O acidente no Metropolitano de Lisboa e opções de investimento

foto audição ORT Metro

Esta segunda-feira o PCP promoveu na Assembleia da República a Audição Parlamentar sobre a situação actual e o futuro do Metropolitano de Lisboa, com organizações representativas dos trabalhadores da empresa. Foram vários os alertas dados sobre a degradação da capacidade técnica da estrutura do Metropolitano, com a saída de inúmeros técnicos especializados (em particular durante a governação PSD/CDS) que nunca foram substituídos, e as crescentes dificuldades da empresa no acompanhamento a obras que dizem diretamente respeito às suas infraestruturas e funcionamento. No dia seguinte ocorre o acidente na Linha Azul, com o desabamento do tecto de parte de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a Praça de Espanha. A CML afirmou que o acidente se deveu a “um erro técnico”, acrescentando que “não é uma questão de problemas de manutenção” do Metropolitano. Sabemos, no entanto, que a intervenção em causa inclui trabalhos que implicam a entrada no perímetro de segurança do túnel do Metro e, como tal, exigem não só o parecer técnico vinculativo como o acompanhamento desses trabalhos por parte da empresa. O PCP questionou o Governo. Ler aqui a pergunta

Trabalhadores em defesa da TAP pública

apresentação manifestoTapFoi apresentado por trabalhadores do sector aéreo e organizações representativas de trabalhadores um manifesto intitulado "Por uma TAP pública ao serviço do País", transformado em abaixo-assinado, que aponta a necessidade de o poder político não poder continuar a ceder aos interesses dos grupos económicos privados e de ter que assumir o desenvolvimento da empresa. Alerta ainda para que o futuro da empresa não passe pela descaracterização da companhia, pela redução do número de trabalhadores ou pela precarização das relações laborais. O PCP está solidário com as acções dos trabalhadores em defesa de uma TAP Pública e pelos direitos dos seus trabalhadores, como tem demonstrado nas suas posições e nas propostas apresentadas na Assembleia da República.

 
 
 

Rayanair continua ataque aos trabalhadores

Denunciamos vários ataques aos trabalhadores da Ryanair: são perspectivados “cortes selvagens” neste inverno em todas as bases no que diz respeito à capacidade e aos aviões, depois da empresa já ter anunciado que iria cortar 20% do horário planeado para Setembro e Outubro. Tudo isto no contexto do anunciado plano de reestruturação, que pode passar pela eliminação de 3000 empregos, o que representa 15% dos trabalhadores. O PCP denuncia ainda que mais de 30 trabalhadores portugueses (baseados em Ponta Delgada, Lisboa e Porto) da Crewlink, que tripulam os aviões da Ryanair, estão a ser convidados para os quadros da companhia com remunerações base abaixo do SMN (588 euros brutos), tendo como alternativa a relocalização no estrangeiro já em Setembro.

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É urgente a defesa da TAP!

A Boston Consulting Group (BCG) foi a consultora seleccionada pelo Conselho de Administração para elaborar o plano de reestruturação da TAP. O PCP relembra que esta foi a consultora americana a quem David Neeleman, em 2016, “encomendou” o estudo que resultou num documento de enorme gravidade para o futuro da companhia, o "Projecto RISE".

 

O PCP denunciou na altura os seus eixos: um projecto de redução da TAP; um estudo que apontava para a redução de largas centenas de trabalhadores, com propostas de redução de rendimentos e direitos e com uma degradação das condições de trabalho; um projecto de reconfiguração indiferente ao interesse nacional e ao futuro da própria TAP.

O PCP denuncia e questiona o Governo sobre a escolha desta consultora para planear a reestruturação da TAP depois dos objectivos que saíram no seu anterior estudo, contrários à defesa desta empresa estratégica para o nosso País e à defesa dos seus trabalhadores.

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PCP continua a confrontar o Governo com a situação dos estivadores

A situação continua a degradar-se no Porto de Lisboa para os estivadores que aí laboram. Quadros das empresas de estiva continuam, desde Abril, a ser substituídos nos seus postos de trabalho, demonstrando que, depois de terem sido afastados cerca de 150 trabalhadores com a insolvência fraudulenta da A-ETPL, procuram afastar os trabalhadores dos quadros das outras empresas de estiva. O PCP questionou ainda o Governo sobre a susbstituição dos trabalhadores em greve e continua a exigir a sua interveção perante a gravosa situação no Porto de Lisboa.

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PCP solidário com trabalhadores em greve na IP

foto IP1O PCP esteve hoje presente, com uma delegação que incluíu o deputado Duarte Alves, no piquete de greve dos trabalhadores da IP, organizado pelo SNTSF/Fectrans e pela Federação dos Trabalhadores da Função Pública, em solidariedade com a sua luta. Estes trabalhadores das empresas do grupo Infraestruturas de Portugal estão em luta pelo cumprimento do Acordo Colectivo de Trabalho e em protesto pelo bloqueio feito pela administração ao processo de negociação, pondo em causa reivindicações no que diz  respeito à questão salarial e a outras matérias.

Pela defesa da TAP e dos trabalhadores, a nacionalização é o caminho!

comunicado 3 julhoTAPO diferendo entre o Governo e os accionistas privados que se arrastava há quase um mês foi resolvido deixando de parte o cenário que mais defenderia a TAP: a sua nacionalização, assumindo o Estado a totalidade do capital, afastando completamente dos interesses privados.

O PCP reafirma que a TAP não pode estar sujeita aos interesses dos accionistas privados, que já demonstraram ser incapazes de defender a companhia. O PCP também afirma que a TAP não pode estar à mercê das imposições da UE, sendo a única companhia aérea a quem foi imposto que a concessão do empréstimo até 1200 milhões de euros pudesse ter como condição uma reestruturação da empresa, o que poderá querer dizer: redução de trabalhadores, diminuição da actividade ou até alienação de património.

A luta tem que continuar em defesa da TAP pública e dos seus trabalhadores!

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Estivadores: resistência e luta tem que continuar!

comunicado estivafinalO patronato da estiva continua a atacar os trabalhadores e o Porto de Lisboa. E o Governo continua conivente!Perante uma situação em que está em causa o futuro de 149 estivadores e o funcionamento do Porto de Lisboa, torna-se imperativo a reabertura da A - ETPL e a integração de todos os seus trabalhadores, num contexto de um inaceitável encerramento e de um processo de insolvência fraudulento. Ao mesmo tempo, são contratados trabalhadores, uns com contratos a termo, outros temporários, ou seja, contratados ao turno como acontecia com os trabalhadores Eventuais da A-ETPL. 

A perseguição a trabalhadores dos quadros de outras empresas de estiva do Porto continua, com processos disciplinares com vista a despedimento, assim como uma Acção em Tribunal em que o patronato procura tomar uma greve como ilegal. Alguns estão ainda a ser substituidos, em vários postos de trabalho, por trabalhadores subcontratados a empresas exteriores.

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Realizou-se a XV Assembleia do Sector dos Transportes

foto Assembleia 1No passado dia 20 de Junho realizou-se a XV Assembleia de Organização do Sector dos Transportes da ORL, com o lema «Reforçar o Partido. Por aumentos salariais e defesa dos direitos dos trabalhadores . Por mais e melhores Transportes», que contou com a presença de várias dezenas de camaradas. Este foi um momento de análise e reflexão sobre a situação das empresas de transporte e seus trabalhadores no distrito, onde foram traçadas linhas de trabalho para o reforço do Partido e da luta. A resolução política e o Organismo de Direcção, aprovados por unanimidade, são reflexo de uma ampla discussão no sector que permite criar condições para reforçar a intervenção do Partido junto dos trabalhadores das empresas de transporte assim como na defesa do transporte público e de qualidade.

 

Rodoviárias privadas protegem os seus lucros e atacam os trabalhadores

 

É inaceitável que empresas rodoviárias privadas de passageiros com avultados lucros tenham deixado milhares de trabalhadores com um corte atroz nos seus salários pelo layoff no último mês. E mais inaceitável é, que num contexto em que se inicia a retoma da actividade, onde já é visível o aumento da procura e portanto, a necessidade de mais oferta de transportes, existam administrações que insistam em prolongar a situação de layoff, protegendo os seus lucros e prejudicando os trabalhadores, a Segurança Social e pondo em causa a saúde dos seus utentes. São disto exemplo várias empresas que operam no distrito, como as do grupo Barraqueiro Transportes (Barraqueiro Oeste; Boa Viagem; Esevel; Estremadura; Frota Azul; Mafrense), a Scotturb, a Vimeca e o grupo Arriva, que inclui a TST. Estes e outros ataques aos trabalhadores são denunciados em comunicado.

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