Comunistas no aeroporto de Lisboa editam jornal

Os trabalhadores comunistas no Aeroporto de Lisboa começaram a editar um Jornal sobre o Aeroporto. Neste primeiro número, abordam em particular as situações de precariedade aí vividas, bem como a luta actualmente em curso na empresa SPdH.

Par ler o Jornal em PDF 

PCP e trabalhadores resistem ao processo de desmantelamento e privatização da CP

O Processo de separação da CP Carga da CP que o Governo tenta implementar é negativo para o país e para os trabalhadores da Empresa. A não ser travado, vai significar a redução de postos de trabalho, a privatização desta actividade e mais um atraso para o desenvolvimento económico do país. A Coordenadora Nacional do PCP para o Sector Ferroviário fez sair um comunicado aos trabalhadores sobre esta matéria que podes encontrar aqui .

Basta de Injustiças na SPdH - Unidos os trabalhadores vencerão!

Inicia-se hoje a Greve dos trabalhadores da SPdH, que decorrerá durante 1 mês, duas horas por turno. A juntar-se às pressões da administração no sentido de desmobilizar os trabalhadores, o Governo decretou agora serviços mínimos ilegais cujo único propósito é retirar o direito à greve a estes trabalhadores. A Célula do PCP tomou de imediato posição, reafirmando que a resposta a mais esta acção do patronato só pode ser o reforço da unidade e determinação dos trabalhadores.

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Transtejo - Lutar pela reposição da legalidade

O "Avante!" de hoje informa que a administração da Transtejo accionou 58 notas de culpa contra trabalhadores que não cumpriram os «serviços mínimos» impostos pela administração na greve geral. Mas informa também que, porque em causa está o direito à greve, no plenário de dia 17, os trabalhadores decidiram prosseguir com a greve às horas suplementares até que seja reposta a legalidade. E que perante as tentativas de impor a substituição de trabalhadores em greve, os trabalhadores da Soflusa avançaram com um pré-aviso de greve à prestação de serviços na Transtejo.

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PCP sobre a Situação na TAP e na SPdH

A célula do PCP na TAP e na SPdH fez hoje sair um comunicado  sobre a situação social na empresa que se degrada.  No comunicado pode ler-se: "O PCP tinha razão! A SPdH é hoje mais um claro e demonstrativo exemplo de quão desastrosas e nefastas são para o país as privatizações, e que os trabalhadores seriam os primeiros a sentirem as negativas consequências do processo privatizador, como a realidade social da empresa o confirma. "

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PCP sobre o encerramento parcial da linha amarela

O PCP tomou posição pública contra os serviços alternativos disponibilizados pelo Metro para compensar o encerramento parcial da linha Amarela. Nessa nota destaca a diminuição do acesso ao transporte público por 6 meses para milhares de utentes e a situação particularmente grave para os utentes da Cidade Universitária.

O PCP sublinha ainda o contraste entre os "serviços mínimos" impostos aos trabalhadores em greve (por exemplo ainda na última greve geral) e os "serviços mínimos" para uma situação como as obras agora a realizar na linha amarela. Um contraste que não deixa dúvidas sobre o carácter ilegal e atentatório do direito à greve dos chamados "serviços mínimos".  

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Comunicado aos Trabalhadores do Metro

COMUNICADO
Célula do Partido Comunista Português no Metropolitano de Lisboa – Maio/ 2007
30 de Maio – Todos juntos na Greve Geral

Trabalhadores do Metropolitano

CG e o Governo PS pretende pôr em causa o nosso AE, em sua defesa realizámos dez greves com elevados índices de adesão, mostrando bem a nossa força e razão. Recentemente veio o CG, a mando do Governo, impor, por acto de gestão, o aumento de 1,5% para os nossos salários. Enquanto isso, para os principais bancos e empresas (EDP, PT, Galp e Sonae) os lucros são escandalosos: mais de 5,3 mil milhões de euros!

A política de direita do Governo PS, em concluiu com o PSD e CDS-PP e o apoio do PR, contra os direitos dos trabalhadores, a contratação colectiva, o sistema de Saúde, de Educação e Segurança Social, aumenta dia-a-dia o custo de vida, agravando as dificuldades para quem trabalha, ou vive das baixas pensões, aumentando ainda mais os níveis de pobreza e exclusão social, agravando sem limites as condições de vida dos trabalhadores e do povo. Em defesa dos postos de trabalho, dos direitos conquistados por nós e consagrados no AE, por uma nova política, outro rumo para o País, os comunistas do Metro dizem: temos razões bastantes para aderir em massa à GREVE GERAL DE 30 DE MAIO e, com a sua realização, estaremos em melhores condições para derrotar a política direita que, no Metro como em muitas outras empresas e sectores e no País em geral, é responsável pela degradação dos salários e das nossas condições de trabalho e de vida.

CONTRA ISTO VAMOS LUTAR,
VAMOS ADERIR
À GREVE GERAL!

O Governo ainda não está satisfeito com as alterações feitas à legislação laboral, pretende por isso vir a introduzir a chamada “flexisegurança”, que mais não é do que:

- Liberalizar os despedimentos sem justa causa, aumentando ainda mais a precariedade e o desemprego;

- Alterar as regras da organização do tempo de trabalho, ficando o trabalhador ao dispor do patronato e gestores; sem qualquer possibilidade de recusa, aumentando a seu belo prazer a jornada de trabalho e com isto o não pagamento de trabalho extraordinário;

- Aumentar a polivalência funcional, ou seja concentrar mais funções num trabalhador e consequentemente poder reduzir postos de trabalho e despedir os trabalhadores e aumentar as cargas e ritmos de trabalho.

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa lutam por trabalho certo e com direitos, pela passagem a efectivos dos contratados, por melhores salários, por melhores condições de trabalho e de vida, contra a entrega de serviços da empresa a privados, por um transporte público de qualidade ao serviço dos utentes e da população.

POR UMA NOVA POLÍTICA!

Comunicado aos Aos Pequenos e Médios Industriais de Táxis

Aos Pequenos e Médios Industriais de Táxis

Participemos na GREVE GERAL
de 30 de Maio!

Os industriais de táxis comunistas do distrito de Lisboa apelam à solidariedade dos pequenos e médios industriais de táxis com os trabalhadores de todos os sectores de actividade que vão aderir à GREVE GERAL decretada pela CGTP/IN para o dia 30 de Maio e à sua participação na mesma.

Os pequenos e médios empresários do Sector do Táxi, que vivem e trabalham com as camadas mais carenciadas do população e com menos recursos económicos, sentem que este protesto é justo e necessário, dada a constante degradação do poder de compra daqueles que normalmente utilizam o táxi.

Por isso, todos os altos e baixos na vida de quem trabalha e vive apenas do seu salário, tem reflexos profundos na economia destes profissionais de táxi, cada vez mais carregados com impostos e com taxas de toda a espécie…

Os pequenos e médios empresários do Sector do Táxi, que vivem essencialmente da actividade do táxi, reclamam há muito tempo outra política para o sector, nomeadamente a redução do preço do gasóleo, a abolição do PEC (Pagamento Especial por Conta) e melhores condições de segurança.

Como se tudo isto não bastasse, tal como os restantes portugueses, sofrem um ataque feroz do Governo aos serviços públicos, de que são exemplos gritantes os encerramentos de inúmeras unidades de saúde (urgências, pediatria, centros de saúde, etc.) e a redução do acesso da população aos cuidados de saúde.

Por isso, exigem que é a altura do Governo mudar de política e fazer uma inflexão profunda nas suas opções económicas e sociais que só penalizam quem trabalha e vive da sua modesta actividade, no caso concreto, os pequenos e médios empresários de táxi.

- POR UMA NOVA POLÍTICA!
- POR MAIS JUSTIÇA SOCIAL!

PARTICIPEMOS NA GREVE GERAL DE 30 DE MAIO!

Lisboa 21 de Maio de 2007                                                    
A Célula do PCP dos Pequenos e Médios Industriais de Táxis de Lisboa

Comunicado aos Trabalhadores da TAPe da SPdH

COMUNICADO

Célula do Partido Comunista Português na TAP – Maio / 2007

Aos trabalhadores da TAP e SPdH

Basta de tanta injustiça!

30 DE MAIO TODOS NA GREVE GERAL

A política do actual governo tem vindo a agravar a vida dos trabalhadores e do Povo em geral, através de um conjunto de medidas lesivas dos direitos conquistados.

Os contratos a termo são cada vez mais utilizados pelos patrões e pelas administrações para poderem inibir os trabalhadores do exercício dos seus direitos e para pagarem salários mais baixos. Os contratos a recibos verdes são outra modalidade da exploração do trabalho que alastra cada vez mais. A instabilidade torna-se a única certeza na vida de muitos trabalhadores, particularmente os jovens. Estes são também forçados a aceitar contratos temporários e contratos a tempo parcial. Muitos destes contratos são ilegais porque não respeitam os requisitos exigidos pela lei, mas a Inspecção do Trabalho raramente pune as empresas prevaricadoras.

Esta precariedade galopante coexiste com o aumento do desemprego que atinge no nosso País uma das mais elevadas taxas de sempre. Os salários são dos mais baixos da Europa comunitária. São encerrados serviços públicos essenciais, como urgências, centros de saúde, maternidades, escolas, reduzindo-se a resposta às necessidades das populações e abrindo espaço à instalação de negócios privados.

Nos últimos tempos, governo e patrões lançaram uma intensa campanha de promoção de uma coisa a que chamam “flexigurança”.

Para que serve? Unicamente para flexibilizar. Como? Dando aos patrões o poder de despedirem sem justa causa (proibido pela Constituição), de formatarem os horários de trabalho à sua vontade, de manipularem os salários, carreiras, etc. a seu bel-prazer.

Para o trabalho ficar completo, foi criada uma nova lei de bases da Segurança Social, que reduziu o valor das reformas a partir de 2008 para quem quiser reformar-se aos 65 anos, ou então terá que trabalhar além dessa idade para melhorar a reforma. E assim, no dizer do governo e de uma legião de “analistas”, ficará garantida a sustentabilidade da Segurança Social. É nisto que eles querem que os trabalhadores acreditem para implementarem medidas de retrocesso social.

O custo de vida continua a aumentar, reduzindo o poder de compra dos salários, o acesso aos cuidados de saúde é cada vez mais caro, o direito à educação é reduzido, etc.

Entretanto, o governo pretende prosseguir o desmantelamento do que resta do sector empresarial do Estado, anunciando a privatização da TAP e da ANA. No que se refere à TAP, a nossa posição é conhecida e inequívoca: a TAP deve manter-se como empresa pública de capitais exclusivamente do Estado, sem quaisquer segmentações ou privatizações parcelares. É desta maneira que se poderá garantir a continuidade do serviço público de ligação aérea às Regiões Autónomas e às comunidades portuguesas no estrangeiro, como uma companhia estratégica para a economia do país, na qual os direitos dos trabalhadores serão salvaguardados.

O exemplo da segmentação do handling da TAP, a criação e privatização da SPdH é a prova acabada das consequências da entrega aos privados.

Os trabalhadores da SPdH podem confirmar até que ponto este processo foi lesivo para os seus interesses, para a TAP e para a economia nacional.

Têm, pois, os trabalhadores da TAP e SPdH razões de sobra para reagirem contra esta política. Para exigirem um rumo diferente, melhores condições de trabalho e de vida, o respeito pelos direitos e pela dignidade de quem trabalha e cria a riqueza.

É o que vai acontecer com a GREVE GERAL marcada para o dia 30 deste mês, a que os comunistas da TAP e SPdH vão aderir e exortam os demais trabalhadores da empresa a aderirem também, pois estão todos cobertos pelos pré-avisos de greve do SITAVA e da CGTP/IN.

Vamos fazer deste dia uma jornada de luta que certamente será uma vitória de todos nós.

Lisboa 21 de Maio de 2007

O Secretariado da Célula do PCP na TAP

VAMOS TODOS ADERIR À GREVE GERAL DE 30 DE MAIO!

 

Comunicado Célula Carris Maio 07

COMUNICADO  
Célula do Partido Comunista Português na Carris – Maio/2007

EM DEFESA DOS DIREITOS
GREVE GERAL

   
Os trabalhadores portugueses estão a sofrer a maior ofensiva dos últimos anos contra os seus direitos.

Como se não bastasse o agravamento das condições de vida traduzida na perda do poder de compra a par do crescimento dos lucros da banca e das grandes empresas, agravando cada dia o fosso entre os que mais têm e os que menos possuem, pretende o governo reduzir praticamente a zero os direitos de quem trabalha.

Tudo o que não conseguiu introduzir no “Pacote Laboral”, fruto da luta dos trabalhadores, em particular da greve geral que então se realizou, pretende o governo levar agora à prática, de forma agravada.

Não são só as medidas globais que a todos vêm atingindo, como na saúde, na educação, ou na prestação de serviços sociais. São os direitos laborais reduzidos praticamente a zero se a luta não os obrigar mais uma vez a recuar.

Os motivos para lutar são fortes e ninguém pode delegar a sua obrigação de o fazer.

Os que se prestam a tentar travar a luta, por compromissos com os que desencadeia esta política, têm de ficar isolados.

Do conjunto da ofensiva três linhas de ataque se destacam, as quais atingiriam brutalmente também os trabalhadores da CARRIS:

- Liquidação do Acordo de Empresa - Se o conseguissem todos os direitos que gerações de companheiros nossos conquistaram desapareceriam de um dia para o outro.

- Intermitências nos horários de trabalho - Os trabalhadores passariam a ter os horários que a Administração entendesse, interrompendo quando conviesse e com os intervalos que quisesse fixar. Dito de outra forma: ter de estar disponível muito mais tempo sem receber mais nada.

- Despedir quando entendessem - Com a chamada “Flexisegurança” a vontade da Administração seria o único motivo necessário para o despedimento com justa causa.

Todos ficaríamos com menos direitos do que os hoje existentes para os trabalhadores precários.

Contra esta política terrorista contra os trabalhadores apelamos a todos os trabalhadores da CARRIS que no próximo dia 30 façam ouvir o seu protesto aderindo à Greve Geral.

A hora é de todos os trabalhadores se unirem na luta pois é o seu futuro que está em jogo.

Nesse dia como sempre que é necessário defender os direitos dos trabalhadores os comunistas estarão na primeira linha.