PCP confronta Governo com falta de resposta aos problemas da Manutenção do ML

metroreqmanutContinuam 21 comosições paradas (quase um quarto da frota!) por falta de manutenção. Dezenas de portas de embarque estão avariadas. A própria Administração já reconheceu a necessidade urgente de contratar os trabalhadores em falta. Mas o Governo recusa essas contratações, impondo soluções mais caras e que não acautelam o futuro.

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OE 2018: É preciso acabar com o congelamento salarial e com a proibição de contratar os trabalhadores necessários!

20171017 metro oe2018A Célula do PCP no Metropolitano está a distribuir aos trabalhadores um comunicado sobre a proposta de Orçamento de Estado para 2018 apresentada pelo Governo. Onde se valoriza alguns avanços, mas se sublinha a gravidade do Orçamento manter a imposição do congelamento salarial e a proibição de contratação de trabalhadores no SEE, alémde um conjunto de outros aspectos negativos que reflectem os compromissos de sempre do PS como grande capital.

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João Ferreira com as ORT do Metropolitano: Compromisso com os trabalhadores e com o transporte público!

21765132 1659352380781453 7783896728717590328 nA CDU, incluindo o seu candidato a Presidente da CM Lisboa, João Ferreira, esteve hoje reunida com as Organizações Representativas dos Trabalhadores do Metropolitano, numa reunião que serviu essencialmente para reafirmar a importância estratégica que a CDU atribui aos transportes públicos da Cidade e da Área Metropolitana, e o seu compromisso de sempre com os direitos dos trabalhadores. Ocasião ainda para a CDU criticar a falta de soluções para os problemas do Metropolitano (nomeadamente para a não contratação dos trabalhadores operacionais em falta) e para criticar a aposta do actual Governo em investir numa Linha circular em vez de levar o Metropolitano à zona Ocidental da Cidade e a Loures como defende a CDU.

Metro de Lisboa: Governo continua a travar admissões que a própria Administração reconhece serem indispensáveis

rectangulometrofinO PCP e os trabalhadores do Metro reclamam há anos da necessidade da entrada de trabalhadores para a empresa: faltam maquinistas, faltam trabalhadores para as estações, faltam trabalhadores na manutenção e reparação do material circulante e da infraestrutura. E esta é a causa principal para a brutal degradação da oferta que tanto penaliza os utentes. Pois o Governo, ao mesmo tempo que vai prometendo expansões para amanhã continua a proibir a entrada dos trabalhadores necessários, numa medida irracional, que causa os prejuízos que causa no presente, mas que vai custar dezenas de milhões de euros no futuro devido ao desgaste acrescido que os materiais sofrem.

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CDU leva «Soluções para o Metropolitano de Lisboa» a reunião com a sua Administração

metro220517Uma delegação da CDU reuniu hoje com o Presidente da Administração do Metropolitano de Lisboa. A delegação era composta por Amável Alves, candidato a Presidente da CM Amadora, João Ferreira, candidato a Presidente da CM Lisboa, Paínho Ferreira, candidato a Presidente da CM Odivelas) e Paulo Piteira, candidato à CM Loures. O documento entregue apresenta as soluções da CDU para o Metropolitano, tendo ainda a CDU exigido um conjunto de esclarecimentos. Desta reunião será editada brevemente uma informação à população.

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Expansão do Metropolitano: PCP leva auscultações à Assembleia da República

metroouvirNa Comunicação Social, PS/PSD/CDS competem na habitual guerra: ver quem mais Estações de Metro promete para disfarçar as maldades que fazem ao sistema de transportes públicos. Uma das questões que o PCP criticou no plano de expansão que o governo «anunciou» foi o facto de,ilegalmente, não ter ouvido as autarquias da região, a AML e os trabalhadores da empresa. Essas Audições vão agora decorrer na Assembleia da República por proposta do PCP.

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Metropolitano: Governo insiste em opções erradas, e no adiamento das ligações à Zona Ocidental de Lisboa e a Loures

20170508 120604O Governo anunciou hoje aquilo a que chamou «plano de expansão do metropolitano de lisboa». O Sector dos Transportes do PCP, em Nota de Imprensa, aponta para a solução errada que está a ser desenhada e para o adiamento das respostas necessárias (exclusão da Zona Ocidental de Lisboa e de Loures, não contratação de trabalhadores apesar de todas as promessas, ausência de medidas reais na manutenção apesar de todas as promessas, etc). O PCP apela aos utentes para continuarem a lutar por um serviço de público de transportes públicos não só necessário como possível no quadro de uma verdadeira ruptura com a política de direita.

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PCP promove Audição às ORT's do Metropolitano de Lisboa

20170324 175513Face à situação que se vive no Metropolitano, o PCP promoveu na Assembleia da República no dia 24 de Março uma Audição às ORT's da empresa. Uma reunião onde se confirmaram as preocupações com o adiamento das medidas operacionais urgentes que se impõe, com um clima que prevalece de perseguição aos trabalhadores, e com a crescente degradação da segurança e fiabilidade da operação. O PCP comprometeu-se a avançar com um conjunto de novas iniciativas legislativas para obrigar o Governo a romper com o caminho de degradação da empresa que o anterior governo lançou para conseguir privatizá-la.  

Adiamento das medidas urgentes continua a degradar a oferta no Metropolitano de Lisboa

metrocorteamadoraA partir do dia 27 de Março a oferta do Metropolitano sofre uma nova degradação, desta vez com o corte para metade das circulações na hora de ponta para as três estações da Amadora: Alfornelos, Amadora Este e Reboleira. A administração justifica-se com a falta de material circulante, que é real, mas o PCP destaca que ainda não foram tomadas medidas essenciais para repor a capacidade de resposta das oficinas (contratação de trabalhadores, reabertura do PMO2 nas calvanas). Os trabalhadores têm propostas (que a administração recusa sistematicamente) para organizar a produção com os actuais meios,  mas o governo continua a adiar resposta, a fazer promessas e a deixar degradar a situação. O PCP questionou o Governo na Assembleia da República.

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Vitória da Luta: No refeitório do Metro já se cumpre o AE!

referitoriometro20170102O dia começou mal. Os preços praticados no Refeitório do Metro violavam o Acordo de Empresa e ainda faziam aplicar uma norma que vigorou nos OE de 2011 a 2016, mas foi retirada do OE2017. Face à recusa dos trabalhadores em pagar o preço que lhes estava a ser ilegalmente cobrado, e com a activa participação de dirigentes do STRUP/FECTRANS e da CT, a Administração acabou por reconhecer a razão dos trabalhadores e fazer aplicar o preço acordado. Eis um exemplo (aliás apontado no comunicado de hoje da célula do PCP) de como será a unidade e luta dos trabalhadores o factor decisivo para materializar os avanços possíveis de serem alcançados.