentação das contas da TAP, ontem realizada, a Célula do PCP na TAP editou a nota de imprensa anexa, de onde destacamos o seguinte excerto: «Mas o que [estas contas] demonstra[m] inequivocamente é a validade dos argumentos do PCP contra a sua privatização. Demonstram que a TAP é um importante factor de criação de riqueza em Portugal, que com a privatização ficaria seriamente em risco. Demonstram que a TAP é um poderoso contribuinte líquido para o orçamento de Estado (somando os seus resultados com o conjunto da receita fiscal  gerada), cuja privatização agravaria todos os défices das contas públicas. Demonstram que a TAP é um poderoso contribuinte para o Emprego em Portugal (e para a Segurança Social), num momento em que o desemprego ultrapassa os 10%. Demonstram quão errada foi a opção de autonomizar e privatizar a SPDH, sector lucrativo e de reconhecida qualidade da TAP, cujos efeitos directos e indirectos da sua privatização e desprivatização forçada ainda se fazem sentir na TAP. Demonstra que o caminho de futuro para a TAP é o que a Célula do PCP tem apontado (corrigindo erros da actual gestão, reforçando o investimento na Manutenção, invertendo o processo liberalizador no handling, reforçando os direitos dos trabalhadores, etc) e não a cartilha neoliberal.» 

Continuar...

PCP em acção de esclarecimento e mobilização junto dos motoristas de mercadorias

imagem0098.jpgDurante este dia 5 de Abril, realiza o PCP uma acção de contacto com motoristas de mercadorias junto da fronteira de Vilar Formoso. Durante a iniciativa, foi distribuído aos trabalhadores presentes o Boletim do PCP "O Motorista" (que pode ler aqui ), tendo-se realizado às 16.00 uma sessão pública que contou com as intervenções de José Gil (PCP), Vitor Pereira (FECTRANS) e Bruno Dias (PCP, Deputado na Assembleia da República). Nas intervenções, foi reafirmado o apelo do PCP à "Unidade e Luta contra a exploração e a precariedade, pelos salários com direitos",  e prestadas contas do trabalho desenvolvido pelo PCP na Assembleia da República em defesa dis direitos dos motoristas, nomeadamente pela revisão do DL  126/2009.

PCP solidário com motorista da CarrisTur alvo de represálias por denunciar irregularidades

O trabalhador Francisco Manuel Murteira Nunes, motorista da CarrisTur, alertou oportunamente a ACT para injustiças e ilegalidades que ali ocorriam, ainda hoje não totalmente resolvidas, nomeadamente acumulações de turnos e de horários em que são colocados a conduzir autocarros, com as nocivas implicações no repouso, na saúde, na vida familiar e na segurança rodoviária. Meses mais tarde, parte do problema teve resposta por parte da empresa mas, na primeira oportunidade, esta notificou-o secamente da intenção de não lhe renovar o seu contrato. Consciente de que o único “crime” que cometeu foi o de denunciar e não se submeter à injustiça, à exploração e à violação da legalidade, este trabalhador continua a lutar pelo seu posto de trabalho. Na AR, o PCP questionou o Governo sobre esta injustiça através do MOPTC e do MTSS.

Ler pergunta ao MOPTC em PDF

 

Ler pergunta ao MTSS em PDF

 

PCP com os trabalhadores da Barraqueiro, contra a exploração

barraqueiro.jpgSão frequentes, graves e justas as queixas acerca de violação da legislação laboral contra a Empresa Barraqueiro Transportes SA. Nomeadamente, por manter trabalhadores a prazo ocupando postos de trabalho efectivos, e pela violação sistemática do Acordo de Empresa em vigor (impondo intervalos de 5 horas, não realizando a devida compensação pelas horas extraordinárias trabalhadas, não pagando as refeições em deslocado, as folgas e feriados trabalhados nos termos do AE, não eliminando a hora técnica, etc.). Mas apesar das denúncias, a situação mantêm-se, num quadro de crescente exploração dos trabalhadores da empresa, razão pelo que o PCP confrontou o Governo com a não intervenção das entidades responsáveis, nomeadamente da ACT. 

Ler Requerimento em PDF