Trabalhadores do Metro recusam fazer greve com os serviços mínimos impostos, e denunciam a ilegalidade e irresponsabilidade

mini-MetrorecusasminimosOs trabalhadores do Metro foram chamados a enfrentar uma decisão ilegal e irresponsável do Tribunal Arbitral do CES, que impôs a realização de serviços mínimos que implicavam a mobilização de quase 100% dos trabalhadores operacionais da empresa (podia fazer greve quem estava de folga e os administrativos) e ignorava a irresponsabilidade que representa uma oferta reduzida a 25%, criando situações de insegurança inaceitáveis com átrios sobrelotados e alta tensão no carril). Respondendo ao apelo das suas organizações sindicais, os trabalhadores decidiram que assim não fariam greve e apresentaram-se ao trabalho, tendo no entretanto anunciado novas jornadas de luta. Tentando intoxicar a opinião pública, os pantomineiros da Administração mantiveram todo o dia a informação de que se estava a realizar uma greve, com a desculpa que os Sindicatos não haviam retirado formalmente o pré-aviso de greve. O PCP saúda o sentido de responsabilidade dos trabalhadores do Metro e lamenta a irresponsabilidade da Administração e do Governo. A luta continua!