Acto Público de Solidariedade com os trabalhadores do Sector aéreo

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O PCP irá realizar um acto público de Solidariedade com os trabalhadores do sector aéreo. Dia 23 de Abril, 5ª Feira entre as 11.30h e as 13h frente ao terminal de chegadas do terminal 1. Juntam-se neste acto solidário o deputado Bruno Dias e Armindo Miranda da Comissão Política do PCP.

Ler AQUI comunicado dirigido aos trabalhadores do Aeroporto Humberto Delgado. 

Urge defender o sector do táxi!

Táxi lisboa 1O surto epidémico COVID 19 expõe com maior clareza e agrava ainda mais as fragilidades do Sector do Táxi decorrentes da acentuada quebra no transporte público de passageiros e de sucessivos governos não darem resposta efectiva no sentido do desenvolvimento e modernização deste sector, que abrange milhares de profissionais e suas famílias.Importa lembrar que muitos trabalhadores do Sector do Táxi, cujo salário provinha da prestação de serviços que deixaram de ter, ficaram em muitas situações sem rendimentos devido à frágil protecção social que a sua situação laboral significa, havendo trabalhadores em desespero total, ficando em casa porque não há recursos. 

É enorme a forma como afecta ainda os pequenos industriais do táxi, as pequenas empresas ou as cooperativas do sector. Neste sentido, uma vez mais defendendo o sector do táxi, o PCP apresentou várias propostas no sentido de mitigar esta grave situação, que divulga num comunicado dirigido a estes profissionais.

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Acção de propaganda do PCP no Aeroporto de Lisboa

foto kline1Hoje teve lugar na zona circundante do Aeroporto Humberto Delgado a afixação de cartazes do PCP de solidariedade com os trabalhadores do sector aéreo. Esta acção insere-se num conjunto de tomadas de posição públicas que as organizações do PCP no sector têm vindo a assumir contra a aplicação da lay -off a mais de 15 mil trabalhadores e a consequente redução do seu salário em 33%, contra as reduções de salários em 20% a cerca de 3 mil trabalhadores e contra os despedimentos em curso, por via da não renovação de contratos de trabalho a prazo, que podem atingir 5 mil trabalhadores. O PCP apela à resistência e luta dos trabalhadores contra estes ataques! E afirma que estes podem contar com a solidariedade, denúncia e acção do PCP!

PCP denuncia ataques aos trabalhadores das rodoviárias privadas

No distrito de Lisboa, à semelhança do panorama nacional, a generalidade das rodoviárias privadas de passageiros avançam com a aplicação de layoff, como é já o caso das pertencentes ao grupo Barraqueiro Transportes, da Scotturb ou da Rodoviária de Lisboa. O Sector dos Transportes editou um comunicado onde repudia a penalização de centenas de trabalhadores, que irão sofrer um corte significativo nos seus salários, depois de em muitos casos terem sido forçados a férias nesta altura. Medidas como o layoff não servem para proteger o emprego, como refere o Governo e outros partidos, mas sim para salvaguardar os lucros de grandes grupos económicos como a Barraqueiro. É urgente resistir e lutar!

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Vinci com Milhões e trabalhadores da Portway com cortes salariais!

Comunicado AHD PortwayMais de 1700 trabalhadores da Portway foram as mais recentes vítimas. A administração da Portway, detida pela multinacional Vinci, anunciou que do total dos seus 1744 trabalhadores, 1204 entram imediatamente em lay-off. Há ainda 511 trabalhadores que continuam a trabalhar, mas com um corte salarial de 20% no vencimento. Em comunicado, a célula da Portway no Aeroporto de Lisboa afirma: impõem-se a intervenção imediata do Governo para pôr fim a este ataque aos trabalhadores!

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PCP exige medidas para o sector do Táxi

foto taxi

Com a falta de trabalho neste contexto, os profissionais de táxi vivem na incerteza. Há relatos de quem tenha parado o seu táxi e aguarda em casa por melhores notícias ou de quem admite mudar de vida com tanta dúvida no dia de amanhã e receio que o tempo desta emergência se dilate até um ponto sem retorno.
É toda uma estrutura nacional de produção de transporte público, a maioria micro empresas familiares, que está em risco. O PCP questionou o Governo sobre a aplicabilidade da PORTARIA 71-A/2020 15 Março, às condições específicas das empresas do sector do Táxi na perspectiva da sua sustentabilidade e da manutenção dos postos de trabalho, salários e direitos, assim como sobre a possibilidade de activar um mecanismo de apoio específico para as condições particulares do sector do Táxi.

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PCP repudia despedimento de mais de 200 trabalhadores nas Lojas Francas

Nas Lojas Francas de Portugal, mais 201 trabalhadores  são lançados para o desemprego pela não renovação dos seus contratos de trabalho a termo incerto. A célula do PCP das Lojas Francas de Portugal no Aeroporto Humberto Delgado, rejeita e condena estes despedimentos selvagens.

Exige a imediata intervenção do Governo para proteger e defender o emprego e os salários, em particular dos trabalhadores com vínculos precários.

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PCP exige intervenção do Governo no Porto de Lisboa

O PCP lançou um comunicado onde continua a denunciar a situação do Porto de Lisboa e dos seus trabalhadores. O Governo continua sem intervir no processo fraudulento de insolvência da Associação- Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa, em que o patronato da estiva procura praticar um despedimento colectivo de cerca de 140 trabalhadores, ao mesmo tempo que vários outros recebem processos disciplinares com vista a despedimento sem justificação plausível. Enquanto isso, o Porto de Lisboa continua a ter o seu funcionamento posto em causa, com um número escasso de estivadores a laborar. O PCP exige que o Governo intervenha, nomedamente com o controlo público imediato da A-ETPL.

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PCP solidário com todos os trabalhadores do sector aéreo

IMG 00001Desde a primeira hora que o PCP manifestou o seu alerta e sua preocupação face aos impactos da pandemia da Covid 19 nas múltiplas actividades do sector aéreo civil nacional, em particular, na sua companhia de bandeira, a TAP, instrumento de soberania e desenvolvimento do país.

Estivemos contra a privatização da TAP, defendemos desde sempre que o controlo e a gestão pública deveriam tutelar a TAP e todo o sector aéreo civil. Isto é, um sector estratégico nacional não pode ser comandado por interesses privados, nacionais ou estrangeiros, como é a actual situação do sector. Só colocando o interesse público no primeiro plano da gestão, podem ser assegurados os interesses nacionais e dos trabalhadores.

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PCP questiona: vai o Governo travar o lay-off na TAP?

É necessário um plano para evitar a destruição e garantir o futuro da TAP. Um plano que passa no imediato pelo respeito integral dos direitos dos trabalhadores, assegurando os seus salários, sem despedimentos, preparando o caminho para que, assim que o transporte aéreo regresse à normalidade, a TAP possa dar resposta às necessidades do País.

 

A TAP precisa de meios para conseguir suportar vários meses sem as receitas decorrentes da sua operação e cumprindo o essencial dos compromissos a que está obrigada. Meios que poderão representar largas centenas de milhões de euros, mas que serão sempre inferiores aos custos da sua destruição. O Estado português deve assumir a responsabilidade no imediato pela gestão pública da empresa. Exigindo da União Europeia que cheguem à TAP os apoios já anunciados para o sector da aviação civil. Travando a entrega da empresa ao grande capital estrangeiro e transformando os recursos públicos – nacionais ou de fundos comunitários – que sejam necessários mobilizar para salvar a companhia, em capital social da empresa.

Por tudo isto, o PCP questionou, entre outras coisas, como vai o Governo travar o recurso ao anunciado lay-off na TAP.

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