SEDA IBÉRICA - PCP questiona o Governo

Em comunicado dirigido aos trabalhadores, a organização do Sector de Empresas de Oeiras do PCP dá conta da sua solidariedade à luta dos trabalhadores da SEDA IBÉRICA e informa da iniciativa do PCP que questionou o governo sobre a situaçâo dos trabalhadores

Perante a contínua falta de resposta por parte da ACT às várias denûncias dos trabalhadores, o PCP apresentou 3 questões ao Governo no passado dia 31 de Janeiro :

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SEDA IBÉRICA, hoje a luta continua com mais um dia de greve

Hoje, 7h00 de uma manhã fria e chuvosa, o piquete de greve era constituído por quase todos os trabalhadores do turno que deveria entrar ao serviço na Seda Ibérica. A imagem é de duas horas mais tarde... a luta continua firme e a solidariedade do PCP e dos eleitos da CDU também ao comparecerem no local.

Lembramos que este é o quarto dia de greve como já aqui se deu relevo (vêr notícia)

Prossegue a luta dos trabalhadores da SEDA IBÉRICA

Amanhã, dia 25, prossegue a greve na empresa. Será o 4º dia de luta. Entretanto, a administração da empresa, não cedendo às reivindicações, tem vindo a retaliar junto dos trabalhadores submetendo estes a fortes pressões e ameaças. Relembra-se que a adesão, nos três dias anteriores, foi superior a 90%

Há hora em que editamos esta informação decorre um Plenário de Trabalhadores que decidirá sobre os passos seguintes.

ISQ - Boletim da Célula do PCP

Encontra-se em distribuição o Boletim de Janeiro

Ler aqui, em PDF

Trabalhadores do Mercado de Algés fazem concentração

Os trabalhadores da área da restauração do Mercado de Algés, que reclamam a inexistência de condições para trabalhar relativas à segurança e saúde, realizaram esta quinta-feira uma concentração de denúncia, junto ao mercado.

Um total de 60 trabalhadores da área da restauração denunciam a falta de condições para trabalhar no Mercado de Algés, devido a questões de segurança e saúde, atribuídas à empresa concessionária, a Naipe d’Emoções.

Os trabalhadores continuam a insistir na ausência de condições dignas para trabalhar, das quais destacam a inexistência de um refeitório para realizar as pausas de refeição «com dignidade e higiene», o número insuficiente de casas de banho para funcionários e a ausência de limpeza regular das mesmas e de outros espaços.

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