No Metro, é preciso colocar os pontos nos iiiis sobre a Assinatura do AE!

metro13mar09.jpgA Célula do Metropolitano de Lisboa do PCP está a distribuir aos trabalhadores da Empresa um seu comunicado sobre a assinatura do Acordo de Empresa a 18 de Março. Aí se responde à demagogia do PS/Metro, que apesar de ter visto o seu Governo denunciar o AE, e só dois anos de luta dos trabalhadores ter imposto ao seu Governo a assinatura de um novo AE, ainda consegue arranjar lata para vir tentar recolher louros dessa assinatura!

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Jerónimo de Sousa com os trabalhadores do Metro

pagina.jpgNo quadro das comemorações do 50º Aniversário do início da exploração do Metropolitano, a Célula do PCP na Empresa convidou o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, para um almoço no refeitório do PMO III. Na ocasião, Jerónimo de Sousa destacou a importância - nos dias de hoje - do exemplo da luta dos trabalhadores do Metropolitano na defesa do seu AE: desde o momento em que a Administração (no início de 2007) decidiu revogar o Acordo de Empresa até à conclusão já concretizada da negociação do AE para 2009/2013 salvaguardando os direitos conquistados, sublinhando a importância das grandes lutas de 2007 que determinaram o processo e a sua conclusão.

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Grande plenário no Metropolitano de Lisboa

Integrado na Jornada de Luta da CGTP-IN deste dia 1 de Outubro, decorreu pelas 10.00 da manhã um plenário convocado pela CT do Metro de Lisboa, apoiado pelo STRUP(CGTP-IN), SIMDEM, STTM e SITRA (UGT), onde interveio Amável Alves da FECTRANS / CGTP-IN. O plenário contou com a participação mais de 150 trabalhadores. Entretanto a FECTRANS fornecia mais resultados das diversas acções que decorriam neste dia de luta: Rodoviária Lusitânia (97% de adesão); CP Carga da Bobadela e Alhandra (parada a circulação); diversas estações de comboios encerradas; adesão perto de 100% na Soflusa e a circulação interrompida.

Célula do Metro apela à luta para 28 de Junho

A Célula do PCP no Metro editou um comunicado aos trabalhadores da empresa apelando à participação na Manifestação da CGTP-IN de 28 de Junho. Nesse comunicado, o PCP sublinha a importância da luta e unidade dos trabalhadores para parar, derrotar e substituir a actual política de direita.

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5 Junho - 33 anos da nacionalização do Metropolitano

Faz hoje 33 anos que se realizou a nacionalização do Metropolitano, data assinalada pela Comissão de Trabalhadores da Empresa no documento que aqui reproduzimos. Uma data oportunamente recordada num momento em que o Governo continua a apostar na privatização dos sectores estratégicos da economia nacional à custa dos trabalhadores e do nosso povo e para beneficio da classe dominante.

Célula do PCP no Metro contra tentativa de imposição de "aumento" de 2,1%

A Célula do PCP no Metro denuncia a tentativa de imposição de um "aumento" de 2,1% por acto de gestão, pois significaria uma nova e injustificável redução real dos salários dos trabalhadores. 

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PCP denuncia ilegalidades no Metro de Lisboa

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou três requerimentos ao Governo relativos a um conjunto de ilegalidades que estão a ser cometidas na Empresa e das quais o Governo - quer directamente quer porque nomeia os Conselhos de Administração - é responsável.

Perante as situações denunciadas - e que pode ler em detalhe em Ler Mais - fica a questão: será que para este Governo só os trabalhadores é que têm que cumprir as leis? 

Nova Bilhética no Metro significa mais imposto e maiores dificuldades

A introdução de um novo sistema de bilhética no Metropolitano de Lisboa prejdica utentes e trabalhadores, coloca a Célula do PCP no Metro, que exige da Administração e do governo que seja eliminado o novo imposto de 50 cêntimos, bem como que sejam ouvidos os trabalhadores da Empresa.

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Linha Azul do Metro: Administração desrespeita segurança e direitos!

O prolongamento da linha azul para o Terreiro do Paço e para Santa Apolónia está a ser concretizada à custa dos direitos e condições de trabalho dos maquinistas, e das condições de segurança para estes e utentes, como denuncia a Célula do PCP no Metro.

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PCP sobre o encerramento parcial da linha amarela

O PCP tomou posição pública contra os serviços alternativos disponibilizados pelo Metro para compensar o encerramento parcial da linha Amarela. Nessa nota destaca a diminuição do acesso ao transporte público por 6 meses para milhares de utentes e a situação particularmente grave para os utentes da Cidade Universitária.

O PCP sublinha ainda o contraste entre os "serviços mínimos" impostos aos trabalhadores em greve (por exemplo ainda na última greve geral) e os "serviços mínimos" para uma situação como as obras agora a realizar na linha amarela. Um contraste que não deixa dúvidas sobre o carácter ilegal e atentatório do direito à greve dos chamados "serviços mínimos".