Novo Banco/Tranquilidade: Trabalhadores da Banca e dos Seguros em defesa dos postos de trabalho

O SINAPSA (Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins) e o SINTAF/CGTP-IN (Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira) realizaram hoje, dia 15 de Outubro, uma tribuna pública em frente à sede do Novo Banco onde largas dezenas de trabalhadores afirmaram a sua intenção de elevar a luta em defesa do NovoBanco e Tranquilidade "como empresas autónomas sob controlo público" e a "conservação de todos os postos de trabalho e cumprimento efectivo de todos os instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho em vigor". Numa iniciativa que contou com a participação e intervenção do Secretário-Geral da CGTP, Arménio Carlos, recordou-se que a anunciada intenção do Governo é vender a Tranquilidade a "preço de saldo" a um fundo  que tem como objectivo "comprar, despedir, retalhar e vender com mais-valias" colocando em causa o futuro dos 1.560 trabalhadores da seguradora". Em relação ao Novo Banco, o SINTAF afirmou estar contra "qualquer solução que passe pela redução dos quase sete mil postos de trabalho".

No Sector da Banca: Não às discriminações!

Em comunicado os trabalhadores comunistas da Banca exigem o fim das discriminações no Sector"em função do género, da deficiência, por assédio moral; pelo uso dos direitos; acidente de trabalho, doenças profissionais e tempo de tropa.", denunciando que por exemplo, o "Banco BPI não tem uma prática muito diferente das outras empresas do sector financeiro a operar em Portugal no que concerne aos vários tipos de discriminação, que condenamos e consideramos muito más práticas, em que umas precisam de ser corrigidas, outras profundamente alteradas e outras mesmo eliminadas" apresentando casos concretos. Ler documento em PDF

Trabalhadores da Banca apelam ao voto na CDU

Os trabalhadores da Banca têm sentido na pele o agravamento das suas condições de vida e de trabalho. A destruição da sua carreira profissional, os ritmos de trabalho intensivos, o trabalho gratuito proporcionado pelo aumento ilegal do horário, através do trabalho extraordinário não pago, ou os despedimentos fazem parte do seu dia a dia. Nalguns bancos procedeu-se mesmo ao roubo (total ou parcial) do subsídio de férias ou de Natal e, noutros, os trabalhadores estão agora a ser confrontados com a tentativa de redução ilegal de salários e a suspensão de direitos contratuais. 

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Vale a pena lutar: trabalhadores e reformados do Banco de Portugal recuperam subsídios não pagos!

Depois de o Banco de Portugal e da Sociedade Gestora de Pensões se ter recusado, com a conivência do Governo, a pagar o subsídio de férias e de natal aos reformados e pensionistas do Banco de Portugal  , o SINTAF – Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira (CGTP-IN) e os trabalhadores lutaram em defesa dos seus direitos e ganharam. No passado dia 10 de Fevereiro, em audiência de julgamento final, comprovou-se que o SINTAF e os reformados tinham razão e o Banco de Portugal está obrigado ao pagamento dos subsídios roubados com juros de 4%. Vale sempre a pena lutar!

Trabalhadores da CARES (Grupo CGD) em luta em defesa dos postos de trabalho

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Os trabalhadores da CARES, Companhia de Seguros, S.A. (empresa de assistência da área seguradora do Grupo CGD) estão em luta, com greves de uma hora por turno. Esta greve tem como objectivo garantir que os serviços prestados pela CARES não sejam deslocalizados, que não sejam colocados em causa os postos de trabalho existentes, que se realize a passagem a efectivos de todos os trabalhadores que ocupam postos de trabalho permanentes e o preenchimento, conveniente, do quadro de pessoal, garantido assim a qualidade dos serviços prestados por esta empresa. A adesão foi superior a 95%, com forte impacto operacional apesar das viuolações da lei cometidas pela administração.

O PCP saúda a luta dos trabalhadores do Grupo Caixa Geral dos Depósitos

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Contra o corte dos subsídios de Férias e de Natal e pelo segundo ano consecutivo extorquidos de uma parte do seu salário, mais de 1200 trabalhadores do Grupo Caixa Geral de Depósitos concentraram-se hoje entre as 16 e as 18 horas à porta da sede da empresa e da agência central, respectivamente em Lisboa e no Porto. Também os trabalhadores do Grupo Caixa Geral de Depósitos estão a ser alvo de uma política, que obedecendo aos ditames do Pacto de Agressão negociado com o FMI, UE e BCE, retira direitos e reduz os rendimentos dos trabalhadores, reformados e pensionistas, em nome de uma falsa promessa de maior crescimento e mais emprego.

Agora CDU: igualmente o apelo aos trabalhadores do sector financeiro

bancarios160.jpg"Os trabalhadores da Banca e dos Seguros têm todas as razões para votarem CDU", é apresentação de um documento que está em distribuição junto dos trabalhadores do sector financeiro. Um documento onde se recordam as propostas e análises da CDU sobre esta matéria, e onde se apresentam os candidatos da CDU do sector financeiro,

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PCP denuncia realidade laboral do sector financeiro: Longos Horários de Trabalho e precariedade

financ.jpgEnquanto o sector financeiro vai amealhando crescentes lucros, a realidade para os trabalhadores do sector é a desvalorização real dos salários, a desregulamentação dos horários e o crescimento da precariedade. Em suma, o aumento brutal da exploração. Uma realidade que só a luta poderá transformar!

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CDU dirige-se aos trabalhadores do Sector Financeiro

mini-sectorfinanceiro.jpgEste dia 10 de Setembro, no âmbito da campanha eleitoral decorreu uma visita ao BES por parte de uma delegação da CDU na qual participaram Bernardino Soares e os candidatos do Sector Financeiro Palmira Areal e Jorge Martins. Na mesma data, iniciou-se a distribuição de um Comunicado aos trabalhadores do Sector, onde se sublinha que também para os trabalhadores do sector financeiro é o voto na CDU que mais interessa.

Jerónimo de Sousa intervêm sobre a Nacionalização da Banca e Seguros

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O Secretário Geral do PCP fez hoje uma intervenção, no Centro de Trabalho Vitória, anunciando que o partido defende a nacionalização de todo o sector bancário e dos seguros, referindo que na actual situação de crise profunda, estas nacionalizações são imperativas para o desenvolvimento e soberania nacionais.

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