Jerónimo de Sousa com os trabalhadores do Metro

pagina.jpgNo quadro das comemorações do 50º Aniversário do início da exploração do Metropolitano, a Célula do PCP na Empresa convidou o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, para um almoço no refeitório do PMO III. Na ocasião, Jerónimo de Sousa destacou a importância - nos dias de hoje - do exemplo da luta dos trabalhadores do Metropolitano na defesa do seu AE: desde o momento em que a Administração (no início de 2007) decidiu revogar o Acordo de Empresa até à conclusão já concretizada da negociação do AE para 2009/2013 salvaguardando os direitos conquistados, sublinhando a importância das grandes lutas de 2007 que determinaram o processo e a sua conclusão.

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Grande plenário no Metropolitano de Lisboa

Integrado na Jornada de Luta da CGTP-IN deste dia 1 de Outubro, decorreu pelas 10.00 da manhã um plenário convocado pela CT do Metro de Lisboa, apoiado pelo STRUP(CGTP-IN), SIMDEM, STTM e SITRA (UGT), onde interveio Amável Alves da FECTRANS / CGTP-IN. O plenário contou com a participação mais de 150 trabalhadores. Entretanto a FECTRANS fornecia mais resultados das diversas acções que decorriam neste dia de luta: Rodoviária Lusitânia (97% de adesão); CP Carga da Bobadela e Alhandra (parada a circulação); diversas estações de comboios encerradas; adesão perto de 100% na Soflusa e a circulação interrompida.

Célula do Metro apela à luta para 28 de Junho

A Célula do PCP no Metro editou um comunicado aos trabalhadores da empresa apelando à participação na Manifestação da CGTP-IN de 28 de Junho. Nesse comunicado, o PCP sublinha a importância da luta e unidade dos trabalhadores para parar, derrotar e substituir a actual política de direita.

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5 Junho - 33 anos da nacionalização do Metropolitano

Faz hoje 33 anos que se realizou a nacionalização do Metropolitano, data assinalada pela Comissão de Trabalhadores da Empresa no documento que aqui reproduzimos. Uma data oportunamente recordada num momento em que o Governo continua a apostar na privatização dos sectores estratégicos da economia nacional à custa dos trabalhadores e do nosso povo e para beneficio da classe dominante.

Célula do PCP no Metro contra tentativa de imposição de "aumento" de 2,1%

A Célula do PCP no Metro denuncia a tentativa de imposição de um "aumento" de 2,1% por acto de gestão, pois significaria uma nova e injustificável redução real dos salários dos trabalhadores. 

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PCP denuncia ilegalidades no Metro de Lisboa

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou três requerimentos ao Governo relativos a um conjunto de ilegalidades que estão a ser cometidas na Empresa e das quais o Governo - quer directamente quer porque nomeia os Conselhos de Administração - é responsável.

Perante as situações denunciadas - e que pode ler em detalhe em Ler Mais - fica a questão: será que para este Governo só os trabalhadores é que têm que cumprir as leis? 

Nova Bilhética no Metro significa mais imposto e maiores dificuldades

A introdução de um novo sistema de bilhética no Metropolitano de Lisboa prejdica utentes e trabalhadores, coloca a Célula do PCP no Metro, que exige da Administração e do governo que seja eliminado o novo imposto de 50 cêntimos, bem como que sejam ouvidos os trabalhadores da Empresa.

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Linha Azul do Metro: Administração desrespeita segurança e direitos!

O prolongamento da linha azul para o Terreiro do Paço e para Santa Apolónia está a ser concretizada à custa dos direitos e condições de trabalho dos maquinistas, e das condições de segurança para estes e utentes, como denuncia a Célula do PCP no Metro.

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PCP sobre o encerramento parcial da linha amarela

O PCP tomou posição pública contra os serviços alternativos disponibilizados pelo Metro para compensar o encerramento parcial da linha Amarela. Nessa nota destaca a diminuição do acesso ao transporte público por 6 meses para milhares de utentes e a situação particularmente grave para os utentes da Cidade Universitária.

O PCP sublinha ainda o contraste entre os "serviços mínimos" impostos aos trabalhadores em greve (por exemplo ainda na última greve geral) e os "serviços mínimos" para uma situação como as obras agora a realizar na linha amarela. Um contraste que não deixa dúvidas sobre o carácter ilegal e atentatório do direito à greve dos chamados "serviços mínimos".  

Comunicado aos Trabalhadores do Metro

COMUNICADO
Célula do Partido Comunista Português no Metropolitano de Lisboa – Maio/ 2007
30 de Maio – Todos juntos na Greve Geral

Trabalhadores do Metropolitano

CG e o Governo PS pretende pôr em causa o nosso AE, em sua defesa realizámos dez greves com elevados índices de adesão, mostrando bem a nossa força e razão. Recentemente veio o CG, a mando do Governo, impor, por acto de gestão, o aumento de 1,5% para os nossos salários. Enquanto isso, para os principais bancos e empresas (EDP, PT, Galp e Sonae) os lucros são escandalosos: mais de 5,3 mil milhões de euros!

A política de direita do Governo PS, em concluiu com o PSD e CDS-PP e o apoio do PR, contra os direitos dos trabalhadores, a contratação colectiva, o sistema de Saúde, de Educação e Segurança Social, aumenta dia-a-dia o custo de vida, agravando as dificuldades para quem trabalha, ou vive das baixas pensões, aumentando ainda mais os níveis de pobreza e exclusão social, agravando sem limites as condições de vida dos trabalhadores e do povo. Em defesa dos postos de trabalho, dos direitos conquistados por nós e consagrados no AE, por uma nova política, outro rumo para o País, os comunistas do Metro dizem: temos razões bastantes para aderir em massa à GREVE GERAL DE 30 DE MAIO e, com a sua realização, estaremos em melhores condições para derrotar a política direita que, no Metro como em muitas outras empresas e sectores e no País em geral, é responsável pela degradação dos salários e das nossas condições de trabalho e de vida.

CONTRA ISTO VAMOS LUTAR,
VAMOS ADERIR
À GREVE GERAL!

O Governo ainda não está satisfeito com as alterações feitas à legislação laboral, pretende por isso vir a introduzir a chamada “flexisegurança”, que mais não é do que:

- Liberalizar os despedimentos sem justa causa, aumentando ainda mais a precariedade e o desemprego;

- Alterar as regras da organização do tempo de trabalho, ficando o trabalhador ao dispor do patronato e gestores; sem qualquer possibilidade de recusa, aumentando a seu belo prazer a jornada de trabalho e com isto o não pagamento de trabalho extraordinário;

- Aumentar a polivalência funcional, ou seja concentrar mais funções num trabalhador e consequentemente poder reduzir postos de trabalho e despedir os trabalhadores e aumentar as cargas e ritmos de trabalho.

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa lutam por trabalho certo e com direitos, pela passagem a efectivos dos contratados, por melhores salários, por melhores condições de trabalho e de vida, contra a entrega de serviços da empresa a privados, por um transporte público de qualidade ao serviço dos utentes e da população.

POR UMA NOVA POLÍTICA!