A CDU cumpriu

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CDU apresenta candidatura em Massamá e Monte Abraão

Decorreu ontem em Massamá a apresentação da candidatura de José António Coelho à presidência das freguesias de Massamá e Monte Abraão. Esteve também presente Pedro Ventura, candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal de Sintra, na iniciativa que contou com a participação de mais de 60 apoiantes. A alegria e boa disposição demonstradas afirmam a confiança da população na CDU. Foram ainda apresentadas as linhas gerais da campanha, assim como as próximas acções a realizar para afirmar a certeza da mudança.

José António Coelho tem 67 anos, é professor aposentado, reside em Massamá há 25 anos. Foi presidente da Assembleia de Freguesia de Belém, Lisboa; é membro da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses; é dirigente da Federação das Associações e Organizações de Reformados, Pensionistas e Idosos do Distrito de Lisboa / MURPI; é militante do Partido Comunista Português.

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Aceitar o “Hospital de Proximidade” é ceder perante o Governo e inviabilizar a construção de um verdadeiro Hospital Público em Sintra

A Câmara Municipal de Sintra deliberou por maioria (votos favoráveis do PS, PSD e Sintrenses com Marco Almeida, e voto contra da CDU) celebrar um acordo de colaboração com o Estado Português (representado pelo Ministério da Saúde e Ministério das Finanças), tendo em vista a concretização e instalação de um Hospital de Proximidade no Concelho de Sintra.

Neste acordo a Câmara Municipal de Sintra assume a comparticipação de 30 milhões de euros e a Administração Central de cerca 21 milhões de euros.

A CDU foi ao longo dos anos no concelho de Sintra a força política que mais se bateu, ao lado das populações, pela construção de um hospital público, denunciando os graves problemas que existiam, prosseguem e se agravam no Hospital Amadora-Sintra ou nos diversos centros de saúde do concelho que foram abandonados pela tutela.

Este acordo constitui para a CDU uma clara assumpção de responsabilidades financeiras que apenas cabem à Administração Central, o que contribui para a diminuição da capacidade de investimento do município de Sintra nas áreas que são da sua inteira e total responsabilidade.

A CDU denuncia que a postura da Administração Central em relação ao Hospital de Sintra revela que ao longo dos anos este nunca foi uma prioridade, note-se o facto de ele constar no Plano Director Regional do Equipamento de Saúde desde 2002 e nunca ter passado do papel.

São publicamente conhecidas as acções realizadas da CDU na Câmara Municipal e Assembleia Municipal, e Assembleias de Freguesias do concelho de Sintra, bem como as propostas do PCP na Assembleia da República para a construção de um hospital em Sintra. Em 15 de Dezembro de 2016 o PCP apresentou o projecto de resolução n.º 574/XIII/2.ª “Pela construção urgente de um hospital público no concelho de Sintra e em defesa da melhoria dos cuidados de saúde”.

O acordo de colaboração agora aprovado para a construção do “Hospital de Proximidade de Sintra” inviabiliza a possibilidade da Administração Central assumir a construção de um hospital com a dimensão correspondente às necessidades de um concelho como Sintra. Lembramos que este é o segundo maior concelho do País e que os estudos técnicos do Ministério da Saúde desde 2002 sempre apontaram para a construção de uma unidade com mais de 300 camas de internamento. Só uma unidade com estas características, e não com 60 camas para convalescença conforme é agora acordado, serve os interesses da população de Sintra.

Não é aceitável que a maioria do executivo da Câmara Municipal de Sintra aceite um protocolo para a construção de um "hospital" no segundo maior concelho do país que não comporta sequer a especialidade de maternidade-obstetrícia.

O Ministério da Saúde ao não realizar o investimento necessário cria as condições para o aparecimento de unidades de saúde privadas que comprometem seriamente a existência de um verdadeiro hospital de plataforma B (300 camas).

Importa denunciar que foi anunciado o aumento do número de camas de convalescença (mais 100 camas) na Parceria Público-Privada do Hospital de Cascais, quando esse investimento devia ser feito em Sintra. O que observamos no Programa de Estabilidade e Crescimento do actual Governo é a perspectiva da continuação da aposta nas Parcerias Público-Privadas, nomeadamente o aumento dos pagamentos aos grupos económicos a quem foi entregue a gestão dos hospitais de Braga, Cascais, Loures e Vila Franca de Xira.

Melhor fariam, ou teriam feito as forças políticas que hoje aprovam este acordo, em ter exigido do Estado a construção de um verdadeiro hospital em Sintra, permitindo dessa forma o investimento em áreas que são da responsabilidade do município, nomeadamente, por exemplo, no que diz respeito ao parque escolar, e em que segundo estimativa do próprio município são necessários mais de 100 milhões de euros para a reabilitação das escolas do 2.ª e 3.ª ciclo.

A Coordenadora Concelhia de Sintra da CDU1906

Pedro Ventura, Cabeça de Lista da CDU à Câmara Municipal de Sintra

PedroVenturaCaros camaradas e amigos,

Aceitar encabeçar a lista da CDU à Câmara Municipal de Sintra é para mim um dever de cidadania. Quem sente de perto os problemas deste concelho e sabe que pode contribuir para que ele seja muito melhor do que agora é, tem de estar disponível para o fazer no lugar onde esse contributo é mais eficaz.
Por isso apresentamos hoje a minha candidatura a Presidente da Câmara Municipal de Sintra e a do António Filipe a Presidente da Assembleia Municipal, sabendo que, na CDU, pautamos a nossa acção política no princípio de que o trabalho a realizar é colectivo. Esta candidatura não se centra em mim mas sim nas propostas que o PCP, o PEV e a ID têm para o concelho de Sintra, e por isso afirmamos que, contra candidatos que apenas têm ambições pessoais, o projecto da CDU resulta da visão de uma equipa vasta de homens e mulheres que, candidatando-se à Câmara, à Assembleia Municipal e às freguesias, fazem-no para servir e para responder aos problemas das populações, dando corpo a uma política de mudança.

Luís Morais é o Candidato da CDU à Presidência da Junta de Freguesia de Rio de Mouro

rio de mouro 4A CDU procedeu no passado sábado, dia 6 de Maio, no Mercado de Rio de Mouro, à apresentação pública da sua candidatura à Junta de Freguesia de Rio de Mouro, esta iniciativa pública contou com a participação de Maria Alice Monteiro, mandatária da candidatura e de António Filipe candidato da CDU à presidência da Assembleia Municipal de Sintra. Luís Morais é o Candidato da CDU à Presidência da Junta de Freguesia de Rio de Mouro.

CDU Sintra apresentou os 4 eixos prioritários do seu programa, dando destaque às 20 medidas fundamentais para Sintra.

000A CDU realizou esta sexta-feira, nos Bombeiros Voluntários de Queluz, um comício de apresentação dos primeiros candidatos à Câmara, Assembleia e Freguesias do Município de Sintra.

Numa grande iniciativa que contou com a presença do secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, o candidato à presidência da Câmara Municipal, Pedro Ventura, apresentou os 4 eixos prioritários do programa da CDU, dando destaque às 20 medidas fundamentais da CDU para Sintra.

Candidatos da CDU aprofundam conhecimento sobre questões relacionadas com os trabalhadores e as empresas de Sintra

Pedro Ventura, candidato da CDU à Presidência da Câmara Municipal de Sintra e actual Vereador, estiveram no passado dia 10 de Maio na Delegação de Sintra da União dos Sindicatos de Lisboa. Em reunião com dirigentes sindicais do SINTAB (Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Industrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal), do SITE (Sindicato das Industrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente), do SIESI (Sindicato das Industrias Eléctricas do Sul e Ilhas) e do STFP (Sindicato dos Trabalhadores em Funções públicas e Sociais), foram abordadas questões relacionadas com os trabalhadores e as empresas de Sintra, específicas de cada sector profissional, de forma a um melhor conhecimento da situação actual.

CDU contra o encerramento da Agência da Caixa Geral de Depósitos de Colares

cgd lavradioO anúncio do encerramento de agências da Caixa Geral de Depósitos (CGD) por todo o País terá impactes nas populações e nos direitos dos trabalhadores. A equipa da CGD liderada por Paulo Macedo anunciou durante a apresentação do Plano Estratégico da CGD, que irá reduzir cerca de 25% das agências, num total de perto de duas centenas.