Oeiras prossegue preparação do XX Congresso do PCP

Decorreu no passado dia 12 de novembro, no Centro de Trabalho de Carnaxide do PCP, mais uma assembleia para discussão das teses e eleição dos delegados ao XX Congresso do Partido. A introduzir o debate, o camarada Nuno Boavida, da DORL apresentou os tópicos das Teses, complementando a leitura que já foi feita pelos militantes.

Longe de serem um objeto estático, as Teses são resultado da reflexão e discussão em todas as organizações, e estão sempre abertas a melhorias até ao momento da sua votação no Congresso.

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PCP e os Verdes solidários com a luta dos trabalhadores da EMEF

Em plenários realizados esta semana, os trabalhadores da EMEF decidiram realizar ontem, dia 27 de Outubro, um dia de luta, com plenários e greves, ao mesmo tempo que se realizam as vigílias em frente ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas.

Nas oficinas em Oeiras (onde decorria um Plenário) cerca das 14,30h, delegados sindicais da empresa receberam delegações dos eleitos do PCP dos concelhos de Cascais e de Oeiras e uma representação d´Os Verdes que vieram manifestar a sua solidariedade à justa luta dos trabalhadores em defesa do emprego e contra a precariedade.

Na oportunidade os eleitos na Assembleia Municipal de Oeiras fizeram entrega da Moção que aquele órgão aprovou por unanimidade no passado dia 24, e a que já fizemos referência nesta página

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Oeiras solidariza-se com luta dos trabalhadores da EMEF

Na passada segunda-feira os eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Oeiras fizeram aprovar, por unanimidade, uma Moção sobre
OS DESPEDIMENTOS NAS OFICINAS DA EMEF EM OEIRAS, E A DEGRADAÇÃO DA FIABILIDADE DA CIRCULAÇÃO FERROVIÁRIA NA LINHA DE CASCAIS DA CP

Ler abaixo o texto da Moção aprovada por todas as forças politicas representadas na Assembleia Municipal:

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Porque a luta (também) se faz com o conhecimento da história, uma leitura obrigatória

Celebrou-se este ano o centenário da Revolta da Páscoa e a Biblioteca Avante editou um livro de leitura obrigatória. Em romance, conta-nos o que foi a "Insurreição".

«Declaramos o direito do povo da Irlanda à propriedade da Irlanda, ao controlo sem restrições dos destinos irlandeses, soberanos e irrevogáveis»  E em torno desta proclamação se desenvolverá a leitura do livro "Insurreição"

Da Revolta da Páscoa ficaram registados para a História muitos nomes da resistência irlandesa contra o domínio inglês: Patrick Pearse, que leu a proclamação do governo provisório da República da Irlanda – «Declaramos o direito do povo da Irlanda à propriedade da Irlanda, ao controlo sem restrições dos destinos irlandeses, soberanos e irrevogáveis» –, na Estação dos Correios que funcionou como centro da revolta, Tom Clarke, James Connolly, Sean Mac Diarmada, Joseph Plunkett, Thomas MacDonagh, Eamonn Ceannt…

Todos estes dirigentes, que assinaram a referida proclamação, vieram a ser executados num espaço de duas semanas. James Connolly – destacado socialista irlandês que, com Lénine e outros, se opôs desde o início à traição da Internacional Socialista no alinhamento nacional dos seus partidos na Primeira Guerra Mundial –, seriamente debilitado pelos combates, foi executado de forma bárbara, atado a uma cadeira pois estava incapaz de se aguentar de pé perante o pelotão de fuzilamento.

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