PCP questiona governo sobre futuro dos trabalhadores dos navios Porto e Funchal

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O Partido Comunista Português deslocou-se hoje ao Cais da Matinha no Porto de Lisboa, tendo contactado com tripulantes dos navios Funchal e Porto, que ali se encontram desde 2015, afetados pelas graves consequências de um processo de insolvência daquele que em agosto de 2013, Pedro Passos Coelho apontou como um empresário modelo para o país. Aos trabalhadores está a ser imposta uma situação insustentável, particularmente desde dezembro de 2016, altura em que deixaram de ser pagos os salários a estes trabalhadores e deixou de ser feito o abastecimento de combustível a estes navios, degradando as condições de trabalho e de habitabilidade a bordo. O PCP já exigiu do Governo uma pronta resposta a esta situação.

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PCP assume três prioridades para o sector portuário: complementariedade dos Portos, ligação ao aparelho produtivo, trabalho com direitos!

O PCP aproveitou o debate sobre o Sector Portuário para colocar três questões centrais para o futuro do sector: o fim da ideia de concorrência entre os portos nacionais e antes a aposta na sua complementariedade; o fim da centralidade das preocupações da ligação dos portos à europa, e a prioridade à ligação do aparelho produtivo nacional aos portos; o fim da política de exploração, precariedade e baixos salários, e a aposto no trabalho digno e com direitos.

Nos Portos, só a luta dos trabalhadores pode travar a exploração e a precariedade!

comunicadoportos201607O Sector Portuário do PCP está a distribuir um comunicado aos estivadores, onde se abordar duas grandes questões: o combate à precariedade e à exploração na estiva, valorizando a luta e a assinatura de um CCT no Porto de Lisboa e alertando para a necessidade de alargar essa luta; o facto de PS/PSD/CDS, a troika da política de direita, terem-se aliado para chumbar o projecto de resolução do PCP que apontava a necessidade de rever o regime jurídico do trabalho portuário, e o facto dessa luta ter que ser intensificada em cada Porto.

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PCP expressa solidariedade activa à luta dos estivadores contra a precariedade e a exploração

foto bdias1606Na Manifestação contra a Precariedade promovida pelo Sindicato dos Estivadores, o deputado do PCP Bruno Dias expressou a solidariedade activa do PCP com a luta destes trabalhadores. A Manifestação, que decorreu entre o Cais do Sodré e São Bento, contou com a participação de estivadores de vários Portos do país, da FECTRANS/CGTP-IN e de várias outras organizações.

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Esclarecedora audição do Sindicato dos Estivadores no Parlamento, na sequência de proposta do PCP

Por iniciativa do PCP, realizou-se na Comissão de Economia da Assembleia da República a Audição ao Sindicato dos Estivadores, ocasião para desmintir cabalmente as muitas mentiras que sobre a luta foram dessiminadas pela Comunicação Social. Bruno Dias, na intervenção final, sublinhou as declarações do PSD, preocupado com o facto de os trabalhadores estarem, pela luta, a impor a conquista de direitos acima do mínimo legal. Reproduzimos aqui os últimos 20 minutos da Audição, mas ela pode ser vista na integra na TV AR.

PCP solidário com a luta dos estivadores do Porto de Lisboa exige respostas do Governo

estivas24maioO Sector dos Transportes de Lisboa iniciou agora a distribuição de um comunicado sobre a situação no Porto de Lisboa. Um comunicado onde desmascara as sucessivas mentiras de patronato (amplificadas por uma dócil comunicação social), sublinha a justeza das reivindicações dos estivadores e exige que o Governo abandone a postura de cumplicidade (cada vez mais clara) com o patronato, e antes cumpra os compromissos assumidos de combater a precariedade e a exploração. Um comunicado onde o PCP saúda a justa luta dos estivadores, condena a utilização das forças policiais para impor a violação da lei, e aponta para a necessidade de crescer a solidariedade activa com a luta.

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PCP leva a sua solidariedade activa ao Plenário de Estivadores do Porto de Lisboa

20160512plenarioestivadoresO PCP levou ao plenário de estivadores do Porto de Lisboa, realizado na passada sexta-feira, a sua solidariedade activa com a luta que estão a travar. Ao plenário, o PCP levou ainda o Projecto de Resolução contra a precariedade e a exploração nos Portos portugueses que apresentou na Assembleia da República.

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PCP activamente solidário com a justa luta dos estivadores, toma a iniciativa no Parlamento

estivadoresprecariedadeO PCP apresentou hoje na Assembleia da República um projecto de resolução contra a precariedade no sector da Estiva, que resultou da Audição realiza no passado mês de Abril. Um projecto que objectivamente está solidário com a justa luta dos estivadores do Porto de Lisboa, e que aponta à necessidade de reverter os efeitos nefastos da revisão da lei do trabalho portuário imposta pelo anterior governo PSD/CDS e que está a empurrar os estivadores para níveis crescentes de precariedade.

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Porto de Lisboa: Contra a exploração e a precariedade, a luta é o caminho!

lutaportoscom060516O PCP tomou posição face ao crescimento das pressões patronais contra a justa luta dos estivadores do Porto de Lisboa. Acusando o patronato do porto de estar a fazer a economia nacional sua refém e de ser o responsável pela greve com a sua postura de tudo fazer para conseguir aumentar ainda mais os seus lucros à custa de uma precariedade e exploração irrefreada, o PCP sublinha que as medidas excepcionais devem ser tomadas é contra esse patronato que se revela incapaz de gerir concessões públicas que lhe devem ser retiradas imediatamente! Saudando a luta dos trabalhadores, o PCP apela ao reforço da solidariedade activa de todos os trabalhadores do Distrito de LIsboa!

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PCP contesta serviços mínimos e exige que Governo trave o processo de desestabilização imposto pelo patronato no Porto de Lisboa

sminismosportolisboaO PCP contestou a decisão do Governo de decretar serviços mínimos para a justa luta que se trava no Porto de Lisboa. Na opinião do PCP. o que se exige é que o Governo trave o patronato, que está a conduzir um processo de desestabilização do Porto de Lisboa para conseguir - custe o que custar - aumentar a exploração dos trabalhadores.

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