Forte demonstração de unidade dos ferroviários ergue uma grande greve

Os trabalhadores das empresas do sector ferroviário demonstraram, na greve de hoje, o seu grande descontentamento face à tentativa de imposição do congelamento dos salários e do bloqueio da negociação colectiva e disseram NÃO à intenção do Governo em privatizar as empresas do sector e, demonstraram, igualmente a sua grande capacidade de unidade na acção com uma fortíssima adesão á greve, que nas empresas do sector se situou entre os 90 e 95% de adesão, com muitos locais de trabalho com adesões de 100%, e que afectou seriamente a circulação ferroviária, apesar das costumeiras tentativas (muitas concretizadas!) das empresas de violar a lei da greve.

 

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Plenário dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa expressa solidariedade com a luta geral

mini-metrocapa20100427.jpgNo PMO3 realizou-se um plenário de trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, numa acção convergente com a luta dos restantes trabalhadores dos transportes. Numa acção que mobilizou cerca de 150 trabalhadores, ficou expressa a convergência com os objectivos da acção de luta convergente dos transportes, e a determinação de participar em próximas acções que se venham a revelar necessárias.

 

Avarias dos meios mecânicos do Metropolitano: consequência da política de subcontratação

Perante as crescentes queixas dos utentes do Metropolitano de Lisboa sobre as frequentes avarias de meios mecânicos de acessibilidade às estações, nomeadamente escadas rolantes, tapetes rolantes e elevadores, decidiu o PCP questionar o Governo sobre a resolução deste problema e da relações com as opções, há longos anos tomadas e mantidas de entrega destas reparações a empresas exteriores ao Metropolitano.

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Desenvolvimento da Rede do Metro: Não à demagogia, Sim à responsabilidade!

Durante o anterior período eleitoral, diversos membros do Governo e do PS anunciaram e prometeram o alargamento do Metropolitano até Carnaxide e Oeiras, Queluz, Loures e Vila Franca de Xira. Depois das eleições, o Governo "mudou" de opinião, dizendo apostar na expansão da Rede dentro da Cidade de Lisboa. Fica a clara ideia que o Governo e o o PS utilizaram a expansão da rede do Metropolitano de Lisboa como "arma" eleitoral", em acções de profunda demagogia.

Só que perante a importância do tema para o Distrito, o PCP recusa que esta questão não seja tratada com uma outra responsabilidade e respeito pelos cidadãos e pelos trabalhadores da empresa, questionando o Governo sobre todo este processo.

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PCP avança com Projecto-Lei para revogar as alterações aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa

Na sequência das alterações introduzidas em Junho de 2009 aos Estatutos do Metropolitano de Lisboa, o PCP de imediato apresentou o pedido para a sua apreciação parlamentar, que no entanto não se verificou. Passados estes meses, com os escândalos e suspeitas crescentes sobre a Administração das Empresas Públicas, entende o PCP ser ocasião para recolocar a questão na Assembleia da República, desta vez com um decreto-lei que propõe a revogação das alterações introduzidas, que na opinião do PCP governamentalizam a fiscalização da empresa, e afastam trabalhadores e CM Lisboa da participação que detinham anteriormente.

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PCP leva à Assembleia da República ilegalidade no Metropolitano de Lisboa

Com a tomada de posse do novo Governo, questionouo o PCP sobre a ilegalidade que desde 1991 vem sendo praticada no Metropolitano de Lisboa, por todos os Governos (sejam do PS ou do PSD). "Sobre a questão do representante dos trabalhadores no Conselho de Fiscalização do Metropolitano de Lisboa, pretende este Ministério manter a prática dos anteriores governos de ostensiva violação da lei e da vontade expressa dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, ou vai finalmente proceder à nomeação do representante eleito pelos trabalhadores?"

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PCP por uma gestão democrática do Metropolitano de Lisboa

mini-jernimo.jpgO PCP, sublinha a Célula do Metropolitano de Lisboa, chamou à Apreciação Parlamentar o Decreto-Lei que altera os Estatutos da Empresa, e fê-lo por duas razões essenciais: Porque nem Presidente da República, nem Primeiro-Ministro, nem Governo, cuidaram da constitucional obrigação de ouvir o parecer da Comissão de Trabalhadores da Empresa. E porque se trata de uma proposta que torna menos transparente a gestão da empresa, permitindo o seu crescente enfeudamento à agenda dos interesses privados que vão tomando conta do próprio sector público.

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Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa apelam ao voto na CDU

metrom.jpgA Comissão de Apoio à CDU no Metropolitano de Lisboa fez sair um comunicado aos trabalhadores apelando ao voto na CDU, onde sublinha que o voto na CDU está profundamente vinculado com a defesa dos direitos dos trabalhadores da Empresa e com o próprio futuro desta, já que ambos se encontram sobre a mira dos interesses do grande capital.

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Por 60%, trabalhadores do Metro elegem Amável Alves para a Comissão de Fiscalização

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Realizaram-se hoje as eleições para o representante dos trabalhadores na Comissão Fiscalizadora do Metropolitano de Lisboa. Amável Alves, membro do CC do PCP, foi eleito por 60% dos votos expressos, numas eleições onde participaram 7 outros candidatos e perto de 700 trabalhadores. Esta eleição, hoje rara quando a contra-revolução já destruiu muito dos mecanismos que facultavam aos trabalhadores algum controlo da gestão, deve ser um estímulo à luta por um maior controlo da gestão por parte dos trabalhadores, numa situação social onde os grupos económicos privados destroem empresas e emprego (incluindo no sector público, que hoje instrumentalizam) na busca de lucros e da manutenção dos seus previlégios.

Governo sobre o Metro: Por Decreto, nas costas dos trabalhadores e do Parlamento!

logoml.jpgFoi por decreto que hoje o Governo alterou o Estatuto do Metropolitano de Lisboa. Como é sua prática, fê-lo nas costas dos trabalhadores e do próprio parlamento, num processo conduzido no secretismo e onde só os interesses económicos do costume foram tidos em conta. O Grupo Parlamentar do PCP irá chamar esse decreto-lei ao Parlamento, e a célula do PCP na Empresa apela aos trabalhadores à vigilância e à determinação, pois no momento presente, só os trabalhadores tem a capacidade e a força de defender as Empresas das corrosivas políticas neoliberais.