Não ao encerramento de serviços nomeadamente no Hospital de Santa Cruz

Na edição de Julho do seu Boletim Informativo "Célula Vermelha", a Célula do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental do PCP alerta para a intenção do Governo PSD/CDS-PP de encerrar mais serviços de saúde.  Em comunicado refere que o "Governo definiu através da publicação no passado dia 10 de Abril, da portaria nº 82/2014, os critérios de classificação dos serviços e estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) de acordo com a natureza das suas responsabilidades e quadro de valências exercidas, bem como o seu posicionamento na rede hospitalar. O diploma tem em anexo a lista dos serviços, classificados segundo os critérios supracitados. Esta classificação provoca a perda de serviços na maioria das unidades de cuidados secundários, inclusive alguns serviços que são referências nacionais nas suas áreas de atuação." É o caso do Hospital de Santa Cruz (HSC), unidade que integra o CHLO, que foi classificado no grupo II, perdendo assim as valências de Cirurgia Cardiotorácica (CCT) e Cardiologia Pediátrica, valências em que é uma referência no plano nacional. Ler Documento em PDF

Saúde: Hospital vendido por 11 Milhões e comprado por 21 Milhões minutos depois

O Sector da Saúde da ORL do PCP no seu Boletim Informativo de Maio denuncia que "Sobre a política de saúde, a comunicação social dominada pelos grandes grupos económicos, vai apresentando o atual ministro da saúde como o melhor deste governo. Mas o balanço que se pode fazer, destes quási três anos, é que ele detém os “records” do encerramento de unidades de saúde, e dos cortes no financiamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com as pesadas consequências que se conhecem". Destaque para a denúncia de mais uma negociata na Saúde "A Estamo, sociedade responsável pela compra e venda de imóveis do Estado, alienou em Novembro de 2004 os terrenos do antigo Hospital de Arroios – um imóvel já muito degradado, em Lisboa – por 11,2 milhões de euros, a duas empresas do grupo Fibeira." Ler aqui

Centro Hospitalar Lisboa Ocidental: PCP questiona o Governo sobre o pagamento de retroactivos das horas de qualidade

A Célula do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental do PCP editou o seu boletim informativo "Célula Vermelha", onde afirma a solidariedade do PCP com "os trabalhadores com Contrato Individual de Trabalho que exigem o pagamento imediato das horas de qualidade devidas", denunciando que entre "2008 e 2012, o CHLO não aplicou os critérios estabelecidos na legislação supracitada, procedendo ao pagamento de valores muito inferiores aos atribuídos a outros trabalhadores, numa atitude injusta e discriminatória quando ambos desempenham as mesmas funções, com as mesmas responsabilidades e estão sujeitos às mesmas condições de risco e penosidade." Espaço ainda para a luta pelas 35 horas semanais. Ler aqui

Célula do PCP no Centro Hospitalar Lisboa Norte denúncia repressão aos trabalhadores que se opõem ao atropelo dos seus direitos

A Célula do Centro Hospitalar Lisboa Norte do PCP lançou a edição de Abril do seu Boletim Informativo onde destacando o 40º aniversário do 25 de Abril denuncia a existência de pressões sobre os trabalhadores nos seus locais de trabalho, onde são "recorrentes as ameaças de mobilidade interna e despedimento utilizando o exército de desempregados existente e a fragilidade económica e social dos trabalhadores como arma de intimidação. A alteração de escalas de horário ou a retirada de responsabilidades adquiridas são utilizadas como castigo aos trabalhadores que se opõem ao atropelo aos seus direitos." Destaque ainda para as dificuldades sentidas pelos trabalhadores para estacionarem as suas viaturas, especialmente para quem cumpre horários por turnos e um artigo intitulado "O Governo incentiva a natalidade com limitação dos direitos de maternidade e paternidade no Hospital de Santa Maria. Ler aqui

 

Hospital Pulido Valente: uma peça importante do Serviço Nacional de Saúde, paulatinamente desvalorizada

Os trabalhadores comunistas do Centro Hospitalar Lisboa Central emitiram um comunicado informando que delegação do PCP visitou o Hospital de Pulido Valente (HPV), tendo sido recebida pelo Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN) que respondeu a algumas das questões colocadas, nomeadamente, o possível encerramente desta unidade hospital e a sucessiva transferência de serviços para o Hospital Santa Maria.

 

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Célula do Hospital de Santa Maria edita Boletim Informativo

A Célula do Hospital de Santa Maria do PCP editou o seu boletim informativo onde destaca o facto de o único espaço com condições para realizar refeições, o refeitório, não permitir o seu usufro aos trabalhadores que trazem refeição própria, obrigando muitos trabalhadores a fazerem as suas refeições em locais desadequados. Espaço ainda para a denúncia de que o encerramento do Hospital Pulido Valente fazer parte de um projecto mais vasto de destruição do Serviço Nacional de Saúde. Ler aqui

Concentração em defesa do Serviço Nacional de Saúde no Hospital Amadora/Sintra

A Plataforma Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde realizou uma concentração junto do hospital Amadora/Sintra, para reclamar novas políticas na saúde que respeitem os princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa. Ler aqui

 

Utentes do Hospital Amadora/Sintra em defesa do Serviço Nacional de Saúde

As Comissões de Utentes da Saúde dos Concelhos de Sintra e Amadora realizaram no passado dia 29 de Janeiro uma vigília de protesto junto ao Hospital Amadora-Sintra contra a contínua degradação dos serviços prestados nesta unidade. Recentemente o serviço de urgências contava com mais de 12 horas de espera. 

O Pulido não fecha, o povo não deixa!

No passado dia 24 de Janeiro realizou-se uma ação de protesto que envolveu o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do sul e regiões autónomas e o Sindicato dos Médicos da zona sul, contra o encerramento do Hospital Pulido Valente.

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Centro Hospitalar Lisboa Central: reestruturação ou destruição?

A Célula do PCP no Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC) denuncia que a política de reestruturação que está a ser conduzida, "há medidas que estão a ser implementadas que, surgindo no sentido da redução de capacidades e da destruição da oferta de serviço público, exigem esclarecimento."

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