PCP pela liberdade sindical e de organização na Carris

O PCP denunciou na Assembleia da República a ilegalidade cometida pela Admnistração da Carris, que socorrendo-se de uma "habilidade", promove a penalização pecuniária da acção sindical e das comissões de trabalhadores, comportamente ilegal e anticonstitucional que é agravado pelo facto de se tratar de uma empresa tutelada pelo Governo.

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Comissão de Apoio à CDU na Carris edita apelo ao Voto no dia 27 de Setembro

carrisweb.jpgUm vasto conjunto de trabalhadores da Carris apela ao voto na CDU sublinhando a importância dos trabalhadores levarem até ao voto as lutas que travaram, e, por um lado, recusarem o apoio eleitoral aos partidos da política de direita, aos que apoiaram as sucessivas revisões gravosas das leis laborais, aos que aprovaram o decreto-lei sobre os CAM's. E por outro lado, a necessidade de com o seu voto os trabalhadores darem mais força aos que todos os dias estão ao seu lado na luta, a CDU.

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Também na Carris, o Voto na CDU é o que faz falta a quem trabalha!

carriscdu.jpg.pngUm vasto conjunto de trabalhadores da Carris, em Lisboa, dirigiu a todos os trabalhadores da Empresa um apelo ao Voto na CDU nas próximas eleições de 7 de Junho, sublinhando, nas razões para votar CDU, que foram os deputados da CDU que estiveram ao lado de quem trabalha no Parlamento Europeu (incluindo em questões tão importantes para os trabalhadores da Empresa como a liberalização do transporte de passageiros e o tempo de trabalho dos motoristas), e que é o voto na CDU o único que em Portugal pesa para se afirmar a necessidade de mudança de rumo em Portugal.

Célula da Carris dirige-se aos trabalhadores

carris160.jpgA Célula da Carris editou um Comunicado aos trabalhadores, onde coloca a luta como o único caminho para a defesa dos direitos dos trabalhadores face à continuada ofensiva do Governo e do Grandes Grupos Económicos. Seja na Carris (na defesa das condições de trabalho, na luta por horários dignos) seja no quadro nacional, na luta que prossegue contra o código de trabalho: "Só pela luta se faz frente à ofensiva!".

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Quem tente cortar a liberdade de expressão aos trabalhadores será derrotado na luta!

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou uma pergunta ao Governo exigindo explicações para mais um acto de repressão da liberdade de expressão e manifestação em Portugal, desta vez, a constituição como arguido de um dirigente sindical da CARRIS por, na sequência de um plenário de trabalhadores da empresa, ter promovido a entrega na Secretaria de Estado dos Transportes da moção aprovada no plenário. O Sector de Transportes da ORL repudia firmemente esta atitude repressiva, e sublinha, que só a luta derrotará esta política, como o comprova o facto do Governo ter já cedido às reivindicações apresentadas pelos trabalhadores na moção cuja entrega pretende agora criminalizar.

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Carris: Governo é o verdadeiro "Atraso de Vida"

A Célula da CARRIS editou um comunicado contra a tentativa do Governo, através da revisão gravosa do Código de Trabalho, de provocar a caducidade de todos os contratos colectivos. E onde responde à esclarecedora frase de José Socrates ("Os contratos Colectivos são um atraso de vida!" demonstrando que o "atraso de vida" é este Governo.

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Comunicado Célula Carris Maio 07

COMUNICADO  
Célula do Partido Comunista Português na Carris – Maio/2007

EM DEFESA DOS DIREITOS
GREVE GERAL

   
Os trabalhadores portugueses estão a sofrer a maior ofensiva dos últimos anos contra os seus direitos.

Como se não bastasse o agravamento das condições de vida traduzida na perda do poder de compra a par do crescimento dos lucros da banca e das grandes empresas, agravando cada dia o fosso entre os que mais têm e os que menos possuem, pretende o governo reduzir praticamente a zero os direitos de quem trabalha.

Tudo o que não conseguiu introduzir no “Pacote Laboral”, fruto da luta dos trabalhadores, em particular da greve geral que então se realizou, pretende o governo levar agora à prática, de forma agravada.

Não são só as medidas globais que a todos vêm atingindo, como na saúde, na educação, ou na prestação de serviços sociais. São os direitos laborais reduzidos praticamente a zero se a luta não os obrigar mais uma vez a recuar.

Os motivos para lutar são fortes e ninguém pode delegar a sua obrigação de o fazer.

Os que se prestam a tentar travar a luta, por compromissos com os que desencadeia esta política, têm de ficar isolados.

Do conjunto da ofensiva três linhas de ataque se destacam, as quais atingiriam brutalmente também os trabalhadores da CARRIS:

- Liquidação do Acordo de Empresa - Se o conseguissem todos os direitos que gerações de companheiros nossos conquistaram desapareceriam de um dia para o outro.

- Intermitências nos horários de trabalho - Os trabalhadores passariam a ter os horários que a Administração entendesse, interrompendo quando conviesse e com os intervalos que quisesse fixar. Dito de outra forma: ter de estar disponível muito mais tempo sem receber mais nada.

- Despedir quando entendessem - Com a chamada “Flexisegurança” a vontade da Administração seria o único motivo necessário para o despedimento com justa causa.

Todos ficaríamos com menos direitos do que os hoje existentes para os trabalhadores precários.

Contra esta política terrorista contra os trabalhadores apelamos a todos os trabalhadores da CARRIS que no próximo dia 30 façam ouvir o seu protesto aderindo à Greve Geral.

A hora é de todos os trabalhadores se unirem na luta pois é o seu futuro que está em jogo.

Nesse dia como sempre que é necessário defender os direitos dos trabalhadores os comunistas estarão na primeira linha.