82 - XVII Congresso do PCP

Realizado num tempo complexo e cheio de dificuldades, que coloca aos comunistas de todo o mundo novas e incontornáveis exigências, o XVII Congresso do PCP constituiu um acontecimento de enorme importância para o presente e o futuro do Partido. Reafirmando de forma inequívoca a identidade do PCP e, assim, criando condições para o reforço da unidade e da coesão internas, o XVII Congresso foi motor de uma nova e impetuosa dinâmica na vida, na actividade e na intervenção partidárias. O Comité Central eleito pelo Congresso, elegeu, por sua vez, o secretário-geral do Partido: Jerónimo de Sousa.

 

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81 - Partido patriótico e internacionalista

O PCP sempre uniu a sua actividade em defesa da emancipação social do povo e da pátria portuguesa à solidariedade com os trabalhadores e os povos de todo o mundo. As posições internacionalistas do PCP são expressão da sua independência. Na sua actividade internacional, o Partido combate lado a lado com as forças revolucionárias e progressistas. Por outro lado, com a sua própria luta ao serviço do Povo e da Pátria, contribui para o prosseguimento das grandes e exaltantes batalhas pelo futuro da humanidade.

 

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80 - XIV Congresso do PCP

A 4, 5 e 6 de Dezembro de 1992, o XIV Congresso reúne em Almada. A situação internacional é completamente nova, com o desaparecimento da URSS e as derrotas do Socialismo no Leste da Europa. O cavaquismo impera em Portugal e aprofunda-se a reconstituição monopolista. O PCP resiste e afirma-se na condução das lutas que irão pôr fim ao domínio do PSD no Governo. Álvaro Cunhal é eleito Presidente de um novo órgão - o Conselho Nacional. Carlos Carvalhas é eleito para secretário-geral do Partido.

 

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79 - A primeira Festa do “Avante!” na Quinta da Atalaia

 7, 8 e 9 de Setembro de 1990: «Este ano, para todos nós, a festa do Avante! tem um sabor novo e contém em si motivo de nova alegria. É que a Atalaia é nossa, podendo aqui confirmar-se que a campanha de fundos ultrapassou os 100 mil contos, o que nos dá a certeza de, dentro em pouco, termos respondido a todas as obrigações e compromissos para o efeito assumidos. Termina o jogo indigno de governos e outras entidades de cederem terrenos abandonados, cheios de mato e pedras, com a esperança de nos afundarmos neles, e depois os tirarem sem outra razão que não fosse não poderem suportar a exaltante demonstração dada pela festa do Avante! da poderosa energia e capacidade de realização que se desprende do trabalho de um partido que se afirma e é um partido dos trabalhadores e do povo; não poderem suportar a demonstração de valor irradiante de criatividade, de mensagem cultural, cívica e política, do ambiente e convívio fraterno e humano, da ligação às massas e da influência de massas do Partido Comunista Português»

 

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78 - O XIII Congresso (Extraordinário)

Realizado em Maio de 1990, num momento complexo e difícil, tanto no plano nacional como internacional – no primeiro caso, nomeadamente com o rápido avanço do processo de restauração do capitalismo monopolista em Portugal e da degradação da situação social e da democracia política; no segundo caso, com os acontecimentos, a situação e a evolução em curso na URSS e na comunidade socialista do Leste da Europa – o XIII Congresso (Extraordinário), constituiu um momento de forte e decisiva reafirmação do PCP, com o seu projecto, a sua natureza de classe, a sua ideologia, as suas bases orgânicas, a sua ligação às massas, o seu carácter internacionalista e patriótico. «Fomos, somos e seremos comunistas» – concluiu o Congresso.

 

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77 - O XII Congresso

Realizado em Dezembro de 1988 – catorze anos após o 25 de Abril – no seguimento do Programa da Revolução Democrática e Nacional, o Congresso aprovou o Programa do Partido: Uma Democracia Avançada no Limiar do Século XXI.

 

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76 - Greve Geral

A 12 de Fevereiro de 1982 realizou-se a primeira greve geral. Convocada pela CGTP-IN e apoiada pelo PCP, contra a política do governo “AD”, constituiu uma forte afirmação do movimento operário português, paralisando o trabalho a esmagadora maioria dos trabalhadores portugueses dos vários ramos de actividade. Em 11 de Maio do mesmo ano, os trabalhadores ergueram outra greve geral, sempre contra a política de direita mas também em protesto contra a provocação montada pelo Governo AD e pelos amarelos da UGT. Na noite de 30 de Abril, a polícia de choque assassinou dois jovens trabalhadores: Pedro Vieira e Mário Gonçalves. Em 28 de Fevereiro de 1988, mais uma vez os trabalhadores portugueses respondem com a greve geral ao pacote laboral do Governo PSD/Cavaco Silva. Os trabalhadores recorreram novamente à greve geral em 10 de dezembro de 2002. Foram, todas elas, importantes acções na luta contra a política de direita.


Para aprofundar o tema: 


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75 - Em defesa da soberania nacional

O PCP alertou antes de 1986, data de integração de Portugal na CEE, para as consequências negativas de tal facto a partir da análise da realidade nacional e europeia e sempre se tem batido na defesa dos interesses nacionais contra o rumo de integração ao serviço das multinacionais e das grandes potências, agora corporizado na União Europeia.

 

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74 - A luta pela Reforma Agrária

 As ofensivas contra as conquistas de Abril têm na Reforma Agrária um dos seus alvos preferenciais. A luta em defesa da «mais bela conquista da revolução», assume o carácter de um amplo, profundo e poderoso movimento de massas em que, tendo na vanguarda o proletariado rural, participam populações inteiras, numa histórica e exaltante afirmação de unidade, determinação, coragem e heroísmo. Em 1979, na UCP Bento Gonçalves, em Montemor-o-Novo, no decorrer da entrega de uma reserva à qual os trabalhadores, legitimamente, se opunham, a morte voltou aos campos do Alentejo. De um lado, os homens de mão do agrário e a GNR; do outro lado, os trabalhadores. A GNR dispara. São assassinados dois trabalhadores, militantes comunistas: António Casquinha e José Caravela.

Para aprofundar o tema:


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73 - Criação da JCP

A JCP, Juventude Comunista Portuguesa, nasce em 1979, da fusão da UEC (União dos Estudantes Comunistas) com a UJC (União da Juventude Comunista) – e afirma-se como organização revolucionária da juventude portuguesa.

 

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