Por um Novo Aeroporto de Lisboa ao serviço do país e não do capital

Os trabalhadores comunistas do Aeroporto de Lisboa iniciaram a distribuição de um comunicado sobre o novo Aeroporto de Lisboa, onde destacam a necessidade de reforçar a luta para que este grande e necessário investimento público não seja expropriado pelo capital.

No mesmo comunicado, saudam os trabalhadores da SPdH que depois de perto de 20 dias de greve alcançaram o essencial dos seus objectivos. 

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Comunicado da Célula da SPdH - Groundfource

BASTA DE INJUSTIÇAS

A LUTA CONTINUA

Os trabalhadores da SPdH-Groundforce têm vindo a travar uma luta prolongada pela actualização salarial e contra a inércia da Administração da empresa. Desta não vieram propostas, apenas a recusa em negociar.

Porém, foi conhecida ontem uma proposta do mediador do Ministério do Trabalho aos Sindicatos e à SPdH que consiste na aplicação de 3% na tabela salarial a todos ostrabalhadores com efeitos a partir de Agosto.

Do que estava à espera a Administração?  Se calhar, que os seus métodos ilegais de substituir os trabalhadores em greve e as pressões ou mesmo o cansaço desmobilizassem os trabalhadores.  Mas a luta prosseguiu.

Quer os administradores, quer os directores há muito que têm os seus salários actualizados generosamente.  Não se preocupam com as condições de vida dos trabalhadores. Preocupados estão unicamente com o aumento da exploração dos trabalhadores e com os lucros e os prémios correspondentes.

Como se chegou a isto?  Tudo principia quando o handling foi retirado à TAP por um governo do PS.  Este partido dito socialista agora está novamente no poder. O governo tem adoptado uma política anti-laboral e anti-social, com responsabilidades na deterioração dos salários dos trabalhadores, na redução das reformas, no acesso mais difícil ao subsídio de desemprego, com um código de custas judiciais que impede aos trabalhadores o acesso aos tribunais de trabalho, com encerramento a esmo de escolas, centros de saúde e maternidades.  Em consonância com essa política, nada faz para resolver o conflito laboral na SPdH, na qual o Estado é detentor de 49,9% do capital.

A luta continuou porque as reivindicações dos trabalhadores são justas.  Resistindo contra a injustiça e as ilegalidades, repudiando a discriminação salarial, exigindo a revisão salarial a que têm direito, os trabalhadores vêm confirmada a justeza da sua luta.

Parece, pois, existirem condições para se fazer justiça às reivindicações dos trabalhadores e para o prosseguimento das negociações nas restantes matérias que levaram à convocação da greve (desbloqueamento das evoluções, horários desumanos, precariedade, etc.).

Os comunistas da SPdH saúdam os trabalhadores que com a sua luta contribuíram para o desbloqueamento da situação e apelam à unidade para o necessário prosseguimento da luta.

Greve Suspensa na SPdH: VALE A PENA LUTAR!

Os Sindicatos suspenderam a Greve que decorria na SPdH desde o passado dia 1 de Dezembro, na sequência da proposta apresentada na Mediação de um aumento de 3% para todos os trabalhadores. Só a luta e unidade dos trabalhadores permitiu este resultado, numa luta que continua.

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PCP na AR questiona Governo sobre a Violação do direito à greve na Groundforce/SPdH

O PCP na Assembleia da República, através do seu deputado Bruno Dias,  entregou um requerimento ao Governo onde o questiona sobre as Violações do direito à greve na Groundforce/SPdH que pode constatar na visita a esta Empresa que se encontra presentemente em luta.

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Comunistas no aeroporto de Lisboa editam jornal

Os trabalhadores comunistas no Aeroporto de Lisboa começaram a editar um Jornal sobre o Aeroporto. Neste primeiro número, abordam em particular as situações de precariedade aí vividas, bem como a luta actualmente em curso na empresa SPdH.

Par ler o Jornal em PDF 

PCP e trabalhadores resistem ao processo de desmantelamento e privatização da CP

O Processo de separação da CP Carga da CP que o Governo tenta implementar é negativo para o país e para os trabalhadores da Empresa. A não ser travado, vai significar a redução de postos de trabalho, a privatização desta actividade e mais um atraso para o desenvolvimento económico do país. A Coordenadora Nacional do PCP para o Sector Ferroviário fez sair um comunicado aos trabalhadores sobre esta matéria que podes encontrar aqui .

Basta de Injustiças na SPdH - Unidos os trabalhadores vencerão!

Inicia-se hoje a Greve dos trabalhadores da SPdH, que decorrerá durante 1 mês, duas horas por turno. A juntar-se às pressões da administração no sentido de desmobilizar os trabalhadores, o Governo decretou agora serviços mínimos ilegais cujo único propósito é retirar o direito à greve a estes trabalhadores. A Célula do PCP tomou de imediato posição, reafirmando que a resposta a mais esta acção do patronato só pode ser o reforço da unidade e determinação dos trabalhadores.

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Transtejo - Lutar pela reposição da legalidade

O "Avante!" de hoje informa que a administração da Transtejo accionou 58 notas de culpa contra trabalhadores que não cumpriram os «serviços mínimos» impostos pela administração na greve geral. Mas informa também que, porque em causa está o direito à greve, no plenário de dia 17, os trabalhadores decidiram prosseguir com a greve às horas suplementares até que seja reposta a legalidade. E que perante as tentativas de impor a substituição de trabalhadores em greve, os trabalhadores da Soflusa avançaram com um pré-aviso de greve à prestação de serviços na Transtejo.

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PCP sobre a Situação na TAP e na SPdH

A célula do PCP na TAP e na SPdH fez hoje sair um comunicado  sobre a situação social na empresa que se degrada.  No comunicado pode ler-se: "O PCP tinha razão! A SPdH é hoje mais um claro e demonstrativo exemplo de quão desastrosas e nefastas são para o país as privatizações, e que os trabalhadores seriam os primeiros a sentirem as negativas consequências do processo privatizador, como a realidade social da empresa o confirma. "

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PCP sobre o encerramento parcial da linha amarela

O PCP tomou posição pública contra os serviços alternativos disponibilizados pelo Metro para compensar o encerramento parcial da linha Amarela. Nessa nota destaca a diminuição do acesso ao transporte público por 6 meses para milhares de utentes e a situação particularmente grave para os utentes da Cidade Universitária.

O PCP sublinha ainda o contraste entre os "serviços mínimos" impostos aos trabalhadores em greve (por exemplo ainda na última greve geral) e os "serviços mínimos" para uma situação como as obras agora a realizar na linha amarela. Um contraste que não deixa dúvidas sobre o carácter ilegal e atentatório do direito à greve dos chamados "serviços mínimos".  

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