CDU Loures "Contem Connosco!"

A CDU de Loures sob o lema geral "Contem connosco porque melhorar é sempre possível!", editou mais dois comunicados à população:

- Informando das deligências realizadas em defesa dos interesses dos moradores na Av. Estado da India, em Sacavém, que pode ler aqui em PDF

- Informando da proposta apresentada em Câmara sobre os transportes para os trabalhadores do munícipio, proposta chumbada pela coligação PS/PSD, que pode ler aqui em PDF

Célula do PCP na Valorsul apela à luta

A Célula do PCP na ValorSul editou um comunicado aos trabalhadores onde destaca, sobre a situação na Empresa, que "Só a administração da Valorsul é responsável pelo clima de conflitualidade laboral na Empresa!", e alerta que "
Os direitos dos trabalhadores conquistam-se e defendem-se com a luta!", pelo que exorta não apenas à continuação da luta na Empresa, mas igualmente à participação na luta nacional da CGTP-In dopróximo dia 18.

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Cheias de Sacavém: Basta de Incompetência!

A CDU de Loures e de Sacavém acusa a CM Loures - e a sua gestão PS - de terem contribuído para o desastre que as cheias representaram para a população: porque não tomaram as medidas devidas perante a iminência da catastrófe; e poque permitiram a degradação de sargetas e colectores ao mesmo tempo que autorizavam depósito de terras em zonas perigosas. Ao opor-se à criação da Comissão de Inquérito proposta pela CDU, o PS de Loures deixou claro que teme esse apuramento.

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Camarate: Basta de Insegurança!

Basta de insegurança!

Quantas mortes são necessárias para que seja construída a esquadra da PSP em Camarate?

A Direcção Concelhia de Loures do PCP reunida em 2 de Julho de 2007, em Sacavém, analisou a insegurança que continua a caracterizar muitas zonas do concelho e em particular as freguesias de Camarate, Apelação e Sacavém afectando o quotidiano de milhares de pessoas.

No passado fim de semana foi assassinado um morador na Quinta do Mocho (Sacavém), no Bairro de Santo António (Camarate), por um grupo de jovens que a comunicação social afirma ser oriundo da Quinta da Fonte (Apelação).

Este brutal acontecimento veio colocar, de novo, a nu o que o PCP e os eleitos da CDU há muito exigem: medidas e programas concretos promovidos pela Câmara Municipal e Governo, em que participem todas as entidades que operam no território, tendentes a inserção social das populações realojadas ao abrigo do PER – com particular ênfase nos mais jovens – e o reforço dos meios policiais nesta zona geográfica.

A construção há muito prometida da esquadra da PSP em Camarate, capaz de apoiar o policiamento nas freguesias vizinhas, como a Apelação, assume carácter de urgência como temos afirmado e pela qual nos temos batido em iniciativas concretas nos diversos órgãos de soberania, a saber:

Sessão pública promovida pela CDU em 24.02.2007 na freguesia da Apelação;
Requerimento apresentado pelo deputado António Filipe do Grupo Parlamentar do PCP em 1/3/2007;
Moção apresentada pela CDU na Assembleia  Municipal de Loures em 20/3/2007;
Proposta de medidas para responder à grave situação de insegurança, apresentada pelos vereadores da CDU na reunião de Câmara de 21.03.2007.






Infelizmente o Governo tem evidenciado o mais completo desinteresse perante este dramático problema ao não inscrever verbas para o efeito em nenhum instrumento financeiro da Administração Central, adiando a sua resolução para data incerta.

Numa atitude condenável e reveladora do autismo político em que se encontram mergulhadas, a Câmara e a Assembleia Municipal onde o Partido Socialista dispõe de confortáveis maiorias, têm inviabilizado de forma sistemática todas as propostas de tomada de posição sobre este assunto apresentadas pela CDU.

Perante a gravidade dos recentes acontecimentos e a urgência da resolução do problema da insegurança que afecta o dia-a-dia de dezenas de milhar de pessoas nesta zona do Concelho de Loures é lícito perguntar: quantas mortes são necessárias para que seja construída a esquadra da PSP em Camarate?

O PCP reafirma o seu empenhamento na urgente solução deste problema e apela às populações afectadas para que se movimentem em torno da exigência da construção da esquadra e do efectivo reforço da segurança de pessoas e bens.



Loures, 03.Julho.2007


A Direcção Concelhia de Loures do PCP

Obras na Avenida Estado da Índia, em Sacavém

Obras na Avenida Estado da Índia, em Sacavém

Considerando a irresponsabilidade e a falta de rigor de planeamento com que estão a decorrer as obras na Avenida Estado da Índia em Sacavém, sob responsabilidade da Câmara Municipal de Loures, a CDU Sacavém manifesta a sua indignação pela falta de respeito e pelos silêncios comprometedores dos Presidentes da Câmara Municipal de Loures e da Junta de Freguesia de Sacavém para com a população.

As obras iniciaram-se em Setembro de 2005, com um prazo de execução até Setembro de 2006. Passados nove meses sobre a data em que deveriam estar terminadas e após o último compromisso do Presidente da Câmara, segundo o qual as obras terminariam no final de Junho do ano corrente, aquilo com que a população de Sacavém ainda se depara é com um estaleiro permanente, dificuldades de circulação de peões e automobilistas, deficiente sinalização, destruição de zonas verdes e de arranjos anteriormente executados.

A alteração orçamental recentemente aprovada pela Câmara Municipal de Loures, retira três milhões de euros do orçamento inicial, verba esta que estava destinada para a execução da obra. Aumenta assim o pessimismo e preocupação de todos os que acreditaram na palavra e nas promessas dos senhores Presidentes da Câmara e Junta de Freguesia.

Mesmo assim, a população de Sacavém continua a sofrer mais incómodos no tempo e na forma, por motivo de um troço de estrada com extensão de 300 metros, do que aqueles que decorreram aquando da construção da Expo 98.

Os sistemáticos apelos de compreensão feitos pelo senhor Presidente da Câmara esgotaram já a paciência dos moradores que, indignados, classificam esta obra digna de registo nos manuais de incompetência e de incúria.

Sacavém, 05 de Junho de 2007

A CDU Sacavém

CDU Loures - Cinquenta milhões de Euros ao abandono

Cinquenta milhões de Euros ao abandono

A propósito das comemorações do Dia do Ambiente é indispensável que se avalie o desempenho da Câmara Municipal de Loures nesta área de importância decisiva para a qualidade de vida das populações do Concelho. Poderíamos realizar um balanço genérico, abordando várias vertentes do assunto e infelizmente em todas chegar a conclusões lamentáveis. Para evitar a dispersão das atenções e porque outras oportunidades surgirão para voltarmos ao tema entende a CDU neste momento abordar de forma mais detalhada a situação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) localizada em Frielas.

Este equipamento inaugurado em Junho de 1999, foi concebido como coração do sistema de despoluição do Rio Trancão, capaz de tratar 700 mil habitantes equivalentes, ou seja todos os esgotos domésticos da zona norte do Concelho de Loures e todo o Concelho de Odivelas, assim como os esgotos industriais produzidos na mesma área, nalguns casos após pré tratamento.

O investimento realizado, cerca de cinquenta milhões de Euros, comparticipado por fundos europeus, foi na altura o maior investimento realizado em equipamentos do tipo no País.

Seria legitimo esperar que tão importante equipamento pudesse merecer a maior atenção por parte da Câmara Municipal de Loures e das empresas que dirige ou onde intervém, Serviços Municipalizados e SIMTEJO, mas a lógica que qualquer cidadão entende não é a lógica do PS que governa a Câmara há quase seis anos. Na realidade a ETAR de Frielas está pouco mais que ao abandono.

As nossas afirmações são justificadas não só pela observação das consequências; esgotos a entrarem directamente nas linhas de água, odores insuportáveis e recorrentes na freguesia de Frielas e zonas envolventes, mas também pelas informações técnicas que têm sido fornecidas a pedido dos Vereadores da CDU.
Nestas informações os responsáveis pela ETAR assumem que há órgãos da estação que estão desligados para evitar custos, como é o caso da desinfecção final dos efluentes tratados, situação que inviabiliza o aproveitamento daquela água por exemplo para fins industriais, regas de zonas verdes, lavagem de ruas, lavagem de contentores de resíduos sólidos, enquanto se gastam milhões de m3 de água para consumo humano nestas actividades.

Desperdiça-se assim o potencial ambiental e até económico da ETAR, causam-se graves incómodos à população residente, degrada-se um investimento de cinquenta milhões de Euros.

Neste Dia Mundial do Ambiente apelamos aos cidadãos do Concelho de Loures para que se juntem a nós na exigência de uma política Ambiental consciente e séria no Município, na defesa dos valores ambientais e da gestão competente do erário público.


Junho. 2007
A CDU LOURES     

PCP Loures - Greve Geral e Saúde

A Direcção Concelhia de Loures do PCP, reunida para analisar a situação política e social no concelho, decidiu:

1 – Saudar todos os trabalhadores do Concelho de Loures que aderiram à greve geral promovida pela CGTP-IN.

Os trabalhadores portugueses fizeram ouvir a sua voz contra as medidas políticas e sociais do governo PS, que os afecta seriamente no seu quotidiano de trabalho e de vida.

Também em Loures a greve geral se fez sentir nas principais empresas do concelho: na Câmara e nos Serviços Municipalizados onde não foi recolhido o lixo, na Valorsul com dois dias de greve e a produção completamente parada, na Saint-Gobain Sekurit e Saint-Gobain Glass com níveis de paralisação entre os 80 e os 90%, na Dyrup com paragens de turno a 80%.

Também outros sectores de actividade foram afectados por esta greve: as Juntas de Freguesia com paralisações a 100% em Santa Iria de Azóia, S. João da Talha, Bucelas e Santo Antão do Tojal, na Pluricoop no Zambujal e em Santa Iria; na IPSS Pomba da Paz no Catujal. Encerraram as Escolas Básicas n.º 1 da Bobadela, de Sacavém e da Apelação; as Escolas Básicas n.º 2 e 3 de Vale de Figueira; os Jardins de Infância de Frielas, Prior Velho e Sacavém.

Muitos outros trabalhadores do concelho, apesar dos condicionamentos, da chantagem e da falta de liberdade em muitas empresas e locais de trabalho, assumiram, com coragem e determinação esta jornada de luta.

A greve geral foi um sério aviso ao governo. A luta vai continuar por uma mudança de rumo para a política nacional.

2 – Realizar uma Mesa Redonda sobre o Hospital de Loures no dia 20 de Junho e a  decisão peregrina do governo, de deixar de fora cerca de 60% dos residentes do Concelho de Loures a quem o hospital se destinaria.

3 – Participar, activamente, na preparação da Festa do Avante com a realização de jornadas de trabalho a partir de 23 de Junho, na venda da EP – Entrada Permanente e na divulgação desta iniciativa do PCP.

Loures, 5 de Junho de 2007


A Direcção Concelhia de Loures do PCP