PCP e os Verdes solidários com a luta dos trabalhadores da EMEF

Em plenários realizados esta semana, os trabalhadores da EMEF decidiram realizar ontem, dia 27 de Outubro, um dia de luta, com plenários e greves, ao mesmo tempo que se realizam as vigílias em frente ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas.

Nas oficinas em Oeiras (onde decorria um Plenário) cerca das 14,30h, delegados sindicais da empresa receberam delegações dos eleitos do PCP dos concelhos de Cascais e de Oeiras e uma representação d´Os Verdes que vieram manifestar a sua solidariedade à justa luta dos trabalhadores em defesa do emprego e contra a precariedade.

Na oportunidade os eleitos na Assembleia Municipal de Oeiras fizeram entrega da Moção que aquele órgão aprovou por unanimidade no passado dia 24, e a que já fizemos referência nesta página

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Oeiras solidariza-se com luta dos trabalhadores da EMEF

Na passada segunda-feira os eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Oeiras fizeram aprovar, por unanimidade, uma Moção sobre
OS DESPEDIMENTOS NAS OFICINAS DA EMEF EM OEIRAS, E A DEGRADAÇÃO DA FIABILIDADE DA CIRCULAÇÃO FERROVIÁRIA NA LINHA DE CASCAIS DA CP

Ler abaixo o texto da Moção aprovada por todas as forças politicas representadas na Assembleia Municipal:

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Porque a luta (também) se faz com o conhecimento da história, uma leitura obrigatória

Celebrou-se este ano o centenário da Revolta da Páscoa e a Biblioteca Avante editou um livro de leitura obrigatória. Em romance, conta-nos o que foi a "Insurreição".

«Declaramos o direito do povo da Irlanda à propriedade da Irlanda, ao controlo sem restrições dos destinos irlandeses, soberanos e irrevogáveis»  E em torno desta proclamação se desenvolverá a leitura do livro "Insurreição"

Da Revolta da Páscoa ficaram registados para a História muitos nomes da resistência irlandesa contra o domínio inglês: Patrick Pearse, que leu a proclamação do governo provisório da República da Irlanda – «Declaramos o direito do povo da Irlanda à propriedade da Irlanda, ao controlo sem restrições dos destinos irlandeses, soberanos e irrevogáveis» –, na Estação dos Correios que funcionou como centro da revolta, Tom Clarke, James Connolly, Sean Mac Diarmada, Joseph Plunkett, Thomas MacDonagh, Eamonn Ceannt…

Todos estes dirigentes, que assinaram a referida proclamação, vieram a ser executados num espaço de duas semanas. James Connolly – destacado socialista irlandês que, com Lénine e outros, se opôs desde o início à traição da Internacional Socialista no alinhamento nacional dos seus partidos na Primeira Guerra Mundial –, seriamente debilitado pelos combates, foi executado de forma bárbara, atado a uma cadeira pois estava incapaz de se aguentar de pé perante o pelotão de fuzilamento.

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Intervenção de Francisco Lopes - Sessão sobre Precariedade

Intervenção de Francisco Lopes, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central do PCP na Sessão Sobre Precariedade promovida pela Organização Concelhia de Oeiras do PCP no Auditório Municipal da Biblioteca de Oeiras no dia 29 de Setembro.