PCP contacta populações junto ao Aeroporto de Cascais, em Tires

IMG 20200211 004507Perto de uma centena de moradores da zona envolvente ao aeroporto de Cascais, em Tires, esteve presente, nesta segunda-feira, na iniciativa convocada pelo PCP para debater as consequências das alterações em curso naquela infraestrutura aeroportuária. No Bairro 16 de Novembro, Duarte Alves, deputado do PCP na Assembleia da República, Clemente Alves, vereador do PCP na Câmara de Cascais e Filipe Rua, membro do executivo da Concelhia de Cascais do PCP com a responsabilidade de acompanhamento da Freguesia de São Domingos de Rana, puderam escutar directamente os moradores e as suas preocupações com este projecto da Câmara de Cascais denominado Plano de Urbanização da Área do Aeroporto de Cascais e sua Envolvente (PUACE). Durante o encontro muitas dúvidas se levantaram mas uma certeza foi concluída: o PCP tudo fará para garantir o esclarecimento das populações e a defesa dos seus interesses.

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POR UMA GESTÃO PÚBLICA DO HOSPITAL DE CASCAIS

IMG 20200211 005248Duarte Alves, deputado do PCP na Assembleia da República, esteve, esta segunda-feira, em contacto com os utentes e trabalhadores do Hospital de Cascais, numa iniciativa de esclarecimento sobre as consequências negativas da Parceria Público-Privada existente neste hospital e as vantagens de uma gestão pública, por um Serviço Nacional de Saúde Público e de Qualidade. Na iniciativa foram recolhidas assinaturas para o abaixo-assinado que está a decorrer com o objetivo de exigir o fim desta Parceria Público-Privada que tem afectado drasticamente a qualidade do serviço prestado nesta unidade de Saúde.

A petição pode ser assinada também em formato digital através deste link:
https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT95916

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Nota de Imprensa: Sobre o Plano de Urbanização para a Área do Aeroporto de Cascais e sua Envolvente (PUACE)

O Plano de Urbanização da Área do Aeroporto de Cascais e sua Envolvente (PUACE), cujos Termos de Referência se encontram em fase de apreciação pública, merece por parte da Comissão Concelhia de Cascais do PCP, um profundo repúdio, por tudo o que de prejudicial poderá significar para a população do concelho e, em particular, para os habitantes da zona envolvente do, agora designado, Aeroporto de Cascais.

Um Processo que teve, desde logo, a oposição do PCP mas que a maioria PSD/CDS quer impor às populações, apresentando para apreciação pública apenas um conjunto de declarações de intenção, onde não constam quaisquer documentos referentes à justificação técnica das áreas do Aeroporto de Cascais e sua envolvente a submeter a medidas preventivas e a ser alvo de Plano de Urbanização que a Câmara pretende concretizar.

Num tempo em que, em nome da preservação do ambiente, da qualidade de vida das populações e da própria segurança das aeronaves, se impõe a necessidade de diminuir drasticamente o tráfego aéreo e de se deslocarem as infra-estruturas aeroportuárias para locais mais distantes das áreas habitadas, a Câmara de Cascais, invocando falaciosamente a descarbonização, entre outras realidades, mantém inalterada a sua posição habitual no que toca a questões ambientais, recusando os novos paradigmas ligados ao ordenamento do território e à melhoria da qualidade de vida.

O historial de tentativas de alargamento do aeródromo de Tires, por parte do PSD na Câmara de Cascais, já vem de longe, e o objectivo anunciado de desviar todo o movimento de aviação executiva do aeroporto de Lisboa trará, se concretizado, um incremento de tráfego inevitável que implicará um profundo agravamento dos índices de poluição do ar e de poluição sonora (a qualquer hora do dia e da noite), bem como, um exponencial aumento dos factores de risco para a segurança da população.

Entretanto, e ainda sem o PUACE, sucedem-se as queixas dos moradores da área envolvente sobre o aumento da poluição e dos estragos provocados pelos motores a jacto dos aviões que cada vez mais têm utilizado esta infra-estrutura sem que se tomem as correspondentes e necessárias medidas de minimização dos impactes ambientais associados.

O PCP confirma que, uma vez mais, estará ao lado das populações na luta contra este projecto da Câmara de Cascais, PSD/CDS/Carreiras, em defesa da qualidade de vida das populações, do ambiente e do desenvolvimento sustentável.

Cascais, 7 de Fevereiro de 2020

A Comissão Concelhia de Cascais do Partido Comunista Português

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Presidente da Câmara de Cascais (PSD) tenta silenciar o PCP

CMCascaisNa reunião de Câmara, do passado dia 26 de Janeiro, o vereador comunista, Clemente Alves, voltou a interpelar o Presidente da Câmara de Cascais sobre as notícias vindas a público que contrariam as afirmações de Carlos Carreiras e confirmam que o actual vice-presidente da Câmara de Cascais, Miguel Pinto Luz, utilizou os serviços da empresa NEXTPOWER na sua candidatura à liderança do PSD. Lembramos que se trata de uma empresa que, ao longo dos últimos anos, realizou vários contratos com a Câmara, e com empresas municipais, sendo o último contrato assinado em pleno período de campanha à liderança do PSD, levantando, por isso, suspeitas legítimas sobre a origem do financiamento da campanha de Miguel Pinto Luz. Perante a confirmação da empresa usada por Miguel Pinto Luz o Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, cortou a palavra ao vereador comunista, por diversas vezes, numa clara tentativa de silenciar o PCP.

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Cascais: "POR UMA GESTÃO PÚBLICA DO HOSPITAL DE CASCAIS, PELO FIM DA PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP)"

Cartaz HospitalA Comissão Concelhia de Cascais do Partido Comunista Português está a iniciar uma campanha de esclarecimento e mobilização dos utentes e trabalhadores do Hospital de Cascais sobre os problemas e prejuízos da parceria público-privada dessa unidade hospitalar e da necessidade de garantir o retorno do Hospital de Cascais à gestão pública.

Inicia-se esta campanha com acções de esclarecimento, em todo o Concelho, e com o lançamento de um abaixo-assinado a exigir o fim da PPP do Hospital de Cascais e a reversão da sua gestão para a esfera pública; aidentificação das carências de profissionais (médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, assistentes administrativos e operacionais), procedendo à respectiva contratação e substituição das subcontratações e vínculos precários por contratações com vínculo público efectivo;um adequado financiamento que atenda às necessidades da população, no qual se incluem medidas de reforço dos meios humanos, financeiros e materiais; e o fim do parqueamento pago no Hospital de Cascais;

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