Apelo à Solidariedade com a luta da Pereira da Costa e Sorefame

À População

A tentativa de despedimento na Pereira da Costa Construções S.A. e o encerramento da Bombardier / Sorefame. É um crime!


A luta destes trabalhadores vai continuar.

O Governo não assume as suas responsabilidades, nem exige que seja resposta a legalidade por parte do Patrão da Pereira da Costa, sendo este governo o principal credor desta empresa continua a deixar de mãos livres a este Patrão para fazer o que quer. Por outro lado continuamos a assistir a uma total desresponsabilização e adiamento de solução em relação a Sorefame por parte do Governo, impedindo que esta fábrica possa produzir material circulante e contribuir para a economia nacional e o desenvolvimento do País.

Os trabalhadores destas duas empresas vão continuar a resistir e lutar pelo direito ao trabalho com direitos, em defesa do aparelho produtivo e da Zona Industrial da Amadora.

Assim, apelamos a toda a população que se solidarize e concentre no dia 13 Março 3ª feira junto ao Edifício da Câmara pelas 18:00.

Estes trabalhadores têm feito tudo para defender os seus postos de trabalho que são o garante do desenvolvimento do País e em particular da Cidade da Amadora.

A Luta é o Caminho

Concelhia da Amadora do PCP

Março de 2007

CDU Amadora sobre a Estrada Militar da Damaia

Levantamentos devem ser actualizados
Câmara tem nas mãos uma grande responsabilidade
As populações devem ser ouvidas antes de maiores problemas sociais


No dia 26 de Janeiro, a Câmara Municipal da Amadora deu início a uma série de demolições de casas (pelo menos 16 já foram demolidas, mas a CMA diz que vai continuar essa operação). Tudo indica que estão incluídas no programa de demolições casas habitadas por pessoas que não têm outras saídas de vida para habitarem. Estas situações são sempre muito dolorosas do ponto de vista social. Na fase de preparação destas acções de demolição, a Câmara cometeu graves erros e continua a cometê-los, se não arrepiar caminho rapidamente. As populações devem ser ouvidas e o levantamento actualizado.
 
PS da Amadora e CMA: muita parra e pouca uva

A Câmara da Amadora e o Partido Socialista, em matéria de realojamento e de requalificação urbana, deixam muito a desejar: «Muita parra e pouca uva». Fizeram tanta publicidade em relação à Cova da Moura há uns meses com a apresentação de um projecto no D. João V, fechado para a população mas que só abre para propaganda.
 
Estiveram presentes nessa sessão de descarada propaganda partidária várias figuras do Estado e da Câmara.
 
Ali foi então apresentado um grande projecto… mas, ao fim de pouco tempo, o Presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, começou logo a questionar o projecto e a entrar em conflito com o Governo.
 
Posição da CDU em defesa das populações

A CDU exige:
 
1. Que os moradores da Estrada Militar sejam ouvidos.
 
2. Que as soluções encontradas pela Câmara sejam discutidas com os moradores.
 
3. Que se encontrem soluções para o realojamento destes moradores entre a Câmara e o Governo.

A CDU exige que a câmara actualize o PER (Programa Especial de Realojamento) feito a 12 anos, que a câmara diga quais as suas ideias e projectos para aquele local e quais as soluções que tem para os moradores.

A CDU está, como sempre esteve, ao lado das populações na defesa da qualidade de vida e do direito à Habitação.

A CDU apela às populações para que continuem e não desistam de lutar pelos seus direitos de habitação.

Amadora, Março de 2007

Trabalhadores da Pereira da Costa lutam pelos seus direitos

AMADORA
Trabalhadores da Pereira da Costa lutam pelos seus direitos


PCP manifesta a sua total solidariedade  

Em luta desde há vários meses pelos seus direitos. Muitos já foram despedidos, apesar da providência cautelar do Tribunal. Hoje, o dono da empresa voltou à carga. Mas os trabalhadores mantêm a vigilância sobre a situação. O dono ainda não integrou os trabalhadores nem pagou os salários e o Governo permite esta agressão contra os direitos dos trabalhadores.

A empresa Pereira da Costa, na Amadora, vem sendo alvo de vários boicotes e manigâncias judiciais por parte do seu novo dono e antigo administrador.

Hoje, mais uma vez, o mesmo senhor apresentou-se na empresa com a Justiça e a Polícia.

Aos trabalhadores tem sido dada a garantia de que nada pode ser retirado: nem máquinas nem equipamentos. Mas os trabalhadores mantêm-se vigilantes, demonstrando uma combatividade exemplar, em conjunto com os seus Sindicatos.

O PCP / Amadora manifesta a sua total solidariedade e apela para que não desmobilizem dos seus postos de luta.

O PCP apoia sem limitações toda a luta dos trabalhadores da Pereira da Costa.
Cada entidade deve assumir neste processo as suas responsabilidades: administração, Tribunal do Trabalho, Governo / Inspecção do Trabalho. E, em caso de pretensões urbanísticas e de especulação imobiliária com os terrenos da empresa, a Câmara da Amadora deve impedir que tal aconteça,
com base no Plano Director Municipal na ilegalidade de qualquer ocupação dos terrenos que não seja a de uso industrial.

Amadora, 7 de Março de 2007

Governo e Câmara contra os interesses dos moradores - CRIL

Governo e Câmara não defenderam os interesses dos moradores - Conclusão da CRIL

Raposo tenta agora limpar a face e apontar defeitos ao projecto, mas toda a gente sabe que ele apoiou a decisão do Governo contra as populações

Joaquim Raposo, o Presidente da Câmara Municipal da Amadora veio agora dizer que o concurso público está errado, porque, diz ele agora, «o projecto não contempla a construção de um corredor verde ao longo da via».
 
Raposo só nota a falta do corredor verde? Não nota a falta do resto? É que o projecto, que ele acordou com o Governo do PS e agora vem renegar, não tem corredor verde tratado, não tem isolamento de ruídos e de gases contemplado, não tem as características que possam sossegar as populações. Por alguma razão, como ele bem sabe, os moradores de Alfornelos levaram o caso a tribunal e instauraram uma oportuna providência cautelar contra a situação que o Governo se prepara para criar ali, com o apoio do PS na Câmara da Amadora e, por isso, também com o apoio de Joaquim Raposo – como toda a agente sabe e foi público e notório.
 
Este concurso não tem corredor verde a sério. É certo. E os moradores já disseram isso e muito mais inúmeras vezes: o projecto que está em cima da mesa do Governo e da Câmara da Amadora para ser concretizado não tem isso nem muitas outras coisas que defendam a qualidade de vida dos moradores.

Primeiro Joaquim Raposo apoiou o Governo.
Agora é que vem com reticências…

No entanto, apesar das falhas graves que a CDU sempre apontou ao projecto, Raposo deu-lhe luz verde. Apesar dos sistemáticos alertas feitos pela CDU, pelo PCP, pelos moradores e pelas suas associações, a Câmara entendeu-se com o Governo como quis e esteve-se nas tintas para a qualidade de vida e para os interesses dos moradores.
 
Agora, quer mostrar a sua outra face, para tentar enganar as populações.
Isso é uma tentativa de fraude política que tem de ser desmascarada vivamente e com firmeza. Toda a gente vê o enrodo em que o actual Presidente da Câmara se meteu.
 
Agora, para tentar emendar a mão e não ser acusado de complacência para com um projecto do Governo que tudo faz para poupar os terrenos de um grande empresário, agora é que Joaquim Raposo vem dizer que falta lá o corredor verde.
 
Mas isso é insuficiente.
 
As populações não se deixarão enganar.
 
Mais uma vez, o esclarecimento é necessário e útil.
 
A CDU continuará vigilante para apoiar os moradores que lutam contra este traçado e contra este perfil do projecto CRIL.
 
A CRIL tem de ser concluída, mas contemplando e incluindo o bem-estar dos moradores e a sua qualidade de vida, e não o contrário…       

Amadora, 1 de Março de 2007

Gestão Pública do Hospital Amadora-Sintra, precisa-se!

Gestão Pública do Hospital Amadora-Sintra, precisa-se!

PS leva Câmara a apoiar o Grupo Mello, CDU votou contra, em defesa dos utentes do Hospital


PS dá força ao Grupo Mello

A melhor prova disso está na própria filosofia exposta pelo Grupo Mello. Este Grupo não precisa do dinheiro das câmaras. Precisa é da força das câmaras para ganhar o concurso que se segue.
Da parte do PS trata-se de um duplo erro: por um lado, a acomodação a um modelo errado de gestão; e, por outro lado, o favorecimento indevido de um concorrente em detrimento de outros.  
 
Uma tramóia desmontada

O que o Grupo Mello está a fazer é apenas descaradamente servir-se das câmaras para garantir que vai continuar com a gestão do Hospital.

A tramóia é muito simples.

O Hospital Amadora-Sintra deve voltar à gestão pública, deve ser gerido, isso sim, por gestores públicos.

Essa é a única via. Todas as outras, como se sabe, são apenas formas de roubar os cofres do Estado e de prejudicar a saúde dos portugueses.

Razões fortes da CDU e das populações contra esta decisão

As razões do voto da CDU são claras e coerentes:

1º - Não faz sentido nenhum um Hospital público seja gerido por um grupo privado;

2º - Menos ainda faz sentido que uma câmara como a da Amadora decida dar força a esse grupo privado para perpetuar a sua gestão e antecipar na prática o resultado do concurso público seguinte.    
Por desinvestimentos óbvios, perde-se qualidade de vida na Amadora (disso é prova o posicionamento em último lugar no Ranking de um Jornal Nacional) quando afinal existe dinheiro para investir num grupo privado que nos trata (mal) da Saúde.

Mais verdade é, quando a proposta da Camara Socialista diz no seu ponto 7: “ Para dar cumprimento aos objectivos propostos pela Sociedade Gestora....”

Face a todos estes dados, a CDU, só poderia votar contra esta proposta.

Há ainda uma oportunidade para que reine o bom-senso e para que esta tramóia não vá para a frente.

É que tudo ainda depende da aprovação da Administração Regional de Saúde e do Ministro da Saúde.

… Mas a luta das populações e das Comissões de Utentes é a única garantia de que defenderemos os nossos reais interesses em termos Serviços de Saúde Pública eficientes e dignos.    

Amadora, Fevereirode 2007

Alfornelos - Assembleia de Freguesia ilegal para não ouvir a população

 A CDU NÃO PACTUA COM ILEGALIDADES

Na Assembleia extraordinária da Freguesia de Alfornelos que se pretendeu realizar no dia 25 de Janeiro passado, a CDU abandonou a sala por a mesa da assembleia ter desrespeitado e recusado cumprir as regras legais inerentes à realização das Assembleias de Freguesia transformando-a numa sessão de esclarecimento.

Dos factos

Na Assembleia ordinária realizada no pretérito dia 19 de Dezembro face à importância de que se reveste para Alfornelos o novo traçado da CRIL/Radial da Pontinha (IC16), a Assembleia de Freguesia requereu ao Presidente da mesma a realização de uma Assembleia extraordinária afim de discutir os
traçados da CRIL e IC16 e respectivas vias de acesso.

A Assembleia de Freguesia foi convocada para dia 25 de Janeiro de 2007, nos termos do documento que se junta em anexo.

No dia da reunião, ontem, o Presidente da Assembleia convoca os líderes das bancadas para uma reunião a realizar meia hora antes do inicio dos trabalhos.

Nessa reunião informou que tinha convidado as Estradas de Portugal - EP e a Câmara Municipal da Amadora para se fazerem representar na referida Assembleia e que pretendia orientar os trabalhos da seguinte forma:

Logo no inicio dar a palavra ao representante da Associação Cívica de Moradores de Alfornelos (ACMA)

Seguindo-se o vice presidente da Câmara Municipal da Amadora

E finalizando com o representante das Estradas de Portugal

Nessa reunião a CDU informou que não concordava com o cenário apresentado pois uma Assembleia de Freguesia tem regras legais e regimentais próprias e que o que se estava a pretender era transformar a Assembleia de Freguesia numa Sessão de Esclarecimento o que na óptica da CDU era ilegal.

A CDU também não concordou com a forma como estava a ser dada a ordem de intervenção e com a sua argumentação conseguiu que a ACMA fizesse a sua intervenção em último lugar.

Quando se iniciaram os trabalhos o Presidente da Assembleia sem ter a mesa da Assembleia formada e sem por à consideração da mesma a metodologia que resolveu impor contra a vontade expressa da CDU, dá inicio aos trabalhos pretendendo dar de imediato a palavra ao representante das Estradas de
Portugal.

A CDU utilizando a figura do Ponto de Ordem que lhe foi negado, interrogou o Presidente sobre a formalidade da Assembleia e informou que a mesma tem regras a cumprir.

Face à forma anti democrática, arrogante e ilegal do Presidente a CDU retirou da sala.

Mais ainda

A CDU não entende as razões que levaram o Presidente da Assembleia de Freguesia a convidar neste momento as Estradas de Portugal e a Câmara Municipal da Amadora (representada pelo seu vice presidente), tanto mais que já por várias vezes quer a CDU quer a própria Assembleia e a própria
população tinham sugerido a realização de sessões de esclarecimento sobre esta problemática antes de se terem verificado os factos que pretendem consumar e que nunca tiveram acolhimento.

Primeiro à boca calada e quase no máximo sigilo decidem e agora é que querem vender gato por lebre.

A CDU está com a população de Alfornelos na defesa da qualidade de vida.

Alfornelos, 26 de Janeiro de 2007

(convocatória da Assembleia de Freguesia de Alfornelos)