Os 100 mil habitantes dos Bairros Municipais de Lisboa não são cidadãos de segunda!

bairroscml.jpgNo Município de Lisboa, a governação do PS/António Costa tem-se pautado por uma política neoliberal, mais virada para o apoio às políticas governamentais do que para a resolução dos problemas da cidade, particularmente nos Bairros Municipais. Existem ali inúmeras carências, designadamente na habitação degradada, na falta de equipamentos culturais, desportivos e sociais, nos espaços verdes, nos espaços de lazer, na falta de serviços de apoio à comunidade como farmácias, serviços médicos e de saúde, esquadras da PSP, serviços de higiene e limpeza da CML e serviço de Multibanco.

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PCP: Partido do Futuro com um passado para celebrar!

beato88aniv.jpgEste fim de semana já se realizaram inúmeras iniciativas de comemoração do 88º Aniversário do PCP. Na foto, o almoço da Organização do Beato, que aproveitou a iniciativa para uma homenagear duas militantes do Partido desde a clandestinidade que ainda hoje participam no trabalho regular do PCP na freguesia: a Sofia e a Teodósia.

CDU reivindica: Reconversão integral das AUGIs do Município de Lisboa até 2013

augi.jpgAs áreas urbanas de génese ilegal (AUGI) correspondem a propriedades rústicas do solo ilegalmente “loteadas”, com o propósito de venda retalhada com ilegítima perspectiva de construção e onde as condições sócio-económicas da população vieram a determinar uma ocupação edificada para-urbana que se foi consolidando sem a garantia das adequadas infra-estruturas e equipamentos que a condição urbana imporia. No Município de Lisboa, onde tal fenómeno apresenta uma expressão incomparavelmente mais reduzida que nos concelhos que o envolvem, podem-se considerar inexpressivos os passos dados para a regularização das áreas delimitadas nesta qualidade. A CDU apresenta uma proposta global nesse sentido.

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5º Encontro dos Bairros Municipais da Cidade de Lisboa organizado pelo PCP

20090214bairroslx.jpgCom o PS, a Câmara continua a tratar como cidadãos de segunda os 100 mil habitantes dos Bairros Municipais. O diagnóstico não podia ser pior: degradação das condições de habitabilidade e do espaço público dos bairros municipais, a CML não faz as obras nem de rotina nem de emergência e situação vai de mal a pior. Faltam os serviços e os equipamentos culturais, desportivos e sociais. E a responsabilidade é da Câmara de Lisboa. Estas foram as principais conclusões do 5º Encontro dos Bairros Municipais organizado pelo PCP.  (As conclusões do Encontro em Ler Mais)

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