Andam a torturar os utentes da CP para os obrigarem a aceitar as privatizações!

capacascaisNo dia 5 de Agosto, foram aplicados novos cortes à oferta da CP na Linha de Sintra/Azambuja e na Linha de Cascais. Coincidindo com um fim de semana terrível com dezenas de supressões  por todo o país. Em comunicados aos utentes das Linhas de Cascais e de Azambuja/Sintra, o PCP alerta para o facto da actual situação resultar da política realizada pelos sucessivos governos - redução de trabalhadores, não renovação do material circulante, adiamento dos investimentos estratégicos - com o objectivo de degradar de tal forma a ferrovia que os utentes não resistam à transferência para a exploração capitalista dos sectores rentáveis da CP:

Ler Comunicados em PDF para: a Linha de Cascais e para a Linha de Sintra/Azambuja

Defender a Ferrovia Nacional, travar a privatização da EMEF

ferroviarios2018jul emefO governo e a administração da EMEF dão passos no sentido de uma nova tentativa de privatização de sectores da ferrovia nacional. Agora querem entregar uma parte da EMEF à multinacional suiça MSC (a quem já ofereceram a CP Carga), utilizando a figura de um Acordo Complementar de Empresa. Em comunicado aos ferroviários o PCP sublinha a falsidade dos argumentos usados pelo Governo, aponta a necessidade de, uma vez por todas, romper com a política de direita na ferrovia!

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Manutenção ferroviária: em vez de soluções,mais privatizações!

req emef jun18O Governo e a Administração da CP continuam a preparar a privatização parcial da EMEF. Uma medida que prossegue a política de destruição da ferrovia em vez de a inverter, e que para mais está a ser realizada em frontal violação da lei, nomeadamente escondendo daas ORT documentação relevante e negando-lhes os direitos ao controlo de gestão e à participação em processo de reestruturação. Questões que o PCP colocou na Assembleia da República:

Ver Requerimento ao MPI, e as perguntas ao MTSS e ao MPI

Crescentes supressões de comboios na Linha de Sintra têm causas e soluções!

cpsintraazambujaÉ crescente o calvário dos utentes da Linha de Sintra/Azambuja da CP. As supressões começam a ser sistemática, enquanto o Governo continua a debitar promessas e a adiar todas as medidas necessárias para melhorar a resposta dos transportes públicos. Usando os dados do número de supressões na semana anterior, o PCP confrontou o Gpverno na Assembleia da República exigindo que sejam adoptadas as soluções que há muito são conhecidas.

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Agente Único: Governo tem que parar de mentir e respeitar os ferroviários e os utentes

20180603 greveagenteunicoO PCP esteve ontem com os ferroviários nos piquetes de greve da justa luta que travam contra a tentativa do Governo de impor a alteração dos regulamentos de segurança para facilitar a realização de comboios com um único trabalhador a bordo. O PCP apelou ao Governo para parar de mentir, lamentando a figura do Secretário de Estado que prestou declarações públicas falando de regulamentos de 1999 quando o que está em causa são as alterações que entraram em vigor no passado dia 1 de Maio! O PCP exige que o Governo deixe de tentar manipular a opinião pública e promova as correções aos regulamentos de segurança que está a patrocinar.

Tudo para as PPP, nada para a ferrovia e a rodovia: o desastre IP!

ni ip3anosPassam hoje 3 anos sobre a entrada em funcionamento da Infraestruturas de Portugal. Em Nota de Imprensa, o PCP faz a demonstração do desastre que representou a fusão da REFER com a IP, e da necessidade imperiosa de reverter a politica neste sector. Hoje o país continua com o investimento paralisado, enquanto o governo se multiplica em propaganda e vai transferindo recursos públicos aos milhares de milhões para os grupos monopolistas.

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A segurança ferroviária não pode ser posta em causa por critérios economicistas!

ni agenteunicoNa próxima segunda-feira, 4 de Julho, os trabalhadores ferroviários realizam uma jornada de luta contra a tentativa do governo de permitir uma alteração da Regulamentação de Segurança Ferroviária guiada por critérios economicistas, que passaria a permitir a circulação de comboios (com 700 metros, milhares de toneladas ou centenas de passageiros) apenas com um trabalhador a bordo - o maquinista - aumentando o risco da operação com o único objectivo de poder reduzir o número de trabalhadores envolvidos. O PCP lamenta que o Governo, rasgando compromissos anteriormente assumidos, esteja a dar cobertura a estas alterações. O PCP expressa a sua mais firme solidariedade com os trabalhadores em luta!

Ver Nota de Imprensa do PCP

Linha de Cascais: Eléctrico Rápido NÃO É SOLUÇÃO!

comcascais elrapidoEnquanto o Governo continua a adiar as soluções para a crescente degradação da Linha Ferroviária de Cascais (modernização da infraestrutura e aquisição de material circulante novo), o lobby dos especuladores começou a defender nos jornais a solução «eléctrico rápido», que seria um desastre em termos de transportes públicos mas interessa a muita gente que não utiliza o comboio e vive exactamente da especulação e das negociatas, e que têm muito dinheiro para apresentar «gato por lebre». O PCP está a distribuir aos utentes um Alerta sobre o verdadeiro significado destas propostas.

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Centenas de trabalhadores da EMEF exigem melhor salário e contratação colectiva

20180328 emefOcuparam as Escadinhas do Duque, frente à sede da CP, em mais um dia de luta (foto). Exigem um aumento salarial igual ao que foi aplicado na CP (empresa que detém a EMEF a 100%) e que seja concretizada a renegociação do Acordo de Empresa. Lutam para defender a empresa e o aparelho produtivo nacionall. O PCP expressa a sua activa solidariedade com a luta dos trabalhadores da EMEF, recorda que a valorização do trabalho e dos trabalhadores é uma questão central para o futuro de Portugal e apela à intensificação da luta.

PCP: Em defesa da EMEF e do Sector Ferroviário

2pjr emef ferrovia 2018O PCP apresentou duas iniciativas legislativas em defesa da EMEF e do Sector Ferroviário. Uma em defesa da EMEF e do seu futuro, e outra visando a adopção de um Plano Nacional para o Material Circulante. Ambas as iniciativas resultaram da Audição das Organizações Representativas dos Trabalhadores realizada em Fevereiro, e materializam um caminho alternativa para o desenvolvimento nacional assente na valorização do trabalho e dos trabalhadores.

Ler Boletim editado em PDF

Ler PJR sobre o Material Circulante

Ler PJR sobre o Futuro da EMEF