PCP saúda a luta dos trabalhadores do Metro de Lisboa

grevemetroO PCP saúda mais uma jornada de luta dos trabalhadores do Metro, que realizaram com sucesso duas greves parciais nos dias 16 e 18 de Março. O PCP lamenta a cega intransigência do Conselho de Administração do Metro, que em vez de respeitar os trabalhadores e as suas organizações contínua apostado na destruição da empresa, dos direitos e da fiabilidade do serviço público prestado aos utentes da Área Metropolitana de Lisboa. O PCP expressa a sua confiança que, brevemente, será esta gente - ministros, secretários de estado e administradores - apenas uma má recordação enquanto o Metro e os seus trabalhadores continuarão, com toda a dignidade, ao serviço das populações e do país.

Processo de subconcessão da Carris e Metropolitano de Lisboa: mais uma PPP

O PCP condena a decisão hoje tomada em Conselho de Ministros de lançar o concurso público para a subconcessão da Carris e do Metropolitano de Lisboa, e denuncia os verdadeiros objectivos de mais esta Parceria Público Privada: através da mercantilização dos transportes públicos, transferir rendas para o grande capital ao mesmo tempo que se promove a redução da oferta e o aumento de custos para os utentes.

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Metro parado por quem o faz andar: os seus trabalhadores!

Os trabalhadores do Metro de Lisboa realizaram hoje com sucesso uma nova jornada de luta através de uma greve de quatro horas que paralizou a circulação a 100%. Exigem o respeito pela contratação colectiva e a contratação de novos trabalhadores para a empresa para suprir as crescentes lacunas do quadro de pessoal. O PCP lamenta que o Governo e a sua Administração prossigam um clima de guerra com os trabalhadores e suas organizações. O PCP sublinha a justeza das reivindicações apresentadas e a importância da sua satisfação para o correcto funcionamento da empresa. O PCP recorda a profunda degradação da fiabilidade da operação do metropolitano de lisboa ocorrida nos últimos 3 anos, fruto dos cortes do Governo, que recusa a entrada de trabalhadores para poupar uns milhares e depois autoriza o pagamento de milhões em swaps, juros e afins.

Um ano depois do roubo dos complementos de reforma: A LUTA CONTINUA!

20150127refmetCerca de 300 reformados do Metropolitano de Lisboa participaram  num plenário na Estação do Metro do Marquês de Pombal, assinalando a passagem de um ano desde o início do roubo dos complementos de reforma no Metro e na Carris. Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP interveio no plenário saudando a determinação, unidade e luta revelada nesta justa luta que acabará por derrotar este Governo e a sua política. Bruno Dias interveio expressando a solidariedade activa do PCP.

No Metro de Lisboa: a luta continua!

PlenarioML14Jan2015Os trabalhadores do Metro presentes no Plenário (foto) realizado no Auditório do Alto Moinho decidiram das formas de continuação da sua luta. Face à nomeação de uma nova administração, decidiram aguardar até ao final deste mês por respostas concretas aos problemas que afectam os trabalhadores. Respondendo ao convite feito a todos os grupos parlamentares e às Autarquias para estarem presentes,  expressaram a solidariedade activa do PCP,  David Costa, deputado do PCP na Assembleia da República, João Ferreira e Carlos Moura, Vereadores do PCP em Lisboa e Tiago Matias, Vereador da CDU em Loures.

Adesão esmagadora dos trabalhadores do Metro à greve de hoje

Os trabalhadores do Metro de Lisboa realizam hoje uma nova jornada de luta em defesa da contratação colectiva, contra o roubo dos salários e contra a privatização da empresa. O PCP expressa a sua solidariedade com a justa luta destes trabalhadores, e apela ao reforço da luta contra este Governo e pela ruptura com a política de declinio nacional em curso. 

No Metro, a luta continua!

Os trabalhadores do Metro realizam hoje uma nova jornada de luta, com uma greve de 24 horas que está a paralizar a circulação ferroviária. Esta luta, além das reivindicações centrais que têm animado a luta na empresa - resistir a privatização, defender a contratação colectiva e combater os roubos no salário e pensões - apresenta a particularidade da denúncia do comportamento da direcção da Exploração Operacional da empresa, que tem multiplicado os comportamentos provocatórios contra os trabalhadores. O PCP exige que o Governo pare o processo de degradação e privatização do Metro de Lisboa, e respeite os direitos dos trabalhadores e dos utentes.

No Metro, a luta continua! Hoje com um Plenário e Marcha da Sede à Sidónio Pais

mini-20141205metrolutaOs trabalhadores do Metro realizaram hoje um plenário frente à Sede da Empresa na Barbosa do Bocage, tendo depois desfilado até à Fontes Pereira de Melo, outra sede da empresa, tendo destacado que os dois edifícios estão a ser esvaziados para serem vendidos, mas vendidos para pagar swaps e não para assumir as responsabilidades do Metropolitano para com os utentes e os trabalhadores. A Marcha concluiu na Sidónio Pais onde se encontra a sede da EO, com o objectivo de denunciar o comportamento arrogante, ilegal, incompetente e mesquinho do director da EO.

Centenas de Reformados do Metro em gigantesco plenário reafirmam: contra o roubo dos complementos, a luta continua!

20141203 reformadosmetroForam centenas os reformados do Metro de Lisboa que hoje se reuniram em plenário no PMO III na Pontinha (na foto). No plenário aprovaram a resposta a apresentar ao Governo e decidiram prosseguir a luta exigindo o pagamento dos complementos de reforma que o governo está a roubar. Presente na iniciativa, o Secretário-Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, saudou a unidade e determinação demonstrado por mais esta acção de luta, e expressou a confiança que mais cedo que tarde o Governo será obrigado a recuar.

Trabalhadores do Metro recusam fazer greve com os serviços mínimos impostos, e denunciam a ilegalidade e irresponsabilidade

mini-MetrorecusasminimosOs trabalhadores do Metro foram chamados a enfrentar uma decisão ilegal e irresponsável do Tribunal Arbitral do CES, que impôs a realização de serviços mínimos que implicavam a mobilização de quase 100% dos trabalhadores operacionais da empresa (podia fazer greve quem estava de folga e os administrativos) e ignorava a irresponsabilidade que representa uma oferta reduzida a 25%, criando situações de insegurança inaceitáveis com átrios sobrelotados e alta tensão no carril). Respondendo ao apelo das suas organizações sindicais, os trabalhadores decidiram que assim não fariam greve e apresentaram-se ao trabalho, tendo no entretanto anunciado novas jornadas de luta. Tentando intoxicar a opinião pública, os pantomineiros da Administração mantiveram todo o dia a informação de que se estava a realizar uma greve, com a desculpa que os Sindicatos não haviam retirado formalmente o pré-aviso de greve. O PCP saúda o sentido de responsabilidade dos trabalhadores do Metro e lamenta a irresponsabilidade da Administração e do Governo. A luta continua!